terça-feira, 17 de novembro de 2009

Ativistas gays da Escócia condenados à prisão perpétua por pedofilia

A Notícia é de 3 de novembro, mas, por não sair na Mídia-Chique, faz-se necessário republicar aqui como foi republicado no blog do Julio Severo. Atentem para a seriedade da matéria. Tenho notado nos noticiários locais aqui de Recife (e outros de São Paulo) que tem havido uma enxurrada de denúncia de abuso sexual de pais e parentes contra crianças. Também de amigos, pessoas ligadas às crianças. Dificilmente apresentam que os abusos cometidos são de "padastros" e "namorados" das mães solteiras. Também deixam de falar dos ataques que crianças sofrem por aqueles que optam por pessoas (crianças) do mesmo sexo. No Concurso Miss Brasil (Gay) em Minas Gerais, foi possível ver aquele que ficou em terceiro lugar, com fúria e agressividade, literalmente atacar e arrancar a peruca do que ficou em primeiro lugar. Isto seria homofobia? Ou só seria se fosse um heterossexual que atacasse?(Caso o link não funcione, veja o vídeo abaixo) Notem o "rostinho delicado" da "Miss São Paulo" ao arrancar a peruca. É possível ver que foram despertados os instintos mais primitivos nele....
Leiam a matéria abaixo. Vocês nunca ouvirão ou verão na TV. Agora, se fosse um pai, um padre ou pastor, bem, não tenham dúvidas que a Mídia estamparia em horário nobre.



Homossexual agredido por outro Homossexual
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EDIMBURGO, Escócia, 3 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um influente ativista gay e líder de grupo de jovens, juntamente com outro ativista homossexual, foram presos, em sentenças de prisão perpétua, por seu envolvimento na maior rede de pedofilia já descoberta na Escócia.

James Rennie, que já foi coordenador do grupo Jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros) da Escócia e ex-professor, e Neil Strachan, ex-secretário de um grupo de meninos celtas e defensor de questões homossexuais, foram condenados em maio em acusações que incluem ataques sexuais a meninos, conspiração para abusar de meninos e posse e distribuição de pornografia infantil.

Rennie e Strachan eram líderes da rede de pedofilia que foi descoberta em 2007 depois de uma intensa investigação policial, cujo nome de código era Operação Álgebra.

A investigação levou à prisão de seis outros homens além de Rennie e Strachan, e à apreensão de mais de 125.000 imagens e vídeos de abuso infantil.

Rennie, de 38 anos, foi condenado por 14 crimes, incluindo estuprar um menininho que era deixado ocasionalmente sob o cuidado dele por amigos durante um período de mais de quatro anos, começando quando o menino tinha três meses de idade. Rennie foi sentenciado à prisão perpétua, com direito à soltura condicional após 13 anos de cadeia.

Strachan, de 41 anos, foi condenado por 9 crimes, inclusive tentar sodomizar um bebê do sexo masculino de 1 ano e meio e de atacar sexualmente um menino de seis anos. Ele foi sentenciado à prisão perpétua, com direito à soltura condicional após 16 anos de cadeia.

O juiz Lord Bannatyne disse que a dupla é culpada de repulsivos e horrorosos abusos de confiança, já que ambos os homens haviam abusado de meninos de amigos entregues a eles para tomarem conta. Ambos fotografaram os abusos.

"Esses crimes envolvem crianças reais e muitas das fotos envolvem crianças sendo sexualmente abusadas, muitas vezes de forma horrorosa. Há vítimas reais desses crimes, isto é, as crianças que foram fotografadas e abusadas", disse Lord Bannatyne.

Bannatyne impôs uma ordem judicial de restrição permanente, usada para os criminosos sexuais mais violentos e perigosos, para ambos os homens, indicando que provavelmente eles "seriamente colocariam em perigo o bem-estar físico de alguém do público". Essa ordem os colocará debaixo de projetos de avaliação e administração de risco pelo resto da vida.


Fonte: Notícias Pró-Família

ENQUANTO SE PODE

Enquanto se pode fazer clipping (Veja Carta de Hamburgo), deixo os leitores com uma avaliação filosófica do Prof. Olavo de Carvalho. Não deixem de visitar e prestigiar cada link da fontes. Concedam aos proprietários o valor de ler outros artigos de seus sites e blogs.
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NÃO É PARA RIR!

Georges Gurdjieff, que era um falso mestre espiritual mas um autêntico gênio do humorismo sádico, dizia ser a inteligência humana uma substância material, que existia no planeta Terra numa quantidade definida: quando um sujeito adquiria mais inteligência, ficava faltando para os outros. Essa teoria, evidentemente, só vale como piada, mas, nos meus momentos de depressão, chego a acreditar um pouco nela: afinal, como a experiência de décadas tem me confirmado, à medida que eu ia vencendo minha burrice natural e adquirindo alguma compreensão dos problemas da metafísica, da teoria do conhecimento e da lógica das ciências, ia concomitantemente observando meus contemporâneos perderem não apenas a capacidade para as distinções mais elementares, mas também a percepção das conseqüencias diretas e incontornáveis das afirmações em que acreditavam. Pior ainda: a diferença mesma entre inteligência e burrice ia se tornando para eles cada vez mais insensível, ao ponto de celebrarem como teorias respeitáveis certas idéias que, na geração anterior, um menino de escola perceberia de imediato serem totalmente autocontraditórias e inviáveis. A única explicação que encontro para esse fato é a hipótese gurdieffiana: cada vez que eu compreendia alguma coisa, a quantidade correspondente de potência compreensiva era suprimida de outros cérebros, fazendo com que eu progredisse na vida do intelecto às custas da imbecilização geral. Devo ser, em suma, um ladrão de conexões sinápticas.

Por exemplo, o dr. Richard Dawkins, que é um meu companheiro de geração. Sua teoria dos "memes" baseia-se inteiramente na incapacidade de perceber a diferença entre um programa de computador e um vírus de computador – entre um princípio organizador e uma força de dissolução entrópica. Ele começou por acreditar que tudo na natureza acontece por acaso, sem finalidade ou propósito. Até aí, tudo bem: é uma teoria como qualquer outra. Mas depois a glória midiática subiu-lhe à cabeça e ele começou a pensar que também podia explicar por processos randômicos e sem sentido tudo o que se passa no campo da história e da ação humana. Os memes não passam disso: são unidades de informação, sem nenhum significado especial em si mesmas, que se espalham e dominam sociedades inteiras simplesmente porque sim. A Catedral de Chartres e os Concertos de Brandeburgo, em suma, foram construídos pelos mesmos métodos do furacão Katrina ou de um acidente de trânsito. Acreditar nisso pressupunha, desde logo, abdicar de toda diferença entre possuir uma explicação e não possuir nenhuma. Ao mesmo tempo, era proibido aplicar a teoria memética a ela própria: quem quer que dissesse que ela era apenas um vírus de computador surgido por acaso numa mente em mau funcionamento tornava-se automaticamente um fanático, um réprobo, um ser anti-social indigno de participar de tão altas discussões.

Como, ao mesmo tempo em que o dr. Dawkins pensava essas coisas, os vírus de computador se espalhavam realmente pelo mundo e a multiplicação de informações sem sentido fazia da internet uma selva selvaggia na qual só podemos nos orientar mediante uma certa capacidade instintiva de recusar atenção a praticamente tudo, é claro que muitos processos de disseminação de idéias no mundo passaram a copiar quase literalmente a proliferação de vírus de computador, isto é, a dissolução de um pequeno núcleo de informações organizadoras num oceano de irrelevâncias estupidificantes.

