quinta-feira, 14 de maio de 2009

Na mira anti-“homofóbica” da censura estatal

A análise do blogueiro Júlio Severo, quanto aos posts encontrados abaixo (nos links indicados), faz-nos pensar que estamos chegando ao estágio em que a classe discriminada, mas sem ONG que a proteja, será o branco (porque Negro, Índio, Mulher e Criança têm ONGs que os defendam!), hetero (porque há ONGs que defendem os homos), classe média (porque tem ONG que defendo o pobre, o povo), monogâmico (porque há quem defenda o sexo livre), fiel (porque há quem defenda o adultério), trabalhador, honesto, cidadão (porque há os direitozumanus). Por favor, crie-se uma ONG que defenda aquela classe tão esquecida e perseguida! Daqui a pouco todos aqueles que têm estas características não mais poderão sair de suas casas, não mais ingressarão em Universidades, Concursos Públicos, Empresas etc., pois não estarão nas cotas.....Enfim, quem precisa deste tipo de gente, não é mesmo? É Proibido ser branco, hetero, classe média, monogâmico, fiel, trabalhador, honesto, cidadão....
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Já viu o Pr. Silas Malafaia pregando pela televisão que homossexualismo é pecado? Ou então já teve oportunidade de ver R. R. Soares ou outro pregador explicando que a Bíblia condena o homossexualismo?

Aproveite para gravar esses programas e quando tiver chance, grave também o Papa Bento 16 em seus pronunciamentos condenando explicitamente os atos homossexuais, porque no que depender do governo Lula, programas de TV e rádio que transmitem posições contrárias à homossexualidade serão obrigados a levar a classificação de “impróprios para menores de 18 anos”.

Não, o que você está lendo não é delírio, nem deste autor, nem dos leitores. É puro delírio ideológico estatal se transformando em pesadelo político.

Hoje, 14 de maio, conforme informação do Blog Reinaldo Azevedo e do jornal esquerdista Folha de S. Paulo, a Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência do Brasil estará lançando um plano de promoção da cidadania de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais). É dentro desse plano que consta medida do governo Lula de “classificar como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo homofóbico”.

Programa do Silas Malafaia? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.

Programa do R. R. Soares? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.

Pronunciamento televisivo do papa? Classificação do governo Lula: “Programa com conteúdo homofóbico. Impróprio para crianças e adolescentes”.

E se os cristãos se acovardarem, se submetendo a essa tirania fascista, muitos outros programas evangélicos e católicos serão classificados como “homofóbicos” e “impróprios para crianças e adolescentes”.

O que não será classificado como “impróprio para crianças e adolescentes” são os livros, cartilhas e aulas a favor do homossexualismo nas escolas públicas. Aliás, esses livros, cartilhas e aulas serão classificados como obrigatórios para crianças de todas as idades.

O Estado se sente à vontade para doutrinar crianças em todos os tipos de imoralidade, homossexual ou não. Não há censura para essa doutrinação imoral, pois quem faz a censura é o próprio Estado.

Se um homem da rua se aproximasse de seu filho e ensinasse a ele as mesmas obscenidades que o Estado ensina nas escolas, seria caso de polícia. Por que o Estado, quando comete os mesmos crimes, merece isenção quando estupra psicologicamente as crianças?

Não só as estupra, mas também quer classificar como criminosas todas as pessoas que tentem, mediante pregações ou alertas aos pais, proteger as crianças desse estupro.

As aulas de educação sexual pornográfica que louvam o homossexualismo não podem ser classificadas como “impróprias para crianças e adolescentes”, pois têm a aprovação do Estado socialista pró-homossexualismo.

Contudo, programas de TV e rádio evangélicos e católicos agora correm o risco de serem classificados como “moralmente nocivos”, “homofóbicos”, “impróprios para crianças e adolescentes” e outros títulos, até que o clima social esteja pronto para adotar medidas mais sérias, inclusive cadeia, para quem ousar violar os padrões estatais de comportamento.

Quando o assunto é dar de bandeja mimos e privilégios para os fascistas homossexuais, o coro estatal, fartamente pago com o dinheiro de nossos impostos, grita: “Tudo”.

Para os cristãos? “Nada”, “censura”, “cadeia”, etc.

