Adoração e alegria
Jl 1.16
Org. Charles E. Edwards. Old Paths Gospel Press. S/d. Pags. 30 e 31.
Tradução: Marcos Vasconcelos, julho/2009.
(mv.tradutor@gmail.com)
Eu estou num processo de "perda de peso". Já estava chegando aos 115 quilos! Resolvi, eu mesmo, "vigiar meu peso". Passei a tentar me reeducar na alimentação, em substituir uma refeição, em comer uma fruta entre as refeições, ou seja, na horinha do lanche... só falta me movimentar. O mais engraçado da reeducação alimentar é que sempre, em todo lugar, a cada conversa, lá aparece o alimento: é na TV uma propaganda do Habbib's; do Churrasco; da Pizzaria; na Internet lá estão os belos pratos; entre os amigos um "vamos naquela pizza?" ou "tem um rodízio de churrasco, com uma picanha que é uma beleza". Sem contar os doces, salgados, frituras, batinha....
Os dados foram divulgados hoje (6) pelo Ministério da Saúde, durante o lançamento da campanha Carnaval de Prevenção à Aids, no Rio. As estatísticas apontam para uma feminização da doença. Em 1986, eram 15 homens infectados para cada mulher, proporção que mudou para 15 homens para cada 10 mulheres, a partir de 2002.
No acumulado desde 1982, até junho do ano passado, o país registrou 11.786 casos de aids entre os jovens de 13 e 19 anos. Em 2007, houve 550 n
ovos casos da doença neste grupo, número que foi de 587 em 2008.(Ou seja, ao invés de diminuir, os casos, com a liberação sexual, aumentam; mesmo com "campanha" e camisinha" - Blog)
Segundo o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, houve uma negligência das pessoas quanto à proteção nos últimos anos. "Como a expectativa de vida avançou, o diagnóstico foi ampliado e as pessoas estão vivendo com mais conforto, houve um certo relaxamento no uso do preservativo, que é uma maneira eficaz de impedir a transmissão da aids e de outras doenças sexualmente transmissíveis, além de uma gravidez indesejada”, disse. (Ele tá dizendo: "a culpa é tua, trouxa, porque não usou a "maneira eficaz de impedir" a doença. Eficaz???? Quero perguntar ao Sr. Ministro se ele "transaria" com alguém, sabidamente com uma DST ou AIDS, mesmo com a "maneira eficaz" de impedir a doença)
Políticas para as Mulheres começam a veicular, a partir de hoje, uma campanha pela televisão, rádio, internet e imprensa escrita dirigida ao público jovem. Na primeira semana, até o carnaval, será enfatizada a importância do uso da camisinha. Na semana seguinte, a ênfase será sobre a importância de se fazer o teste anti-HIV, se houver alguma relação de risco, sem proteção (Aqui o benefício da dúvida. Ora, então há a possibilidade da relação sem proteção???? Não diga!!). 
Um grupo de c
ientistas europeus conseguiu estabelecer uma comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos. A pesquisa publicada no New England Journal of Medicine na quarta-feira explica que o paciente está nessa condição vegetativa há sete anos, quando sofreu um acidente de trânsito.
Os médicos das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Liège, na Bélgica, pediram ao paciente belga que imaginasse atividades motoras, como jogar tênis, para responder "sim", e imagens espaciais, como ruas, para indicar "não".
Os especialistas sabiam que cada tipo de pensamento ativaria uma área diferente de seu cérebro. Portanto, por meio de uma técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (IRMF, na sigla em inglês), que monitora a atividade cerebral do paciente em tempo real, eles puderam identificar suas respostas.
O paciente respondeu corretamente a cinco das seis perguntas sobre sua vida pessoal. Ele confirmou, por exemplo, que seu pai se chamava Alexander.
"Nós ficamos atônitos quando vimos os resultados do exame do paciente. Ele foi capaz de responder corretamente às questões que fizemos simplesmente alterando seus pensamentos", disse Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge e um dos coordenadores da pesquisa.
A pesquisa
No total, o grupo trabalhou com 54 pacientes que sofrem de desordem de consciência, dos quais 23 estão em estado vegetativo. Eles também usaram a técnica com voluntários saudáveis, para efeito de comparação.
O repórter da BBC Fergus Walsh também passou pelo teste do IRMF. "Eu passei aos cientistas os nomes de duas mulheres, sendo uma delas a minha mãe. Eu me imaginei jogando tênis quando disseram o nome dela. Em um minuto eles sabiam qual das duas era a minha mãe. Eles também foram capazes de acertar se eu tinha filhos", narrou Walsh.
A pesquisa concluiu que dos 54 pacientes envolvidos, cinco foram capazes de voluntariamente alterar sua atividade cerebral. Três deles demonstraram inclusive algum grau de consciência, mas os outros dois não necessariamente mudaram seus pensamentos conscientemente.