Uma vez estabelecida como disciplina acadêmica a ciência ou pseudociência da "memética", que o dr. Dawkins criou para descrever esses processos, tornou-se irresistível a tentação de aplicá-la a toda a história anterior da espécie humana, explicando-se então os progressos do conhecimento desde os tempos do homem de Neanderthal pelas mesmas causas que hoje espalham a estupidez coletiva, isto é, eliminando-se por completo a distinção entre conhecimento e ignorância, entre inteligência e burrice. Não duvido que a memética sirva para descrever, por exemplo, a própria evolução intelectual do Dr. Dawkins, que culmina na autocastração mental que o incapacita para as abstrações de terceiro e até de segundo grau. Perguntado quanto à origem da vida, ele respondeu que provavelmente os germes da vida foram trazidos por viajantes extraplanetários. Mesmo refreando, por uma questão de respeito, qualquer impulso maldoso de fazer piada quanto à teoria dos deuses astronautas, é impossível não perceber que a resposta exige uma incapacidade patética de distinguir entre o esquema geral "vida" e as encarnações concretas desse esquema na Terra – diferença que qualquer criança normal percebe instintivamente. Afinal, para que os germes da vida fossem trazidos, era preciso que eles existissem, e perguntar sobre a origem da vida é obviamente perguntar como vieram à existência e não quem os transportou de um lugar para outro. Isso não chega a ser propriamente uma sutileza, mas, para o dr. Dawkins, havia se tornado uma abstração inapreensível. Para que um homem com treino científico superior descesse a esse ponto, e para que sua platéia de estudantes não percebesse o vexame, foi preciso mesmo que uma quantidade assombrosa de memes se espalhasse pelos cérebros respectivos, cegando-os até mesmo para a boa e velha distinção aristotélica entre um ente corporal e sua forma inteligível, distinção sem a qual fica difícil captar a diferença entre remédio e bula, entre comida e cardápio ou entre sapato e número de sapato. Que isso é uma tragédia cognitiva sem precedentes na história humana, e que as conseqüências histórico-sociais da sua disseminação planetária arriscam ser as mais devastadoras, eis duas constatações que desestimulam qualquer veleidade de fazer troça a respeito.

Nos próximos artigos, explorarei algumas dessas conseqüências tal como aparecem no campo mais visível da política e do jornalismo.


Fonte: Olavo de Carvalho

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

FORA AHMADINEJAD!!!!


Movimento de Justiça e Direitos Humanos divulga manifesto contra visita de Ahmadinejad

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul acaba de me enviar um manifesto tornado público contra a visita ao Brasil do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. Segue íntegra.

MANIFESTO DE REPÚDIO DO MJDH À VISITA DE AHMADINEJAD AO BRASIL

O Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grade do Sul, ao longo de sua história, vem lutando por garantir direitos e liberdades para todos os Homens. Durante a Ditadura Militar, auxiliou brasileiros e estrangeiros a fugirem dos regimes autoritários.

Com o fim da Ditadura, vem atuando na denúncia das arbitrariedades que persistem e na defesa dos cidadãos que se percebem oprimidos. Dentre estas ações, se destaca a luta contra o neonazismo, que, no Rio Grande do Sul, ataca negros, judeus, punks e outras minorias que não consideram “puras”.

Neste sentido, iniciou ação judicial que resultou na condenação de Siegfried Ellwanger, um de seus líderes, proprietário da Editoria Revisão, que publicava livros negando a existência do Holocausto.

Assim como se opõe ao estado das (boas) relações do governo brasileiro com o regime genocida de Omar Hasan Ahmad, ditador no Sudão (que extermina a população negra do sul do país desde 2003, com o resultado de, até aqui, mais de 300 mil mortos e cerca de três milhões de refugiados na região de Darfur) e da China, cujas ações no Tibet significam a morte, nos últimos 40 anos, de 1,2 milhão de pessoas e a destruição de mais de 6 mil monastérios budistas, o MJDH vem agora repudiar a decisão de convidar Mahmoud Ahmadinejad, presidente da República Islâmica do Irã, para estar no Brasil.

No Irã, os direitos humanos não existem. Os veículos de comunicação são todos controlados pelo Estado. Mulheres são açoitadas e execradas por mera suspeita de adultério; homossexuais por sua opção sexual. A liberdade religiosa tampouco existe, e minorias como os muçulmanos sunitas e bahais são perseguidas e proibidas de realizar seus cultos.

Não há real oposição política. Os partidos laicos não existem, e seus integrantes (por exemplo, os do Partido Comunista Iraniano, que auxiliaram na derrubada da Ditadura do Xã Reza Pahlavi) foram exterminados ou obrigados a viver no exílio.

Deve-se lembrar também que, quando no primeiro semestre, o MJDH se manifestou contra a presença de Ahmadinejad, já se denunciava que o Irã é o segundo país que mais aplica a pena de morte no mundo (atrás da China).

Lá, os enforcamentos são feitos em praça pública, e este foi o destino de Delara Darabi, uma jovem de 21 anos, aprisionada desde os 17 anos. Ela foi assassinada a despeito dos apelos de entidades internacionais para que a execução fosse comutada por outra pena.

Ahmadinejad também é tristemente famoso por negar o Holocausto, e suas aparições em eventos diplomáticos são boicotadas por países democráticos. Além disso, funcionários iranianos foram condenados, na Argentina (inclusive um atual ministro de estado), pelo planejamento do atentado à Associação Judaica Argentina, em Buenos Aires, em 1994.

A oposição a Ahmadinejad se repete em todo mundo, inclusive no Irã. Neste ano, após sua “reeleição”, denunciada como fraudulenta, o povo iraniano foi às ruas para protestar e acabou violentamente reprimido. A morte da jovem Neda Soltani, difundida pela Internet, mostrou a dimensão dessa opressão.

Assim, o senhor Lula da Silva estará recebendo Ahmadinejad, um fato que repudiamos, pois agride a todos que respeitam os direitos humanos fundamentais e escarnece de um país que enviou tropas para combater o nazismo e o totalitarismo genocida na 2ª Guerra Mundial.

A visita de Ahmadinejad ao Brasil é uma mancha em nossa diplomacia; ela degrada nossos ideais de justiça e liberdade. Como brasileiros livres, denunciamos a recepção deste tirano e esperamos que o governo brasileiro, se deseja realmente ocupar a vaga que merecemos, no Conselho de Segurança, mostre que o país está engajado na luta pelas liberdades, que denuncie as tiranias e nunca receba em nosso solo assassinos.

Nós, do Movimento de Justiça e Direitos Humanos, que buscamos zelar pelo primado da decência e dos valores democráticos, declaramos, nesta data que marca a libertação de nosso povo, a oposição a tal infeliz visita e requeremos que o Estado brasileiro retome sua tradição de respeito aos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948.

Porto Alegre, 15 de novembro de 2009.

Fonte: Reinaldo Azevedo

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Assembléia de Deus é proibida de realizar cultos às sextas-feiras

Este é o governo que o Brasil quer dialogar e que o Presidente Lula recomendou ao Shimon Peres. As ligações perigosas de nosso Governo com governos totalitários (Venezuela, Cuba, Bolívia etc) reforçam a convicção de que nosso Governo atual tem uma sede no poder. Aqui começaremos a campanha: Fora Mahmoud-Ahmadinejad!
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IRÃ – A maior igreja no Irã, que realiza cultos abertos e públicos no país, não poderá abrir a igreja às sextas-feiras, por causa da pressão do governo.

De acordo com relatos, as autoridades ameaçaram o pastor Sourik, líder e administrador das igrejas Assembléia de Deus no Irã, dizendo que iriam fechar definitivamente a congregação central em Teerã, a menos que ele parasse de cultuar às sextas-feiras, com o prazo máximo do dia 31 de outubro.

Sourik, que havia resistido às exigências das autoridades, finalmente anunciou que não haveria mais cultos às sextas-feiras, mas somente aos domingos.

“O anúncio do término dos cultos de sextas-feiras foi recebido com comoção e surpresa, e provocou muita tristeza na congregação”, divulgou a rede de notícias cristã farsi.

De acordo com informações, Sourik obedeceu as ordens para garantir a segurança e o bem-estar dos membros e visitantes que frequentam os cultos. O pastor, que tem problemas cardíacos, foi muito pressionado pelos oficiais do Ministério de Informação para que fechasse a igreja às sextas-feiras, que é, oficialmente, o dia sagrado no Irã.

Recentemente, o pastor também recebeu ameaças da milícia Pasdaran (Os Guardas Revolucionários), que deram um ultimato de que, se os cultos de sexta não fossem encerrados até 31 de outubro, a própria milícia fecharia a igreja.