Pesquisa recente de uma entidade ligada ao PT apurou que 99% da população do Brasil não aceitam o homossexualismo. Como é que esses 99% aceitam passivamente que o governo Lula implante e proteja suas imorais políticas pró-homossexualismo e trabalhe para criminalizar a posição de 99% da população?

Possivelmente, com tantos absurdos inacreditáveis, o povo brasileiro ache que isso tudo é irreal e não pode estar acontecendo. Enquanto o povo delira em fantasias sobre seu governo, achando que é impossível que um governo possa ser tão maligno assim, o delírio ideológico do governo Lula — e suas medidas para implantá-lo — não tem limites.

Fonte: http://juliosevero.blogspot.com/2009/05/na-mira-anti-homofobica-da-censura.html

Postado por Gaspar de Souza

MAS O QUE QUEREM OS GAYS?

Eis o post do Reinaldo Azevedo. Como sempre, fantástico! Não deixem de ler.

Sou favorável que o Presidente Lula seja o primeiro a pagar pelo que "crime de homofobia". No vídeo abaixo, vejam vocês, a postura do r. Presidente. Quem é, afinal, é "doente perverso" e "preconceituoso", Sr. Presidente?
Vejam o vídeo, depois leiam o comentário de Reinaldo Azevedo:



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No clipping desta madrugada, vocês encontram trecho de uma reportagem da Folha que informa que a União quer classificar programas de TV com “conteúdo homofóbico”. Não é preciso ser um gênio para perceber que já se começa a trilhar o terreno da censura. Eu me oponho a qualquer forma de ação do estado que limite a liberdade de expressão — inclusive a dos idiotas. E que cada um arque na Justiça com o peso do que disser. É tudo muito simples.

Sou freqüentemente acusado de sionista por conta das minhas opiniões sobre os conflitos israelo-palestinos, por exemplo. Os mais tresloucados estão convencidos de que sou um agente do Mossad. Pois é. Mas acho bobagem que se proíba, por exemplo, a publicação de livros que neguem o Holocausto. A proibição faz com que celerados como Ahmadinejad mobilizem a cabeça oca conspiratória dos imbecis: “Se é proibido negar, então é porque eles têm medo da verdade”. Entenderam? Os tolos têm de ser combatidos à luz do dia. “Ah, então ações concretas contra grupos raciais ou minorias devem ser permitidas?” O quê? Intimidação? Não! Devem ser contidas com o uso da polícia mesmo. Cana nos vagabundos! Ademais, cumpre não confundir o revisionismo, por mais estúpido que seja, com incitação ao ódio. Adiante.

Há programas humorísticos de TV que fazem troça de homossexuais? Há. Mas também fazem pilhéria dos gordos, dos magros, dos feios, dos bonitos, dos doentes, dos saudáveis... ALIÁS, NENHUMA CATEGORIA, SE ASSIM POSSO CHAMAR, É MAIS HUMILHADA E DISCRIMINADA, HOJE EM DIA, NOS PRODUTOS DA INDÚSTRIA CULTURAL, DO QUE O QUE EU CHAMARIA DE HOMEM MÉDIO! Pobre do coitado que for um desses trabalhadores que fazem tudo certinho, que pagam os impostos, que seguem as leis, que cuidam da sua família, que têm uma existência, digamos, banal. É logo tratado como um medíocre, um bobalhão, que é até ruim de cama.

Há um filme na praça que não vi e não vou ver, um desses caça-níqueis com atores de TV, chamado Divã. Falo do que dá para perceber no trailer. Pela pegada se percebe o tamanho do gigante. Uma mulher de meia-idade — casada com um desses maridos chatos que gostam de assistir a jogo de futebol na TV, apenas regulamentar na cama, sem grandes arroubos — decide cair na farra. E descobre o mundo. É a versão para as massas do “bovarismo”. Emma Bovary, como sabem os que leram, quebrou a cara. As Emmas da cultura de massa são bem-sucedidas: encontram a felicidade na era da psicanálise de revista entre feminina e feminista. Basta pôr chifre no marido, que um horizonte se abre... Preconceito? É. Um preconceito da correção política.