Owen diz que o estudo abre o caminho para que o paciente em estado vegetativo possa tomar decisões quanto ao seu tratamento. "Você poderia perguntar se os pacientes sentem dor e então prescrever algum analgésico, e você poderia ir além e perguntar a eles sobre seu estado emocional", explicou.
O uso dessa técnica pode levantar questões éticas, como por exemplo, se é correto desativar os aparelhos para deixar um paciente em estado vegetativo morrer, já que ele pode ter algum grau de consciência e até capacidade de manifestar vontade própria.
Fonte: Terra
Uma menina de 13 anos afirmou à BBC que sua família, simpatizante do movimento fundamentalista Talebã, tentou transformá-la em uma militante suicida no Paquistão.
O relato abaixo, feito pela garota - chamada Meena -, não tem confirmação independente, mas a polícia diz que acredita que ela esteja falando a verdade e que as informações prestadas por ela são úteis.
Leia abaixo o que Meena contou à repórter da BBC Orla Guerin.
O meu irmão costumava me dizer que o lugar de uma mulher é em casa ou no túmulo. Eu sempre fiquei confinada em casa.
Ele disse: "Se você sair da casa eu vou cortar a sua cabeça e colocá-la no seu peito”.
O meu irmão tinha ido à escola local e batido nas meninas e professoras.
Ele disse que qualquer pessoa que quisesse estudar era um "amigo dos Estados Unidos".
Eu queria ser médica. Eu queria tanto que uma vez sonhei que estava sentada em um hospital, trabalhando como médica. Eu queria ajudar os pobres, os que não têm como pagar consultas.
Comandantes do Talebã costumavam vir à nossa casa. Tinha um bunker subterrâneo ao lado da casa, com energia elétrica.
Era de concreto e muito forte. Os carros passavam por cima dele, mas ninguém percebia o que tinha embaixo. Eles costumavam usar o esconderijo para treinar militantes suicidas.
A maioria era de crianças da minha idade ou mais jovens. Elas estavam acostumadas a estas atividades porque eram pequenas demais para conhecer outra realidade.
'Paraíso'
Eu costumava ver estas crianças entrarem em um veículo e saírem para suas missões. Eles tocavam CDs islâmico para motivá-las.
E eu pensava, "Meu Deus, mais muçulmanos vão ser enterrados". Aí vinham as notícias de que mais muçulmanos tinham sido mortos.
O meu irmão costumava preparar bombas e a minha cunhada também. Ele me disse que iria me ensinar. Eu disse que não. Eu nem olhava o que eles estavam fazendo.
O meu pai e o meu irmão me mandaram realizar um ataque suicida. Eles estavam me pressionando a fazer isso.
Eles me diziam: "Se você fizer isso, vai para o paraíso muito antes de nós." Eu respondia: "Por que vocês não me dizem que eu vou para o inferno muito antes de vocês?"
Todos os dias eles me diziam isto. Todos os dias. Eu era muito jovem quando eles começaram a dizer isso. Eu falei para eles: "E todas as pessoas que vou matar? Elas são todas muçulmanas."
Eles começaram a me bater quando eu me recusei. Eles me bateram sem parar. Eles transformaram a minha vida em um inferno. Eu nunca tive um único momento de felicidade. Eles fizeram tudo, menos me matar.
'Remédio' para o suicida
Eles disseram: "A bomba estará ligada a um botão ou alguma coisa como um controle remoto de televisão. Nós daremos a você este tipo de controle remoto, e você vai para o local."
"Nós também daremos a você um celular, e vamos telefonar e apertar o controle remoto, e você vai explodir com esta bomba".
Eles me disseram que usariam uma quantidade tão grande de explosivos que ninguém nem saberia se era um homem ou uma mulher o responsável pelo ataque.
Eles me disseram que eu tinha que fazer isso.
Tinha um tipo de remédio que eles costumavam dar a militantes suicidas que fazia com que eles ficassem sorridentes, em um transe.
Eles disseram que me dariam aquele remédio, e que eu iria correndo para morrer - com um sorriso. Eu fiquei tão apavorada que decidi preparar meu próprio chá e minha própria comida.
Irmã
Eles amarraram uma bomba na minha irmã, Nahida. Eles amarraram peças retangulares aos dois braços dela, e uma faixa preta em volta das duas pernas dela.
Aí eles conectaram a coisa toda. Ela disse para o meu irmão que a bomba era pesada e que ela não conseguia andar.
Ele disse que ela ficaria mais confortável quando estivesse sentada no carro.
Eles deram o remédio para ela. Mas ela gritava alto pela minha mãe. Ela se dirigia (à mãe) e a abraçava. Quando a minha irmã olhou pra a bomba, ela tremeu.
Aí o meu irmão e o meu pai começaram a bater na minha mãe, e eles gritaram: "Porque você está distraindo a menina da missão dela?"
Eu ouvi a minha irmã dizendo: "Onde está a Meena? Eu quero vê-la." Mas eu não tenho forças. Meu coração não aguenta.