Alguns cristãos que souberam da notícia temem que essa ação seja o início de uma campanha contra reuniões cristãs. A maior parte do cristãos no país cultuam em igrejas domésticas, mas a igreja Assembleia de Deus em Teerã é uma das poucas que realiza cultos públicos.

“Acredito que a principal razão pela qual eles proibiram esses cultos é para enviar uma forte mensagem para os cristãos dentro e fora do Irã, de que o cristianismo não será tolerado”, comentou um informante para a agência International Christian Concern (ICC). “O principal propósito de tudo isso é a intimidação.”

Até agora, os oficiais do governo não conseguiram fornecer explicações para essa proibição. Grupos de direitos humanos afirmam que são contra qualquer proibição de culto, seja às sextas-feiras ou não.

“Pedimos que o Irã respeite os direitos dos cristãos de praticarem sua religião livremente, sem a interferência do governo, ou ordem autoritária”, disse Aidan Clay, representante do ICC no Oriente Médio.

A Assembléia de Deus em Teerã é uma igreja independente, fundada por diversos pastores e líderes muito antes da revolução islâmica. A igreja continuou com seu ministério depois da revolução e muitos pastores foram martirizados por extremistas, incluindo alguns ligados ao regime.

Fonte: O Verbo

Vaticano conclui seminário sobre vida extraterrestre

VATICANO - Quatrocentos anos depois de encarcerar Galileu por desafiar a ideia de que a Terra era o centro do Universo, o Vaticano convocou especialistas para discutir a possibilidade de vida extraterrestre e suas implicações para a Igreja Católica.

"As questões da origem da vida e de se vida existe em outras partes do universo são muito adequadas e merecem consideração séria", disse o padre José Gabriel Funes, astrônomo e diretor do Observatório do Vaticano.

Funes, um jesuíta, apresentou na terça-feira, 10, os resultados dos cinco dias da conferência, que reuniu astrônomos, físicos, biólogos e outros especialistas para discutir o campo florescente da astrobiologia - o estudo da origem da vida e de sua presença no cosmo.

Funes disse que a possibilidade de vida alienígena levanta "muitas implicações filosóficas e teológicas", mas acrescentou que a reunião teve como foco principal a perspectiva científica e como diferentes disciplinas podem ser usadas para explorar o problema.

O astrônomo americano Chris Impey disse que é apropriado o Vaticano patrocinar esse tipo de encontro.

"Tanto a ciência quanto a religião apresentam a vida como um resultado especial em um universo vasto e amplamente hostil", disse ele. "Existe um rico campo médio de diálogo entre os praticantes da astrobiologia e as pessoas que buscam compreender o significado da existência num universo biológico".

Trinta cientistas, incluindo não-católicos, dos EUA, França, Reino Unido, Suíça, Itália e Chile tomaram parte na conferência, convocada para explorar, entre outras questões, "se formas de vida sensciente existem em outros mundos".

Funes abriu caminho para a conferência no ano passado, quando discutiu a possibilidade de vida alienígena em uma entrevsita publicada com destaque no jornal do Vaticano.

O ponto de vista da Igreja romana mudou radicalmente nos séculos que transcorreram desde que o filósofo Giordano Bruno foi queimado na estaca como herege e, 1600 por especular, entre outras coisas, que outros mundos poderiam ser habitados.

Fonte: Estadão

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Mantendo a Fé numa Época de Incredulidade: A Igreja como a Minoria Moral


Albert Mohler Jr.


Dr. Albert Mohler é o presidente do Southern Baptist Theological Seminary, pertencente à Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos; é pastor, professor, teólogo, autor e conferencista internacional, reconhecido pela revista Times como um dos principais líderes entre o povo evangélico norte-americano. É casado com Mary e tem dois filhos, Katie e Christopher.

“A questão mais importante de nosso tempo”, propôs o historiador Will Durant, “não é o comunismo versus o individualismo, nem a Europa versus a América do Norte, nem o Oriente versus o Ocidente. É se os homens podem viver sem Deus”. Essa pergunta, conforme parece, será respondida em nosso próprio tempo.

Durante séculos a igreja cristã foi o centro da civilização ocidental. A cultura, o governo, as leis e a sociedade do Ocidente estavam alicerçados em princípios explicitamente cristãos. Preocupação com o indivíduo, compromisso com os direitos humanos e respeito pelo que é bom, belo e verdadeiro – tudo isso se desenvolveu de convicções cristãs e da influência do cristianismo.

Todas essas coisas, apressamo-nos a dizer, estão sob ataque. A própria noção do certo e do errado tem sido descartada por grandes setores da sociedade. Onde ela não é descartada, é freqüentemente depreciada. Agindo à semelhança dos personagens de Alice no País das Maravilhas, os secularistas modernos declaram o errado como certo e o certo como errado.

O teólogo quacre D. Elton Trueblood descreveu a nossa sociedade como uma “civilização sem raízes”. Nossa cultura, ele argumentou, está cortada de suas raízes cristãs, como uma flor cortada de seu caule. Embora a flor mantenha a sua beleza por algum tempo, está destinada a murchar e morrer.

Quando esse teólogo falou tais palavras há mais de duas décadas, a flor podia ser vista com algumas cores e sinais de vida. Mas o botão perdeu há muito a sua vitalidade, e agora é o tempo em que as pétalas caídas devem ser reconhecidas.

“Quando Deus está morto”, asseverou Dostoievsky, “qualquer coisa é permissível”. Não podemos exagerar quanto à permissividade da sociedade moderna, mas tal permissividade tem sua origem no fato de que o homem e a mulher modernos agem como se Deus não existisse ou fosse incapaz de cumprir sua vontade.

A igreja cristã encontra-se agora diante de uma nova realidade. Ela já não representa a essência da cultura ocidental. Embora permaneçam focos de influência cristã, eles são exceções e não a regra. Na maior parte da cultura, a igreja foi substituída pelo domínio do secularismo.

Os jornais cotidianos apresentam um transbordamento constante de notícias que confirmam o estado atual de nossa sociedade. Esta época não é a primeira a contemplar horror e mal indescritíveis, mas é a primeira que nega qualquer base consistente que identifica o mal como mal e o bem como bem.

Em geral, a igreja fiel é tolerada como uma voz na arena pública, mas somente enquanto não tenta exercer qualquer influência confiável no estado das coisas. Se a igreja fala com veemência sobre um assunto do debate público, é censurada como coerciva e ultrapassada.

O que a igreja pensa a respeito de si mesma em face desta nova realidade? Durante os anos 1980, foi possível pensar em termos ambiciosos, como a vanguarda de uma maioria moral. Essa confiança foi seriamente abalada pelos acontecimentos da década passada.

Podemos detectar pouco progresso em direção ao restabelecimento de um centro de gravidade moral. Em vez disso, a cultura se moveu rapidamente em direção ao abandono completo de toda convicção moral.

A igreja professa tem de contentar-se agora em ser uma minoria moral, se o tempo assim o exige. A igreja não tem mais o direito de atender à chamada do alarme secular tendo em vista o revisionismo moral e posições politicamente corretas sobre as grandes questões do momento.

Não importa qual seja a questão, a igreja tem de falar como aquilo que ela realmente é: uma comunidade de pessoas caídas mas redimidas, que permanecem sob a autoridade de Deus. A preocupação da igreja não é conhecer a sua própria mente, e sim conhecer e seguir a mente de Deus. As convicções da igreja não devem emergir das cinzas de nossa sabedoria decaída, e sim da Palavra de Deus determinativa, que revela a sabedoria de Deus e os seus mandamentos.

A igreja tem de ser uma comunidade de caráter. O caráter produzido por um povo que vive sob a autoridade do soberano Deus do universo estará inevitavelmente em conflito com uma cultura de incredulidade.

A igreja está diante de uma nova situação. Este novo contexto é tão atual como o jornal matutino e tão antigo como as primeiras igrejas cristãs em Corinto, Éfeso, Laodicéia e Roma. A eternidade mostrará se a igreja está ou não disposta a submeter-se apenas à autoridade de Deus ou se ela renunciará sua chamada a fim de honrar deuses insignificantes.

A igreja precisa despertar para o seu status como minoridade moral e apegar-se firmemente ao evangelho, cuja pregação nos foi confiada. Ao fazer isso, as fontes profundas da verdade imutável revelarão a igreja como um oásis doador de vida em meio ao deserto moral de nossa sociedade.