O que há fazer nessa guerra de valores? Ora, que cada um brigue pela sua verdade. Mas podemos perfeitamente bem deixar o estado fora disso. Afinal, o que querem os gays? Um aparato repressivo que proíba as piadas consideradas indesejadas? O mesmo devem fazer as outras chamadas “minorias”? Viveremos numa sociedade em que todos patrulham todos, transformando o humor em manifesto político? Pergunto: um homossexual poderá ser acusado de homofobia se chamar um outro homossexual de “veado” (ou “viado”, na versão popular)? Nas novelas e filmes, os gays deverão ser apresentados sempre como exemplos de caráter virtuoso? O mau-caratismo passará a ser uma prerrogativa apenas dos heterossexuais? Ou ainda: os heterossexuais têm o direito de reclamar das caricaturas que se fazem do “machão”, sempre meio bronco e de raciocínio curto?

O politicamente correto é a mais detestável das formas de censura porque exercida por pessoas que se querem dotadas de valores humanistas superiores. Acreditam, como os inquisidores, que estão perseguindo pessoas para o bem da humanidade e até dos próprios perseguidos. Rezavam enquanto o corpo do pecador ardia. Estavam crentes de que tinham acabado de vencer mais uma luta contra o demônio ao libertar aquele corpo.

Fonte: http://veja.abril.com.br/blogs/reinaldo/

Postado por Gaspar de Souza

União quer classificar programas de TV com conteúdo homofóbico


Lá do blogão do Reinaldo Azevedo. Mais uma tiro na democracia! A Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência do Brasil pretende impedir programas que façam referências ao homossexualismo como não natural como "impróprio para menores de 18 anos!". Minha nossa! 18 anos???? Mas não é impróprio para esses menores as novelas, os filmes, os comercias com nudez, a erotização, a sexualização e banalização do sexo? Não é impróprio para menores as cartilhas sobre "sexo seguro" lançada pelo Governo Federal para todas as idades (5 - 19 anos)? Na verdade, o que se vê é o fechamento do cerco do anti-governo Lula em conceder mais direitos de alguns, diminuindo os de outros. Leiam a matéria abaixo. Volto depois.
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Por Angela Pinho, na Folha:

O governo federal quer classificar como impróprios para crianças e adolescentes programas de TV com conteúdo homofóbico. A medida consta de um plano de promoção da cidadania de LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) que será lançado hoje à tarde pela Secretaria dos Direitos Humanos da Presidência.

O plano tem propostas feitas na última Conferência Nacional de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais, em junho do ano passado. As ideias foram analisadas por 18 ministérios, que descartaram algumas e chancelaram outras.

Há ações previstas nas áreas de educação, saúde, segurança pública e cultura, entre outras. O documento estabelece que a classificação etária dos programas com conteúdo homofóbico se dará de acordo com as regras de classificação indicativa do Ministério da Justiça. Elas são ditadas pela portaria número 1.220 de 2007 -embora o plano faça menção à de número 264, já revogada. A reclassificação pode abranger desde programas de humor até outros em que religiosos atacam a homossexualidade, mas não se aplicam a programas jornalísticos, esportivos e à publicidade.

Como inapropriadas para crianças e adolescentes, as atrações terão que exibir selo com a mensagem "não recomendado para menores de 18 anos" -portanto, "inadequados" para exibição entre 6h e 23h, segundo o secretário Nacional de Justiça, Romeu Tuma Jr. "O ideal é que não fossem exibidas em horário nenhum."

A classificação indicativa é feita pelas emissoras, mas o Ministério da Justiça faz um acompanhamento dos programas e pode mudá-la mediante procedimento administrativo.

O plano prevê que comissão "intersetorial" a ser constituída pelo Ministério da Justiça analise programas de auditório e de humor. Ela não terá poder de veto, mas fará recomendações, diz Eduardo Santarelo, coordenador do programa Brasil Sem Homofobia da Secretaria dos Direitos Humanos.

Segundo ele, o plano é o primeiro marco normativo do governo especificamente para essa área, já que o Legislativo pouco avançou no que diz respeito a temas como união civil e adoção por homossexuais.
Postado por Gaspar de Souza

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Mais um ataque de um ex-cristão

O artigo abaixo é uma resposta à entrevista de Bart Ehrman sobre seu novo livro: Jesus, Interrupted. Michelson Borges fornece uma boa resposta às alegações de Bart. Leiam.
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Por Michelson Borges em 12/5/2009

