terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

A CONFIABILIDADE DAS ESCRITURAS


O vídeo abaixo é uma bela defesa histórica e lógica da confiabilidade das Escrituras. A abordagem do pregador é conhecida como "testemunho judicial", ou seja, se as Escrituras fossem examinadas num tribunal, principalmente quanto à sua historicidade, às testemunhas oculares e o testemunho interno das mesmas, qual seria o veredito? Não deixe de assistir. Podemos, de fato, sermos persuadidos de tais confirmações que as Escrituras tem um diferencial sobre todos os outros livros sagrados das Religiões Mundiais. Mas, sinceramente, admiro como a Confissão de Fé de Westminstir coloca este ponto:

Pelo testemunho da Igreja podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço da Escritura Sagrada; a suprema excelência do seu conteúdo, e eficácia da sua doutrina, a majestade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo (que é dar a Deus toda a glória), a plena revelação que faz do único meio de salvar-se o homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e completa perfeição, são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a palavra de Deus; contudo, a nossa plena persuasão e certeza da sua infalível verdade e divina autoridade provém da operação interna do Espírito Santo, que pela palavra e com a palavra testifica em nossos corações.


Notem, não é porque apenas o "testemunho interno do Espírito Santo" é que pode nos persuadir certa e infalivelmente da verdade e autoridade das Escrituras, que faz isso "com a palavra e pela palavra", que devemos deixar de oferecer respostas lógicas acerca de nossa fé. Entenderam?
______________________________________


video

Vocês podem baixar o transcrito aqui neste link

O vídeo veio lá do "Voltemos ao Evangelho" ou "Deus em Debate". Apenas por questão de praticidade, fiz o download e "uploadei" aqui no "Eis Nosso Tempo!".

Postado por Gaspar de Souza

Um comentário:

Marcelo Paulo da Silva Paulo disse...

que Deus lhe abenços pastor, estava atras de um video como este, pois geralmente quando as pessoas me interrogavam eu lhes recomendavam um livro, tal como evidencias que exige um veredicto I e II e outros, mas as pessoas tem pregriça de ler, mas ver é mais facil.