Traduzido por: Wellington Ferreira

Copyright:

© R. Albert Mohler Jr.

Traduzido do original em inglês: Keeping The Faith In a Faithless Age: The Church As The Moral Minority.

www.albertmohler.com

Fonte: Editora Fiel

terça-feira, 10 de novembro de 2009

O QUE SERÁ ILEGAL QUANDO A HOMOSSEXUALIDADE FÔR [totalmente] LEGAL.

Rosinha Tricolor escreveu um comentário. Veja aqui.

Primeiramente, muito obrigado por tua participação e comentário. Saiba que os comentários como o teu são sempre bem-vindos. Vejo que você está interessada na ideia, e não nas pessoas. Se me permite, comentarei o teu comentário. Estava pronto para responder cada ponto. Mas, por falta de mais tempo, deixei pra lá. Então, navegando num dos seguidores deste blog, encontrei o excelente texto abaixo. É do Pr. David Cloud. Rosinha, se tal aconteceu e acontece por lá, o que dirá acá?

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Se a homossexualidade for completamente legalizada e se aos ativistas (pró-)gays forem dados todos os direitos por eles requeridos, nós do ocidente seremos roubados de muitas liberdades das quais desfrutamos desde então. Não é uma suposição, mas um julgamento baseado em fatos atuais. O direito à liberdade de expressão e o direito ao livre exercício da religião - este particularmente - serão efetivamente destruídos.

QUANDO A HOMOSSEXUALIDADE FOR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCÊ NÃO TERÁ MAIS O DIREITO DE DIZER QUALQUER COISA QUE POSSA PARECER CONTRÁRIA A ELA!

Em 1997 Jo Ann Knight foi demitida pelo departamento de saúde pública de Connecticut após ter aconselhado biblicamente um casal homossexual a respeito da salvação e da necessidade de arrependimento de pecados. A função de Jô Ann era supervisionar o atendimento do serviço Medicare [o SUS americano] voltado para pacientes que necessitavam de tratamento caseiro. Os homossexuais prestaram queixa junto à comissão de Direitos Humanos. Uma corte municipal apoiou a demissão de Jô Ann alegando que seu discurso religioso ofendeu seus clientes e interferiu no desempenho de seus deveres.

Em 2000 Evelyn Bodett foi demitida da CoxCom Cable por expressar seu ponto de vista bíblico (contrário à homossexualidade) a uma lésbica sua subordinada. Alegaram que através disso ela estava coagindo e assediando a subordinada, contrariamente à política de tolerância da Companhia. A lésbica, Keley Carson, pediu a opinião de Bodett referente a sua recente separação de sua parceira homossexual, e Evelyn lhe deu seu parecer bíblico de que homossexualidade é pecado. Kelley reclamou com um supervisor. O 9º Tribunal de Apelação acolheu [deu vitória a] a alegação de discriminação religiosa de Kelley.

Em 2001 Richard Peterson foi demitido da Hewlett-Packard após ter ele postado versículos condenando homossexualidade. Peterson, funcionário da casa por quase 21 anos, enviou os versículos em resposta ao programa de política de diversidade da Companhia que requeria aceitação da homossexualidade. O 9º Tribunal de Apelação determinou em 2004 que Petterson não foi demitido por causa de suas crenças religiosas. Comentando a questão, o conselheiro-chefe do Centro para Lei e Política da Associação Americana da Família disse: "A nova lei no local de trabalho parece ser ‘Bíblia fora, diversidade dentro'".("Using Caesar's Sword", Ágape Press March 19, 2004).

Em 2002 ativistas homossexuais tentaram no Concilio da Cidade de Ferndale (em Michigan) demitir o capelão voluntário da polícia, Tom Hansen, por declarar seus pontos de vista bíblicos contra a homossexualidade. O grupo Soulforce alegou que Hansen, pastor de uma igreja batista, estava praticando ‘violência espiritual'contra homossexuais dizendo que isso [ser gay] é pecaminoso. O dividido concilio municipal optou por não demitir o pastor, mas publicou uma resolução condenando-o por suas opiniões "anti-gays".

Em 2002 Rolf Szabo foi demitido da Eastman Kodak por discordar da política de diversidade da empresa. O programa, "Cultura Vitoriosa e Inclusiva", não aceita "comentários negativos" referentes a empregados "gays, lésbicas, bissexuais ou transexuais". Após a Companhia ter liberado um memorando eletrônico em Outubro de 2002 anunciando o dia da "liberação" para os funcionários homossexuais e solicitando completo encorajamento e aceitação a eles, Rolf retrucou na mesma lista de e-mail (1.000empregados), "Encarecidamente não me mande mais esse tipo de informação, pois a acho de mau gosto e ofensiva. Obrigado". Por ter recusado desculpar e submeter-se a política de diversidade da empresa, Rolf foi DEMITIDO. Ele trabalhou na Kodak por 23 anos.

Em 2002, em Saskatchean no Canadá, o jornal A Estrela Fênix de Saskatoon e Hugh Owens foram INTIMADOS a pagar $1,500 a três ativistas homossexuais pela publicação de um anúncio em 1997 citando versículos bíblicos referentes à homossexualidade. Nele havia 4 passagens bíblicas contra a homossexualidade(Romanos 1; Levíticos 18.22 e 20.13; I Coríntios 6.9,10) em sua margem esquerda. Um sinal de igual (=) estava situado ao meio, com um símbolo à direita de dois homens de mãos dadas dentro de um circulo vermelho só que com uma faixa vermelha riscando-os [Como a placa de É Expressamente Proibido Estacionar]. Owens pagou pelo anúncio e o jornal simplesmente o publicou. A Comissão de Direitos Humanos decidiu recorrer da sentença.Em Fevereiro de 2003 a Corte de Queen's Bench em Saskatchewan recusou indeferi-lo com o juiz J. Barclay dizendo que o anúncio fora uma incitação à intolerância. Mas em Abril de 2006 a determinação[contrária ao irmão Owens?] foi indeferida pela Corte de Apelações de Saskatchewan.

Em 2003 a cidade de Oakland, no Estado da Califórnia rotulou um banner publicado num boletim interno de uma empresa como ‘homofóbico' pois usava os termos ‘o casamento e a família naturais "(Suit to decide Workplace ‘Hate Speech", "The Washington Times, June 11,2007). O banner, que foi publicado por Regina Rederford e Robin Christy, foi removido após uma lésbica ter reclamado ao escritório da procuradoria municipal alegando que o anúncio a fizera sentir-se" excluída ". Quando Rederford e Cristy apelaram à corte municipal alegando que os direitos da Primeira Emenda haviam sido violados eles perderam nas instancias municipais, estaduais e municipais tendo a Corte de Apelos da 9ª Circunscrição dos Estados Unidos deliberado CONTRA eles. O caso foi levado à Suprema Corte.

Em Junho de 2004 o pastor pentecostal Ake Green na Suécia tornou-se o primeiro na EU (União Européia) a ser acusado por "crimes de ódio". Ele foi condenado por denunciar a homossexualidade como "algo doentio" ,"anormal' e "um tumor profundo no corpo da sociedade" e sentenciado a 1 mês de detenção. A condenação foi indeferida por uma Corte de Apelação.

Em Outubro de 2004 11 cristãos junto com a organização Repent America que estavam protestando numa manifestação homossexual em Filadélfia, Estado da Pensilvânia, foram presos e incriminados com uma lista de crimes. Em Fevereiro de 2005 quatro membros do grupo foram julgados por 3 crimes e 4 delitose a juíza indeferiu o processo.A juíza da Corte de Apelações Comuns, Pamela Dembe, disse "Não podemos sufocar um discurso por que não queremos ouvi-lo ou por que não queremos ouvi-lo agora".("Judge Drops Charges", Baptist Press, Feb. 18, 2005).(Os ativistas homossexuais reclamaram que o grupo estava perturbando seu programa e recusando as advertências policiais para se retirar, mas a juíza determinou que eles nada fizeram de ilegal).