A revista Época desta semana traz entrevista com o norte-americano Bart Ehrman. Ele cresceu em uma família religiosa, mas acabou abandonado o cristianismo por não acreditar que Deus poderia estar no "comando de um mundo cheio de dor e sofrimento". Professor de estudos religiosos na Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Ehrman já escreveu 21 livros sobre religião, incluindo Verdade e Ficção em O Código Da Vinci, sobre o best-seller de Dan Brown, e O que Jesus Disse? O que Jesus Não Disse? – Quem mudou a Bíblia e por quê, que figurou entre os mais vendidos na lista do jornal The New York Times. Agora, em Jesus, Interrupted (ainda sem tradução), que será lançado no Brasil no segundo semestre, Ehrman tenta revelar as "contradições" da Bíblia, que "provam", segundo ele, que o livro não foi enviado à humanidade por Deus. Leia aqui alguns trechos da entrevista:


"Não me considero um ateu e não acho que estou fazendo a mesma coisa que esses autores [Dawkins, Harris, e outros]. Eles têm feito coisas boas, mas estão atacando a religião sem conhecer muito. Quando eu escrevo, faço isso como alguém que já esteve profundamente envolvido com a Cristandade, mas que agora a rejeitou. Por isso, a minha perspectiva é completamente diferente. ... Fui criado na Igreja Protestante e fui um cristão muito ativo por vários anos. Mas eu deixei a cristandade não por conta dos meus estudos históricos sobre a Bíblia, mas por não conseguir mais acreditar que poderia haver um deus no comando deste mundo cheio de dor e sofrimento (...)."


"O título [Jesus, Interrupted (em tradução livre: Jesus, interrompido)] significa que há inúmeras vozes diferentes falando no Novo Testamento. São autores diferentes, que possuem pontos de vista diferentes e que, muitas vezes, são conflitantes. Com tantas vozes assim falando no mesmo livro, muitas vezes é impossível escutar a voz do Jesus histórico, porque ele foi interrompido por outras pessoas."

Visões são excludentes

Esse argumento das "contradições" nos evangelhos volta e meia é ressuscitado por alguém com o fito de atacar as Escrituras Sagradas. Que os evangelhos foram escritos por pessoas diferentes, com pontos de vista, objetivos e estilos diferentes, não há cristão esclarecido que negue. Aliás, essa é uma das grandes evidências de que o Novo Testamento é um documento confiável. As testemunhas oculares costumam variar e, às vezes, até divergir nos detalhes secundários de seu relato, enquanto concordam nos elementos mais importantes da história. Se os evangelistas tivessem participado de um complô para criar uma religião ou se seus sucessores tivessem esse objetivo, teriam suprimido qualquer aparente contradição entre seus relatos e teriam evitado detalhes constrangedores a respeito de si mesmos e da religião que estariam fundando.

Na verdade, conforme o próprio Ehrman admite, seu problema é com a existência do sofrimento num mundo que se crê criado por um Deus de amor. Sem compreender o pano de fundo histórico apresentado pela Bíblia e conhecido como o Grande Conflito cósmico entre o mal e o bem, fica mesmo difícil explicar a origem do mal. (Recomendo a leitura de A Anatomia de uma Dor, de C. S. Lewis [Ed. Vida], e O Mal e a Justiça de Deus, de N. T. Wright [Ultimato].)

Ehrman prossegue: "São muitas discrepâncias [na Bíblia], mas é possível destacar duas. O apóstolo Paulo, por exemplo, acha que a pessoa chega a Deus apenas pela fé, e não pelo que faz. No capítulo 24 de Mateus, no entanto, nós lemos que boas ações levam ao reino dos céus. Essas duas visões são excludentes em um assunto determinante, que é a salvação."

Prerrogativa divina

Admira alguém que se diz ex-cristão não conhecer a dinâmica do assunto graça e obras, na Bíblia. Bem resumidamente, o que todos os autores bíblicos que tocam no assunto explicam é que somos salvos pela graça e julgados pelas obras. A obediência (obras) é consequência natural da salvação, e não a causa dela. O mesmo Paulo que fala da graça, em Romanos 3:24, por exemplo, também enaltece a lei, em Romanos 7:22.

Outra do Ehrman: "Também há visões diferentes sobre quem era Jesus. No evangelho de João, Jesus é Deus, mas nos textos atribuídos a Marcos, Mateus e Lucas não há nada sobre isso. No evangelho de Mateus fica claro que ele acredita que Jesus é um ser humano, e que é o Messias. A Igreja acabou juntando essas duas visões, de que ele é humano e divino, e criou um conceito que não está escrito nem em João e nem em Mateus."