A minha mãe desmaiou quando eles colocaram a minha irmã no carro. O meu irmão disse que o atentado da minha irmã era no Afeganistão.
Eu sempre penso na minha irmã. Ela era saudável e uma menina muito boa. Ela era mais jovem do que eu, mas era mais sábia. A minha mãe costumava me dizer que eu era uma idiota e ela era muito sábia.
Cabra 'da sorte'
O meu irmão estava envolvido no atentado no mercado Khyber Bazaar (na cidade fronteiriça de Peshawar, em outubro de 2009, em que mais de 50 pessoas morreram). Isso foi discutido em casa.
Quando alguém era enviado a algum lugar eles conversavam sobre o alvo.
Eles diziam: "Nós estamos enviando este grupo lá".
Depois dos atentados, eles costumavam comemorar. Eles colocavam colares de flores uns nos outros, como as pessoas faziam quando voltavam do Hajj (peregrinação à Meca).
Quando (a ex-primeira-ministra do Paquistão) Benazir Bhutto morreu, o meu irmão começou a telefonar para todo mundo. Eles começaram a atirar e diziam "Benazir morreu, Benazir morreu". Todo mundo começou a atirar - eles comemoraram até bem tarde.
O meu irmão visitou a casa de um amigo e ganhou uma cabra e uma motocicleta, que trouxe para casa.
Eles costumavam ganhar animais de presente porque havia muitos membros do Talebã para alimentar. Ele me pediu para cuidar da cabra, mas ela fugiu pela porteira. Eu fui atrás dela.
A nossa casa ficava em uma colina. Tinha um córrego mais para baixo. Ela seguiu para o córrego e eu a segui. Um avião passou e fez muito barulho, e teve vibração (este foi um ataque por um helicóptero).
Quando eu olhei de novo para a minha casa, tudo o que pude ver foi uma coluna de fumaça. A minha casa estava em escombros.
Eu não tinha ideia de quantos membros da minha família estavam vivos. Como o local estava cheio de armas e explosivos, eu ouvi grandes explosões.
Aí eu comecei a andar e, na hora das orações do final da tarde, eu cheguei a uma cidadezinha.
As pessoas dizem que eu tenho um coração forte. Eu tinha que ser forte. O que eu podia fazer? Deus não me deixou nem morrer.
Se o meu irmão me pegar, eu vou envenenar a ele e a mim.
O Talebã manda para a morte os filhos de outros. Eles transformam mulheres em viúvas. Eles deveriam sofrer também.
Eu quero que estes membros do Talebã sejam queimados vivos.
Fonte: BBC Online
-se na liturgia das sinagogas. Nestas, após uma invocação inicial, eram recitados o “Shema” (credo baseado em Dt 6.4-9 e outros textos) e o “Tephilah” (conjunto de orações). A seguir, eram lidas passagens do Pentateuco e dos Profetas, seguindo-se uma exposição do texto. Também eram cantados salmos, especialmente o “Hallel” (113-118). Seguindo esse modelo, o culto cristão original foi extremamente simples, constando de orações, cânticos, leituras do Antigo Testamento e das “memórias dos apóstolos”, exortações pelo dirigente, coletas em prol dos carentes e celebração dos sacramentos, em especial a Ceia do Senhor, ou Eucaristia.
os elementos da liturgia, como as belas orações eucarísticas existentes em um antigo manual eclesiástico -- a “Didaquê”. Com o passar do tempo, a liturgia foi se tornando cada vez mais padronizada, sendo usada com pequenas variações em todas as igrejas. O culto tinha duas partes distintas: a Liturgia da Palavra, aberta a todos, e a Liturgia do Cenáculo, somente para os batizados.
e incenso, velas, orações pelos mortos e invocação dos santos e de Maria. A língua utilizada era o latim e o celebrante dava as costas para o povo, o que dificultava a comunicação e a compreensão do culto. O impacto sensorial e emocional da missa era profundo, sendo intensificado pela rica arquitetura e decoração dos templos. No entanto, havia pouca instrução bíblica e limitada edificação espiritual.
maior participação dos fieis no culto a Deus. Agora, os pontos focais da liturgia eram o púlpito e a mesa da comunhão.
nte ainda é que, mesmo sob tais circunstâncias dolorosas, os homens não se arrependem de seus pecados. É o que encontramos em Apocalipse 16. A voz do templo dizia: "Ide, e derramai sobre a terra as sete taças da ira de Deus" (v. 1). Não é preciso lembrar o simbolismo do "sete", ou seja, perfeição e completude. Deus não derramou sua ira como um menino invejoso, birrento, mas como um Deus perfeito, fazendo com que a sua ira seja perfeita.
o, este sim, Inocente e Justo, sem Pecado e agradando ao Seu Pai e absolutamente tudo, sendo-Lhe obediente até à morte. E foi para livrar rebeldes da morte e da ira que o Pai agradou em fazer enfermar o Seu Filho; o Justo pelo injusto! O inocente pelo culpado; o Santo pelos pecadores!