Em 2005 em Calgary, no Canadá, o bispo católico romano Fred Henry citado por dois reclamantes diante da Comissão de Direitos Humanos de Alberta após publicar uma carta pastoral defendendo a definição tradicional de casamento no inicio daquele mesmo ano.("Canada's Human Rights Beef with Catolics", Zenit, Feb. 5,2008). O bispo disse ao Zenit: "O clima social de hoje é que nós estamos numa nova forma de censura e controle ideológico, e as comissões estão sendo usadas como polícias para esses fins".[i.e, o direitos humanos e outras ONGs têm sido usados como policiais e censores ideológicos PRÓ-GAYS]

Em Janeiro de 2006, o vereador católico John DeCicco, de Kamloops, na Columbia Britânica no Canadá foi multado em $1.000 e obrigado a desculpar-se por dizer que homossexualidade não é "normal nem natural" (Lifesitenews, Jan. 19, 2007). Em suas declarações, que foram feitas durante uma reunião da câmara, DeCicco estava expressando a doutrina oficial de sua igreja. O valor das multas vai para dois homossexuais que entraram com a reclamação. DeCicco também foi forcado a publicar uma nota dizendo que suas declarações foram "inapropriadas e dolorosas para alguns". DeCicco disse ao LifeSiteNews, "Não sou contra gays e lésbicas mas não concordo que eu deveria assinar isso".

Após ter pregado contra o homossexualismo no funeral de um companheiro de farda em Setembro de 2006, o Sargento Eric Holyfield do Departamento de Policia de Los Angeles foi removido de sua posição em Relações Comunitárias, rebaixado para o patrulhamento e preterido para promoções e aumentos ("Police Office Sues LAPD and Los Angeles, Alleging Religious Discrimination", Los Angeles Times, July 2, 2008). Em sua exaltação, Holyfield, que também é pastor, citou versos bíblicos provando que homossexualidade é uma abominação diante de DEUS e que o individuo deve arrepender-se ou ser condenado ao inferno. O Oficial de Comando de Holyfield, que estava presente no funeral, foi quem preencheu uma reclamação formal contra ele.

Em Fevereiro de 2007 processos foram movidos diante da Comissão de Direitos Humanos no Canadá contra a revista católica Insight e o padre Alphonse de Valk, um famoso ativista pró-vida, por citar referências bíblicas e da igreja refutando o casamento entre parceiros do mesmo sexo. O processo foi movido pelo ativista homossexual Rob Wells, um membro do Centro de Orgulho Gay, Lésbico e Transexual de Edmonton. Ele acusa a revista de promover ‘ódio e contenda' contra homossexuais. De Valk diz "O ponto de vista principal da igreja é que o ato homossexual é um pecado, mas nós amamos o pecador", completa dizendo que opor-se ao casamento de parceiros do mesmo sexo não é o mesmo que rejeitar os homossexuais como pessoas("Canada's Human Rights Beef with Catholis,"Zenit, Feb. 5, 2008).

Em 2007 o partido Herança Cristã, do Canadá, e seu líder Ron Gray foram investigados pela Comissão de Direitos Humanos (CHRC) após ter um ativista pró-gay reclamado que foi ofendido pelo material publicado na página do partido. O ativista, Rob Wells, também movera processos contra Craig Chandler (em Alberta) e Alphonse de Valk e a publicação católica Insight Magazine.Um dos artigos dos quais Wells reclamou foi um de 29 de Abril de 2002, um relatório publicado pelo WorldNetDaily in America citando uma descoberta de que a pedofilia é mais comum entre homossexuais(http://wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=27431). Outro artigo, escrito por Ron Gray, protestou uma norma canadense para legalização do casamento de parceiros do mesmo sexo. O autor disse no mesmo artigo "Os cristãos são provavelmente os melhores amigos que os homossexuais têm no mundo pois queremos vê-los livres de um vício que irá encurtar suas vidas neste mundo e condená-los no [mundo]futuro.Eu não sou motivado pelo ódio. Ouso pensar que bem poucos, se não alguns, cristãos verdadeiros são motivados pelo ódio em suas respostas a essas questões. É uma questão de compaixão. Quem te ama realmente? Aquele que te conta a verdade mesmo quando ela dói ou quem te diz que tudo está ok mesmo quando você está descendo ladeira abaixo? A Bíblia diz "Leais são as feridas feitas pelo amigo, mas os beijos de um inimigo são enganosos"[Provérbios 27.6]("Christian Political Party before Humans Rights Commission,"LifeSiteNews, Nov.27,2007). Disse mais: "Eu realmente penso ser este um caso muito crucial pois se uma agência governamental como a dos Direitos Humanos pode ditar a um partido político aquilo que ele deve incluir ou não em suas declarações , nós temos regredido rumo ao totalitarismo."".

Em Junho de 2007 uma coalizão de igrejas protestantes brasileiras foi ordenada a parar sua campanha chamada "Em defesa da família" e remover os dizeres "Homossexualidade: DEUS os fez homem e mulher, e viu que era bom!" "Uma ordem judicial decretou a remoção dos cartazes e o cancelamento de um evento público marcado pelo grupo para incentivar a defesa dos valores familiares, alegando que o evento era ‘homofóbico'"("Brazil Attacks against Family Defenders."LifeSitenews, July 30, 2007)

Em Junho de 2008 Stephen Boisson, um jovem pastor evangélico, foi proibido de expressar oposição ao homossexualismo em qualquer fórum(chat) público e ordenado a pagar $7,000 por "danos pela dor e sofrimentos" ao ativista pró-gays que moveu o processo. O problema começou em 2002 quando Boisson escreveu uma carta ao editor do jornal Red Deer Advocate (em Alberta, Canadá) e denunciou o avanço do ativismo homossexual nas escolas.Sob o título "Agenda Homossexual Perversa" seu artigo dizia: "Crianças novas como as de 5 e 6 anos de idade estão sujeitas à psicológica e fisiologicamente danosa instrução pró-gay no sistema educacional: tudo sob a falsa guisa de direitos iguais". Isso ofendeu um professor homossexual chamado Darren Lund que reclamou junto ao Tribunal de Direitos Humanos de Alberta.

Em Maio de 2008, Crystal Dixon foi demitida de seu cargo de vice-presidente-sócia do RH da Universidade de Toledo após ter escrito um editorial para o Toledo Free Prees[*free mesmo?] expressando suas opiniões sobre homossexualidade. Ela discordou que os ‘direitos gays' podiam ser comparados às lutas dos afro-americanos por direitos civis. Ela disse: "Como mulher negra tenho grande suspeita de que aqueles que escolheram o estilo de vida homossexual sejam ‘vítimas de direitos civis'. Eis o porquê. Eu não posso acordar de manhã e não ser uma mulher negra. Eu sou genética e biologicamente uma mulher negra e muito grata por sê-lo assim, como O meu Criador quis".("Homosexuality Editorial Puts 1st Amendment on Trial", WorldNetDaily, Dec 2. 2008).Dixon foi DEMITIDA pelo presidente da universidade, LIoyd Jacobs, que condenou suas declarações. Robert Gagnon, autor de "Homosexuality and the Bible: Two Views", condenou a universidade, dizendo que tais atitudes "provêm do estado Stalinista, Soviético. É o tipo de eliminação de qualquer expressão ou diferença de opinião".

Em Julho de 2008 Marcia Walden foi DEMITIDA de seu emprego no conselho da Computer Sciences Corporation após ter indicado um paciente homossexual a outro conselheiro para o mesmo aconselhamento contra relacionamentos entre parceiros do mesmo sexo ("Counselor fired over Christian Beliefs", OneNewsNow, July 18,2008).

Em Dezembro de 2008 A Autoridade para Padronização Publicitária Irlandesa baniu o anúncio de um jornal de uma igreja de Belfast reclamando que era ofensivo e indecente. O anúncio, entitulado "A Palavra de DEUS contra a Sodomia", foi lançado pela Igreja Presbiteriana Livre de Sandown para coincidir com a parada do Orgulho Gay de Belfast. "A Autoridade para Padronização Publicitária Irlandesa deferiu as reclamações de 7 membros da Parada Gay que sentiram que o anúncio era homofóbico, alegando que tinha ‘ofendido a muitos dos leitores' "("Church Ad Banned," Christian Post, Dec. 3, 2008). Este órgão governamental tem portanto determinado que a Bíblia é ofensiva e indecente e que suas declarações podem ser banidas se elas injuriarem alguns.