Parece que o ex-cristão não leu a Bíblia direito. Os evangelhos narram as "blasfêmias" de Jesus, que foram bem claras, pois houve momentos em que os líderes judeus quiseram apedrejá-Lo por Se considerar Deus. Ele perdoou pecados, o que é uma prerrogativa divina; se autodenominou Eu Sou, expressão típica para se referir a Yahweh etc.

Alguns dólares com livros polêmicos

"Se [a Bíblia foi entregue a nós diretamente por Deus], por que não temos a Bíblia original? Por que temos apenas manuscritos escritos mais tarde e que não são iguais? Essas diferenças mostram que não existe um livro com inspiração divina que foi entregue a nós", questiona Ehrman. O fato de existirem muitos manuscritos (com pequenas e naturais variantes que em nada comprometem as doutrinas bíblicas), na verdade, atesta a confiabilidade da Bíblia. Se existissem apenas os manuscritos originais e esses se perdessem ou fossem danificados, como garantir a veracidade deles ou a integridade da mensagem? Graças a Deus, várias cópias da Bíblia se espalharam rapidamente, garantindo que seu conteúdo fosse preservado. O trabalho dos estudiosos consiste em comparar as diversas versões que, como disse, concordam grandemente entre si.

Finalmente, Ehrman diz que "o problema é que há um certo tipo de fé cristã que diz que a Bíblia não tem erros e é infalível, e eu não concordo com isso. Eu não sou o único que pensa assim". De fato, ele não é o único que pensa que a Bíblia não é inerrante. Só que, em lugar de procurar entender o processo de inspiração mental pelo qual a Revelação nos foi dada, Bart Ehrman prefere se acastelar na dúvida e ganhar alguns dólares com livros polêmicos escritos para vender.

Livros como o dele vêm e vão. A Palavra de Deus dura para sempre.




Postado por Gaspar de Souza

Socialismo na Bíblia? Mitos e verdades

O post abaixo foi escrito pelo Pb. Solano Portela. Bom que se leia e reflita. Estamos em fases em que ser socialista é chique. Ruim mesmo é ser conservador, liberal(não confundir com o termo teológico Liberal), democrata etc. Bom, fiquem com a avaliação sadia do Pb. Solano Portela.
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Fico impressionado como tantos cristãos embarcam na visão político-econômica socialista. Não me espanta que ela leve de roldão grande parte da “intelectualidade” do mundo ocidental, bem como aquelas cabeças não pensantes, que seguem a opinião majoritária por pura necessidade de aceitação comunitária. Afinal, o socialismo é uma visão bem humanista que enaltece a bondade nata das pessoas. Nada que nos surpreenda que ele seja abraçado por aqueles que não gostam da realidade do Deus verdadeiro, revelado nas Escrituras, com seus princípios de justiça e demandas de soberania plena. O que me assusta é o contorcionismo teológico e exegético feito por alguns para achar na Bíblia justificativa para sua crença socialista (ou, quiçá, marxista), ignorando as evidências contrárias e os princípios que contradizem essa corrente de pensar.

Nesse sentido, recebi há um tempo uma carta dizendo que temos o registro bíblico de que as terras alocadas ao Povo de Israel, quando este adentrou a palestina, foram repartidas igualmente. Todos teriam recebido porções semelhantes. Isso seria uma prova do ideário socialista nas Escrituras. Acontece que a afirmação simplesmente não corresponde à realidade.

As tribos se posicionaram em locais diferentes de acordo com a circunstância da conquista e conforme as alianças (algumas espúrias) que foram fazendo. Umas terras eram mais férteis do que outras; umas mais planas e aráveis do que as da tribo vizinha; e assim por diante. As determinações iniciais para a repartição colocaram aquele povo em movimento, mas depois ele foi seguindo o curso da história, com as desigualdades características de qualquer sociedade ou sistema, com o pecado presente no coração das pessoas — se bem que sempre sendo confrontado com a Lei de Deus. Essa lei visava punir o faltoso, proteger o inocente, preservar certos direitos individuais, de propriedade e impedir que os carentes fossem abandonados na sua fraqueza.

Assim, na teocracia estabelecida à nação de Israel o código civil e penal foi colocado para garantir as liberdades individuais e para lidar com as manifestações do pecado. Nunca houve a visão ingênua de que a “terra prometida” era um lugar sem pecado e sem a necessidade de controles. Um desses controles, admitimos, era a proibição de grandes latifúndios, com a reversão de transações comerciais processadas ao longo dos anos, à tribo e aos proprietários originais.

Esse dispositivo, de limitação latifundiária, é um sistema interessante e, como todo o resto da legislação civil e judicial de Israel, de extremo valor didático para nós, mas não tem caráter normativo. Deveríamos pensar como tais salvaguardas poderiam ser implantadas em nossa sociedade, estudando cuidadosamente o contexto de suas circunstâncias, pois emanaram de um Deus que é todo sabedoria. Mas enquanto procuramos abstrair o princípio, não há determinação de aplicabilidade idêntica ou in totum à nossa sociedade. Não devemos esquecer, também, que o direito de propriedade privada é plenamente assegurado não apenas na legislação civil e judicial do estado judaico vetero-testamentário, mas na própria lei moral, com o oitavo mandamento (“não furtarás”), repetidamente reafirmado em todo o restante da Bíblia, inclusive no Novo Testamento.

Não existe, portanto, nada que se situe mais longe do sistema teocrático de Israel do que o socialismo, comunismo ou marxismo. Querer ler isso nos registros históricos do Povo de Deus é caminhar em terreno pantanoso que tragará a argumentação e o seu defensor — se praticar coerentemente o que prega.

Reconhecendo isso, alguns proponentes mais insistentes passam a defender que a visão socialista é algo típico do Novo Testamento, apelando ao registro de Atos 2.42-47 — à comunidade de bens. Mas a exegese correta do relato, à luz do contexto textual e histórico, não fornece qualquer base para um modelo comunista de governo aplicável às nações da terra. Primeiro, temos aqui um registro histórico-descritivo de um micro-cosmo social existente entre cristãos, não uma definição prescritiva aos governos e governantes (um texto prescritivo é, por exemplo, a passagem claramente anti-socialista de 2 Ts 3.10 — “se alguém não quer trabalhar, também não coma”). Segundo, temos um contexto histórico no qual a igreja se encontrava acuada e sob perseguição, na perene tentativa satânica de destruição dela. Terceiro, temos o caráter voluntário da iniciativa da comunhão dos bens, e não estatalmente determinativo; isso é substanciado, em adição, pelo próprio Pedro nas palavras proferidas a Ananias e Safira.

Precisamos, como cristãos, reconhecer que essa moda de subscrição à cartilha socialista, que perdura há várias décadas, é carente de sustentação teológica e capenga em uma premissa que é totalmente anti-bíblica: a bondade natural do homem.

Qualquer sistema de governo, seja qual for o seu rótulo, que reconheça certas bênçãos advindas da graça comum divina — como o direito à liberdade, à iniciativa individual, à propriedade privada — e que tenha em sua estrutura salvaguardas e controles que lidem com o pecado e a violência, tem mais possibilidades de refletir princípios de justiça divina e prover com que as riquezas do país sejam revertidas em benefício dos cidadãos que o compõem, diminuindo assim a perspectiva de fome, carências e violências.

O governo eficaz respeita a propriedade, controla e pune malfeitores (não o empreendedor e o cidadão ordeiro comum); essa é a função primordial dele, conforme Rm 13. Depois disso, ele reconhece e galardoa os cidadãos de bem, principalmente certificando-se não de que todos sejam iguais, mas de que todos possuam iguais oportunidades de desenvolverem suas individualidades e talentos específicos.




Postado por Gaspar de Souza

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro afirma ter o heterossexual direito a entender que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença.


O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro ao julgar uma apelação em Ação Popular proposta pelo cidadão Eduardo Banks contra o Estado do Rio de Janeiro, no ano de 2002, com intuito de anular o repasse de recursos que financiavam a “VII Parada de Orgulho Gay” em 30/06/2002, no então governo da Sra. Benedita da Silva, decidiu ser legitima manifestação pública contra o incentivo a homossexualidade.

A Justiça decidiu entre outras coisas em 01/04/2009, que é legítimo aos cidadãos heterossexuais, o direito de expressarem o seu pensamento a luz dos valores morais, éticos e religiosos, no que diz respeito a entenderem ser a homossexualidade um desvio de conduta, uma doença, algo que cause mal à sociedade humana, devendo tal comportamento ser reprimido e não apoiado pela sociedade.

Tal conduta não pode ser entendida como é crime ou ato discriminatório, pois é legítimo o direito de expressão de ambos os lados no sistema jurídico vigente.