Também em Dezembro de 2008, Graham Cogman foi DEMITIDO da policia de Norfolk, na Inglaterra, por enviar e-mails para colegas citando versículos bíblicos e "sugerindo que relacionamento homossexual é pecaminoso"("Office Force to Quit after 15 Years", Daily Mail, Dec. 6, 2008).Cogman, de 50 anos, esteve na polícia por 15 anos e recebeu 3 COMMENDATIONS. Ele disse ao Daily Mail: "No ambiente de trabalho como um todo há um sentimento de medo. Há uma determinada inclinação contra a fé - qualquer fé - se ela tem um ponto de vista critico em relação ao relacionamento homossexual. A opção mais fácil pra mim seria a de ter me mantido quieto mas quando há tanto preconceito para com um ponto de vista, como isso pode ser certo? Isso não me soa como igualdade e diversidade. Não tenho preocupações quanto aquilo que as pessoas fazem em suas vidas privadas - sejam elas gays, THAT'S FINE. Eu não tinha/tenho PERSEGUIDO alguém maldosamente." Graham Cogman está apelando da decisão.

QUANDO A HOMOSEXUALIDADE FÔR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCÊ NÃO PODERÁ INDICAR MINISTROS PRA AUXILIAR OS HOMOSSEXUAIS A DEIXAR SEU ESTILO DE VIDA!

O texto seguinte foi extraído de "Now it's EX-‘gays' getting PUMMELED" WorldNetDaily, 28 de Maio de 2008:

"Regina Griggs, a diretora executiva da Pais e Amigos de Ex-Gays(PFOX), disse que sua organização e seus colaboradores têm sido repetidamente atacados simplesmente por causa de sua mensagem: de que existem os ex-homossexuais. Alguns ataques foram físicos como o de 2007 na Feira do Condado de Arlington".

"Griggs disse na ocasião, "Os gays ficaram furiosos quando nossos voluntários testemunharam sobre o abandono da homossexualidade. ...Um ativista homossexual masculino veio de bem longe para golpear nosso voluntário porque ele recusou RENUNCIAR seu testemunho de ex-gay."".

"A Feira foi um dos eventos nos quais a PFOX foi admitida. Muitos outros movimento de maior influência na América hoje, como a National Education Association, e a Associação de Pais e Mestres, simplesmente RECUSARAM permitir que a PFOX participasse em seus eventos".

"Os que condenam homossexualidade também se deparam com manifestos virtuais. Quando Sally Kern, uma procuradora de Oklahoma, verbalmente rejeitou o discurso da opção homossexual como uma ameaça, sua caixa postal foi inundada por 10.000 e-mails num ataque coordenado por seus opositores. Alguns ameaçavam-na..."

"Griggs disse ao WorldnetDayly que o movimento (pró-gay) está se tornando mais agressivo em ensinar que a homossexualidade é algo com o qual a pessoa nasce mas não que ela tenha escolhido por quaisquer razões."

"Temos um corpo docente ensinando que a homossexualidade é inata. Temos juízes DETERMINANDO que as escolas não são obrigadas a transmitir a informação [educação sexual] baseada em fatos. Basicamente eles têm silenciado qualquer um que mantém uma opinião diferente. Sua única preocupação é a promoção da idéia de que homossexualidade é algo normal, natural e saudável e que teria todos os privilégios do casamento. Se você traz isso pra uma perspectiva cristã, isso te torna um ‘homófobo'''. Regina Griggs fez a declaração anterior referindo-se a uma diretora da Universidade de Toledo que foi demitida por dar seu testemunho pessoal referente à homossexualidade".Os ativistas pró-gays não querem igualdade, eles querem controle total ", disse".

"Cada ano milhares de homens e mulheres com atração para parceiros do mesmo sexo tomam a decisão pessoal de abandonar a homossexualidade por meio de terapias reparativas, ministérios para ex-gays e grupos de aconselhamento. Sua escolha é algo que somente eles podem fazer. Contudo, existem aqueles que recusam respeitar essa escolha e ousam ATACAR o grupo de ex-gays

.Conseqüentemente, ex-gays estão sujeitos a um crescente ambiente hostil no qual eles são insultados ou atacados como divulgadores do ódio e discriminação simplesmente por que eles ousam existir", disse Regina Griggs.

No Brasil, onde o movimento dos direitos gays é muito avançado, a Associação de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais (ABGLT) moveu um processo contra Rozângela Alves Justino, uma psicóloga que oferece terapia para homossexuais que desejam mudar sua inclinação ("Flurry of Lawsuits", LifeSitenews, Aug. 29, 2007).

QUANDO A HOMOSEXUALIDADE FÔR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCÊ NÃO PODERÁ USAR AS EXPRESSÕES PAI/MÃE, ESPOSO/ESPOSA.

A legalização da homossexualidade já está começando a destruir o conceito de pai e mãe, marido e mulher.

As novas certidões de casamento no Estado da Califórnia substituem "esposo/esposa" por "Parte A e Parte B."

Na Escócia, professores em muitas das grandes cidades têm banido os cartões do Dia dos Pais este ano como para não ofender alunos filhos de mães solteiras ou lésbicas. O London Telegraph noticia, "O plano do politicamente correto foi adotado silenciosamente nas escolas ‘no interesse da sensibilidade' a respeito do crescente número de pais solteiros e companheiros de mesmo sexo".(Father's Day Cards Banned ", June 20, 2008)".

Ano passado o Serviço Nacional Escocês de Saúde aprovou um procedimento para os trabalhadores da saúde MAL-ENTITULADO "Justo para Todos". Na verdade, o procedimento é "justo" pra ninguém, pois destrói o direito de liberdade de expressão e proíbe o uso de termos bíblicos e históricos como MÃE e PAI (se alguns pacientes tiverem duas DUAS MÃES ou DOIS PAIS) e ESPOSO e ESPOSA, definindo isso como LINGUAGEM HOMOFÓBICA.Essas expressões podem ser substituídas pelos termos PARCEIRO ou ELES/DELES (Ed Vitagliano, "There is only one acceptance way to talk about homosexuality - SILENCE!" OneNewsNow.com, May 31, 2007). O plano será estritamente posto em vigor.

Em Maio de 2007 o senado californiano aprovou a Lei SB 777. Se aprovada pela Assembléia Estadual e sancionada pelo governador, banirá qualquer discurso em todo sistema público de ensino que ‘reflita ou promova inclinação contra' homossexualidade, transexuais, bissexuais ou daqueles que perceberam no gênero. A proibição se aplicaria até mesmo sobre discussões. Randy Thomasson, da Campanha Para as Crianças e Famílias, alerta que referências aos termos ‘mãe' e ‘pai' seriam provavelmente banidos no caso desse programa idiota se tornar lei("Lawmakers Pass redefinition of ‘Sex', the Berean Call, June oito, 2007).

QUANDO A HOMOSEXUALIDADE FÔR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCE NÃO PODERÁ RECUSAR ATENDER HOMOSSEXUAIS EM SEUS ESTABELECIMENTOS

Em 2001 em Toronto, no Canadá, o dono de uma gráfica chamado Scott Brockie foi multado em $5,000 por recusar imprimir papéis de carta com temas homossexuais para o grupo Canadian Gay and Lesbians Archives. A comissária deste caso da Comissão de Direitos Humanos foi Heather MacNaughton.

Em 2001 uma ginecologista cristã da Costa Norte do Grupo Women's Care na cidade de Vista, na Califórnia, foi processada por uma lésbica por recusar dar-lhe o tratamento de fertilização in vitro devido às suas convicções religiosas. A dra. Christine Brody tem objeções religiosas quanto à gravidez e partos fora do matrimônio, mas um colega médico indicou a paciente Benitez a um outro especialista e a clínica concordou em pagar quaisquer custos envolvidos no fato de que o serviço do especialista não era coberto pelo plano de saúde da paciente lésbica("Another Type of Conscientious Objector," American Civil Rights Union Blog, April 30, 2007). A despeito disso e a despeito do fato de Guadalupe Benitez ter engravidado e de carregar um menino em seu ventre, ela moveu uma ação. Em Maio de 2008 a Suprema corte da Califórnia ouviu os argumentos do caso. "Analistas do Direito crêem que o direito da paciente ao tratamento médico subjugará as crenças religiosas da médica. Um juiz sugeriu aos médicos buscar um novo ramo de trabalho("When Gay Rights and Religious Liberties Clash," National Public Radio, June 13, 2008).