O acórdão faz uma abordagem do legítimo direito das pessoas, com base nas garantias constitucionais (art. 5º) de liberdade religiosa de crença, consciência e culto, e liberdade de expressão de emitir suas opiniões, de forma pacífica, sem sofrer QUALQUER TIPO DE RESTRIÇÃO por parte do Estado ou grupo de minorias.

O Acórdão do Tribunal do Rio de Janeiro de forma direta é totalmente contrário à instituição de uma mordaça gay, pois os cidadãos são livres no seu pensar e agir, com base em sua fé e valores.

Assim, esta decisão judicial reforça mais uma vez as graves inconstitucionalidades que o PLC 122/06 (lei da homofobia) tenta inserir no sistema jurídico brasileiro, criminalizando opiniões em benefício de um grupo de interesses, com ofensas à lei maior.
A decisão é atual e coerente com os valores constitucionais da liberdade de expressão e consciência.

Espero que esta decisão do Tribunal de Justiça mais moderno do país auxilie aos Senadores a entender ser inconstitucional criar uma lei que criminalize opiniões no tocante a homossexualidade, logo o PLC 122/2006 deve ser REJEITADO por grave violação a Carta Constitucional e a boa redação e técnica legislativa.

Divulgue esta decisão jurisprudencial para que outros Tribunais tenham a mesma coragem de não se curvar a movimentos ou patrulhamento de grupos contra o estado democratico de direito e a liberdade de expressão.
Veja o teor parcial do acórdão:

“...Contudo, também, não se pode negar aos cidadãos heterossexuais o direito de, com base em sua fé religiosa ou em outros princípios éticos e morais, entenderem que a homossexualidade é um desvio de comportamento, uma doença, ou seja, algo que cause mal à pessoa humana e à sociedade, devendo ser reprimida e tratada e não divulgada e apoiada pela sociedade. Assim, não se pode negar ao autor o direito de lutar, de forma pacífica, para conter os atos sociais que representem incentivos à prática da homossexualidade e, principalmente, com apoio de entes públicos e, muito menos, com recursos financeiros. Trata- se de direito à liberdade de pensamento, de religião e de expressão....”

Tribunal de Justiça- Décima Primeira Câmara Cível
Apelação Cível nº. 2008.001.65.473
Relator:Desembargador Claudio de Mello Tavares

Fonte: Blog Dr. Zenóbio Fonseca
(http://zenobiofonseca.blogspot.com/)

Postado por Gaspar de Souza

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Muçulmanos egípcios utilizam a gripe suína como pretexto para perseguir cristãos

Temos sempre alertado que existe uma perseguição em andamento. Não é a perseguição contra Gay, Negros ou Mulheres. É a perseguição aos Cristãos! A matéria abaixo mostra o que tem acontecido. Leiam e comentem.
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No Egito, os cristãos coptas vivem predominantemente dos negócios relacionados à criação de porcos. Apesar do nome, a gripe suína não foi detectada em porcos ainda em lugar nenhum do mundo. Entretanto, os muçulmanos do Egito, que consideram o porco um animal impuro, decidiram perseguir os cristãos utilizando como pretexto o extermínio preventivo de suas criações de suínos, o que os priva de seu trabalho e fonte de renda, efetivamente destruindo suas vidas. A campanha tem origem no governo e tem sido apoiada pela mídia que espalha superstições e desinformação sobre os porcos espalharem a doença, a despeito de, reiterando, ser fato conhecido que nenhum animal jamais foi encontrado contaminado. Mesmo assim, o objetivo do governo muçulmano é destruir todas as 400 mil cabeças do gado suíno egípcio.

Segundo líderes cristãos coptas que evidentemente desejam manter seu nome em segredo, a medida tem o objetivo de privar os cristãos de suas rendas, tendo já retirado de alguns milhares de cristãos o seu ganha-pão.Além disso, segundo as mesmas fontes, a campanha é utilizada também como outras formas de perseguição. Pontos de blitz foram localizados nas regiões onde vivem os coptas para "impedir" que tentem transferir os porcos para esconderijos. Os muçulmanos exigem inclusive que os cristãos dispam-se completamente alegando que poderiam estar escondendo porcos embaixo da roupa, ou seja, buscando apenas humilhá-los.