Em 2005 um grupo de Cavaleiros de Colombo da Columbia Britânica foi obrigado a pagar $2,000 a duas lésbicas, mais seus custos legais, por recusar permitir sua dependência para ser usada para o ‘casamento' delas. A comissária dos Direitos Humanos neste caso foi Heather Macnaughton.[*A mesma do caso da gráfica, de Scott Brockie].

Em 2007, após uma organização metodista em Nova Jersey ter recusado alugar sua dependência para a cerimônia civil de casamento de um casal de lésbicas, abriu-se um processo na Divisão Estadual de Direitos Civis contra a Ocean Grove Camp Meeting Association, alegando que desde que a propriedade metodista era aberta para o uso público, não podia discriminar contrariamente os homossexuais. O Estado revogou a taxa de isenção do casal para a propriedade. O Pr Scott Hoffman, administrador da associação, disse que eles recusaram alugar a dependência por causa do princípio teológico do casamento entre homem e mulher. Eles estão apelando à Corte Estadual. Este processo surgiu tão logo Nova Jersey legalizou a união civil entre parceiros do mesmo sexo.

Em Abril de 2008 a Comissão de Direitos Humanos dos Novo México multou um estúdio fotográfico cristão em $6,000 por discriminação contra homossexuais. Elaine Huguenin e seu esposo Jon, co-proprietários do Elane Photography em Albuquerque, EDUCADAMENTE recusaram fotografar a ‘cerimônia de votos' de um casal de lésbicas. Uma delas, Vanessa Willock, moveu um processo junto a Comissão dos Direitos Humanos do Estado do Novo México reclamando que o casal Huguenins discriminou-a por causa de sua ‘orientação sexual'. Jordan Lorence, um advogado junto à Alliance Defense Fund, que está representando o casal Huguenins, disse: "Essa decisão é um espantoso desrespeito à liberdade religiosa e às liberdades da Primeira Emenda do povo crente, dos Cristãos, e daqueles que acreditam no casamento tradicional definido como entre um homem e uma mulher. Isso mostra a bem desconcertante autoritária face dos ativistas pró-gays, que estão usando as leis de não-discriminação como armas contra os cristãos em seus negócios seculares e em suas igrejas"("New México Commission Orders Fine," OneNewsNow, April 11, 2008). O doutor Lorence crê que os Huguenins ganharão no apelo da decisão, mas ele alerta para o fato de que isso é como leis similares em 19 outros estados, e que o proposto ‘Ato de não-discriminação no emprego' pode ser levianamente usado para silenciar crenças bíblicas.

Devido às reclamações de direitos civis e processos movidos por homossexuais, o eHarmony, serviço de encontros on-line foi FORÇADO a estabelecer um serviço para indivíduos do mesmo sexo e a pagar pesadas indenizações financeiras. Um acordo com a divisão dos direitos humanos de Nova Jersey exige que a página instale um serviço de encontro de parceiros homossexuais, dando aos primeiros 10.000 registrados uma inscrição gratuita por 6 meses, anuncie essa nova promoção, e pague ao cliente que moveu o processo contra ela $5,000 e $50,000 ao Estado por despesas legais(Christian News, Nov. 19, 2008). Isso não inclui a centena de milhares de dólares que a companhia gastou para defender-se contra as injustas acusações por mais de três anos. Você poderia pensar que os ativistas homossexuais se dariam por satisfeitos mas ainda não foi o bastante. O ativistas querem SANGRAR a compania ainda mais e os confusos juízes do Estado da Califórnia são seus ABETTORS. A Corte Superior de Los Angeles determinou em 20 de Novembro que um(a) ação judicial contra o eHarmony pode prosseguir. Portanto, cada "gay, lésbica e individuo bissexual" que tenha tentado usar a página desde Maio de 2004 pode clamar por danos, e a juíza do caso, Victoria Chaney, disse que a parte ofendida não precisa demonstrar dano recente.Basta somente afirmar que visitou a página para buscar um parceiro de mesmo sexo e foi recusado("Class Action Lawsuit, " Online Dating Magazine, Nov 20, 2008).

QUANDO A HOMOSSEXUALIDADE FÔR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCÊ NÃO PODERÁ RECUSAR EMPREGO A UM HOMOSSEXUAL.

Em Janeiro de 2002 o Tribunal de Direitos Humanos do Estado da Columbia Britânica requeriu uma multa de $7500 contra a Vancouver Rape Relief Society[Sociedade para Orientação de vítimas de estupro, na cidade de Vancouver] por ter recusado proporcionar um macho-fêmea "transexual" fazer parte do treinamento para conselheiro do atendimento às vítimas de estupro. Em um artigo em sua webpage(16/04/2000) argumentou que opera somente com o atendimento a mulheres e que não é incorreto excluir um indivíduo que cresceu como um homem e cujas clientes possam não aceitar como mulher. O processo original foi aberto em 1995. A comissária do tribunal que impôs a solapadora sentença foi Heather Macnaughton.[A mesma do caso da gráfica e do casal de lésbicas que queria alugar um salão para o seu casamento]

Em Julho de 2007 um homossexual ganhou um processo de discriminação trabalhista contra a Igreja da Inglaterra. Após John Reaney ter sido recusado para um trabalho en Cardiff, Gales, ele reclamou ao governo que ele estava sendo ilegalmente discriminado por causa de sua orientação sexual. O Tribunal do Trabalho concordou. Os ativistas pró-gays regozijaram-se com a determinação. Um deles disse que " a igreja deve aprender que negar emprego às pessoas FUNDAMENTADA em sua sexualidade não é mais aceitável"("Gay Christian Wins Job Tribunal Against Church of England," Daily Mail, July 18, 2007)

QUANDO A HOMOSEXUALIDADE FÔR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCÊ NÃO PODERÁ EXECUTAR AS LEIS PÚBLICAS ANTINUDISMO E DE ATENTADO AO PUDOR

Em Junho de 2008 ativistas transexuais tiraram suas roupas em um rally público em Northampton, Massachusetts. Eles escolheram Northampton, por ser uma das três cidades em Massachusetts que têm leis proibindo discriminação contra transexuais. Amy Contrada, uma líder no movimento chamado Resistência Massiva, explicou:

"Com o estabelecimento das leis antidiscriminação não tem como um policial prender uma mulher por estar de topless pois ela pode dizer que não é mulher, e apoiada pela lei, ela pode determinar se é mulher ou não"(" Transgender Activists Remove Clothing in Public," WorldNetDaily, June 17, 2008).

Já em muitas cidades americanas tem-se feito vista grossa para a lei pública de antinudismo durante festivais homossexuais. Isso tem ocorrido em San Francisco, por exemplo. Há ocorrências não só de nudismo mas de relações sexuais feitas em público durante feira anual da Folsom Street e outros festivais de ‘orgulho gay', e a polícia simplesmente aguarda e observa.

"Homens nus envolvidos em muitas situações de sexo explicito em via pública enquanto policiais, a pé ou de bicicleta, reunidos próximos não dando atenção à imposição da lei pública do desacato ao pudor, segundo um relatório do último festival-gay em San Francisco".

"O comportamento foi documentado pelo fotógrafos de um evento chamado ‘Up Your Alley', o qual foi patrocinado pelo mesmo grupo que organiza o festival municipal Outono-gay e a Feira da Folsom Street, as quais WND tem noticiado."

" ‘Considere como autoridades de governo liberal como o Prefeito Gavin Newsom têm corrompido os policiais estipulando que a policia não inspecione atos explícitos de nudez e indecência nos festivais gays', disse um repórter do Americans for Truth no gráfico de atividades registrado no evento.