A violência islâmica contra cristãos é recorrente no Egito. Um dos casos mais proeminente ocorreu em 2007 quando muçulmanos atacaram cristãos coptas e suas lojas, incendiando-as. O motivo que incitou a violência: os cristãos desejavam construir uma paróquia. O governo egípcio exige uma pesada burocracia para a construção ou aumento de paróquias, exigindo inúmeras licenças. Todo e qualquer ofício necessita de permissão estatal e os cristãos não podem ocupar cargos de relevância no governo, exército ou na educação.

Os coptas traçam sua origem aos tempos dos apóstolos. O movimento monástico do primeiro milênio teve nos pais do deserto egípcio muitos dos seus principais nomes, incluindo Santo Antoun ("transcrito como "Antão", uma forma anterior de "Antônio"), considerado o pai do monasticismo. Um dos momentos de destaque internacional da religiosidade copta nos últimos anos foram as aparições públicas de Nossa Senhora (http://www.zeitun-eg.org/zeitngal.htm), por vários meses e mesmo com fotografias, em uma igreja na área de Zeitoun, subúrbio de Cairo, o que levou a muitas conversões, mesmo de muçulmanos.



Postado por Gaspar de Souza

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Talvez um Asteroide NÃO matou os dinossauros


Estava traduzindo o artigo da Time, Maybe an Asteroid Didn't Kill the Dinosaursa, quando encontrei o artigo comentado no site do Jornal da Ciência (SBPC). Assim, pra que traduzir o que já foi excelentemente comentado, não é? Segue o do site SBPC e link para a reportagem original para aqueles que leem em inglês.

Quem sabe, um dia, a teoria diluviana ainda venha a ser avaliada?
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Teoria do fim dos dinossauros por conta da queda de um asteróide no México leva grande baque por conta de novo estudo que aponta que extinção teria ocorrido pelo menos 300 mil anos após impacto.
A conhecida teoria de que os dinossauros teriam sido extintos pelas consequências da queda de um asteroide há 65 milhões de anos acaba de levar um importante golpe.Segundo um novo estudo, o impacto que formou a cratera de Chicxulub, no México, com 180 quilômetros de diâmetro, não levou à extinção em massa no fim do período Cretáceo, quando desapareceu uma enorme quantidade de espécies de animais e plantas.
Em artigo publicado na edição desta segunda (27/4) do Journal of the Geological Society, um grupo internacional de pesquisadores descreve que a queda do asteroide teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção.
O estudo, feito a partir de análises em cortes de sedimentos rochosos, foi coordenado por uma das principais opositoras da teoria de que a extinção teria sido provocada pelo impacto, Gerta Keller, da Universidade Princeton, nos Estados Unidos.“Keller e colegas continuam a reunir informações estratigráficas [ramo da geologia que estuda a sucessão das camadas ou estratos que aparecem em um corte geológico] detalhadas que confirmam uma nova compreensão a respeito do impacto de Chicxulub e a extinção no fim do Cretáceo.
"Os dois eventos podem não ter qualquer relação”, disse Richard Lane, diretor da Divisão de Ciências da Terra da National Science Foundation (NSF), que apoiou o estudo.
“Verificamos que entre 4 e 9 metros de sedimentos foram depositados a cerca de 2 ou 3 centímetros a cada mil anos após o impacto. O nível da extinção em massa pode ser observado em sedimentos bem acima desse intervalo”, disse Gerta.
Defensores da teoria de Chicxulub apontam que a cratera e o evento de extinção aparecem distantes no registro sedimentar por conta de distúrbios provocados pelo terremoto ou por um tsunami resultante do impacto do asteroide.
“O problema com essa ideia é que o complexo de arenito não foi depositado por horas e dias, como seria o caso em um tsunami, mas sim por um período muito longo”, disse Keller.
O estudo verificou que os sedimentos que separam os dois eventos são característicos de sedimentação normal, sem evidência de distúrbios estruturais.
Os cientistas também encontraram evidências de que o impacto de Chicxulub não teve o efeito dramático na diversidade de espécies tal qual se estimava.
Em escavação na região de El Penon, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes.
“Não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”, afirmou Gerta.A pesquisadora sugere que a extinção poderia ter sido causada por erupções vulcânicas massivas ocorridas na atual Índia. Os eventos teriam liberado enormes quantidades de gases e poeira que poderiam ter bloqueado grande parte da luz solar e causado efeito estufa de grande dimensão.