"Que honra pode haver em proteger a prática pública de perversões e nudez odiosas nas ruas da cidade? A vergonha da alcovitagem política é transferida para o corpo policial, que foi concebido para ser o guardião da lei e da ordem públicas", disse o chefe organizador, Peter laBarbera".("San Francisco Fest Features Public Sex with no Arrests, " WorldNetDaily, Aug. 7, 2008).

QUANDO O HOMOSEXUALISMO FÔR TOTALMENTE LEGALIZADO, VOCÊ NÃO PODERÁ CONTAR A VERDADE SOBRE A DEGRADAÇÃO MORAL DOS HOMOSSEXUAIS

A Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transexuais(ABLGT)moveu uma enxurrada de processos contra páginas que expõem o fato de que o líder do movimento homossexual brasileiro, Luiz Mott, é um promotor da pedofilia e pederastia("Flurry of Lawsuits, " LifeSiteNews, Aug 30, 2007). "Os sites, Mídia sem máscara, Centro Cristão Apologético de Pesquisas, e Jesussite, foram acusados de ‘charlatanismo, infâmia, difamação, e calúnia', por ter citado várias declarações do líder da ABLGT apoiando pedofilia. A ABLGT esta buscando uma ação judicial bem como por reparação financeira."

QUANDO O HOMOSSEXUALISMO FÔR TOTALMENTE LEGALIZADO, AS MULHERES TERÃO DE COMPARTILHAR OS MESMOS BANHEIROS, PROVADORES DE ROUPA, DORMITÓRIOS...

Em Junho de 2008 o governador do Estado do Colorado, Bill Ritter, sancionou uma lei tornando ilegal negar a alguém o acesso às acomodações públicas, incluindo banheiros e outros ambientes de uso privado, baseado na identificação sexual ou mesmo na "PERCEPÇÃO" da identidade sexual("Bíblical Message Now Criminalized,"WorldNetDaily, June 12,2008). James Dobson disse: "Quem creria que o Legislativo do Colorado e seu governador legalizariam plenamente a entrada de homens e o seu uso dos banheiros femininos em aviso ou explicação? Doravante toda mulher e qualquer menininha temerão que um predador, bissexual, travesti ou ainda um homossexual ou heterossexual masculino entre e troque suas roupas na frente delas."

Isso já está acontecendo no Estado de Massachusetts. Considere uma audiência pública na Assembléia Legislativa em Março 4, 2008. A audiência foi da Junta Comitê do Judiciário sobre o "documento dos direitos transexuais e crimes odiosos" e foi dominada por ativistas pró-gays. O grupo Resistência Massiva relatou: "Aguardávamos algo como um grupo de homens vestidos de mulher entrando nos banheiros femininos da Assembléia Legislativa e mulheres entrando nos masculinos - quando durante a reunião os ativistas foram extraordinariamente sinceros sobre as suas crenças de que o direito ao livre acesso irá ESTORVAR o conforto público com seu comportamento"("When the Wicked Seize a State," http://www.sliceoflaodicea.com).

QUANDO O HOMOSSEXUALISMO FÔR TOTALMENTE LEGALIZADO, VOCÊ NÃO PODERÁ RECUSAR A ADOÇÃO DE CRIANCAS POR CASAIS GAYS.

"ORFANATOS católicos em Massachusetts recusaram colocar crianças em lares de casais de mesmo sexo, contrariamente à lei estadual. Após uma batalha jurídica -- durante a qual o presidente do senado disse que não toleraria um documento ‘perdoando a discriminação'. Os orfanatos católicos aboliram o serviço de adoção em 2006" ("When Gay Rights and Religious Liberties Clash", National Public Radio, June 13, 2008).

"Um casal gay no Estado da Califórnia inscreveu-se no Adoption Profiles, um serviço de Internet do Arizona que busca recém-nascidos para pais adotivos. A solicitação do casal foi negada baseada nas crenças religiosas dos proprietários do serviço de adoção. O casal protestou na corte Federal do Distrito de San Francisco. AS DUAS PARTES contrárias à companhia de adoção disseram que ela não mais atuará no Estado da Califórnia".(National Public Radio, June 13, 2008).

QUANDO A HOMOSSEXUALIDADE FÔR TOTALMENTE LEGALIZADA, VOCÊ NÃO PODERÁ IMPEDIR HOMOSSEXUAIS DE PRATICAREM SEXO EM PÚBLICO.

Quando o prefeito da cidade de Fort Lauderdale, Florida, propôs em Julho de 2007 que a cidade gastasse $250,000 em banheiros eletrônicos para a praia visando refrear atos homossexuais nos demais banheiros e também parques públicos, os homossexuais acusaram o prefeito de ter aversão e exigiram pedido de desculpas.

Em resposta ele se desculpou, mas não aos homossexuais. Ele disse: "Eu não estava informado quanto a quão sério era o problema de atividades homossexuais que ocorriam nos banheiros e espaços públicos em Broward e particularmente na cidade de Fort Lauderdale. Fui inteirado quanto a isso e quero me desculpar aos pais e filhos de nossa comunidade por não estar ciente do problema. Isso é totalmente inaceitável para mim. Não penso que em nome da ‘inclusão' e da ‘tolerância' qualquer de nós deveria tolerar isso" ("Fort Lauderdale Mayor Criticized", Florida Baptist Witness, Aug 2, 2007)

Isso enfureceu mais ainda os ativistas homossexuais e eles mantiveram uma ocupação na Câmara Municipal. Matt Foreman, da National Gay and Lesbian Task Force chamou o prefeito de "fanático" e disse que "deveriam evitá-lo em todo lugar que for e não permitir qualquer reunião com ele onde haja pessoas decentes." O comissário municipal Carlton Moore bradou, "Nós, como comunidade, temos que nos unir contra o ódio".

Muitos parques públicos estão listados nas páginas dos grupos homossexuais como locais recomendáveis para relações imorais. Em Junho de 2008 os guardas do Parque Estadual da Pensilvânia prenderam 3 homens num parque desses e acusaram-lhes de atos obcenos.("PA Park Rangers Crack Down,"OneNewsNow.com, June 18, 2008).

Se os ativistas pró-gays conseguirem aprovação, e se aos homossexuais dar-se permissão para expor publicamente seu estilo de vida como lhes convier, a resposta dada pelo prefeito de Fort Lauderdale ( do caso dos banheiros) e a atitude dos guardas florestais da Pensilvânia serão considerados atos ILEGAIS.

CONCLUSÃO

Em resumo, AS CRENÇAS BÍBLICO-CRISTÃS SERÃO ILEGAIS QUANDO O HOMOSSEXUALISMO FÔR TOTALMENTE LEGALIZADO , mas nada disso é novidade para o cristão bíblico.O Senhor Jesus Cristo igualou os últimos dias aos de Sodoma e Gomorra (LUCAS 17.28,29). E o apóstolo Paulo profetizou:

"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos. Porque haverá homens amantes de si mesmos, avarentos, presunçosos, soberbos, blasfemos, desobedientes a pais e mães, ingratos, profanos, sem afeto natural, irreconciliáveis, caluniadores, incontinentes,cruéis, sem amor para com os bons,traidores, obstinados, orgulhosos, mais amigos dos deleites do que amigos de DEUS, tendo aparência de piedade, mas negando a eficácia dela. Destes afasta-te.(II Timóteo 3.1-5)

Não nos surpreende a perversidade que agora varre o mundo, mas é nossa responsabilidade resistirmos pela Palavra dO Senhor até que Cristo venha.

Se nós temos os direitos à liberdade de expressão e religião e não os usamos para proclamar a palavra de DEUS, então não merecemos tais direitos.

E não importa o quão má essa hora possa ser, não devemos nos desesperar. Temos todas a promessas de um DEUS que não pode mentir.

"Admoesto-te, pois,antes de tudo, que se façam deprecações, orações, intercessões e ações de graças, por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda piedade e honestidade; porque isto é bom e agradável diante de DEUS nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade."(II Timóteo 2.1-4)

"mas no dia em que Ló saiu de Sodoma choveu do céu fogo e enxofre, e os consumiu a todos. Assim será no dia em que O Filho do Homem se há de manifestar." (Lucas 17.29-30)

Fonte: Carro de Fogo; Way of Life