sábado, 19 de dezembro de 2009

A COMPRA DE VOTOS NO PRÓXIMO ANO

Já prevendo a derrota nas urnas em 2010, como deixou claro a Pesquisa Vox Populi (ver abaixo) desta semana (mesmo depois de ir ao ar o programa eleitoral de Lula e Dilma, Serra ganha em todos os cenários em que ele aparece!), o Governo Federal, de modo descarado e contrário à lei eleitoral, ampliará o Bolsa-Cabresto, digo o Bolsa Família para atender mais 1 milhão de famílias. Há algo errado em ampliar a distribuição de recursos? Claro que não! Ao lado disso, também será ampliado os recursos do mitológico PAC, aquele que tem a Dilma como mãe.

Ou seja, como não está dando para vencer na antecipação da corrida eleitoral, o Governo do PT parte para "compra de votos". Ora, não ver estratégia de compra de votos nesta proposta, é, no mínimo, ingenuidade política. Pretende-se, sim, impingir medo na população que vive exclusivamente daquilo que seria apenas um paliativo ou um amparo temporário. Porém, como sou testemunha(tive problemas com alguém que cuidaria de minha filha, mas não quis me deixar assinar sua Carteira de Trabalho para não perder a Bolsa Família que recebia pelos 5 filhos! Não fiquei com a moça!), muitos que estão recebendo tais recursos não pretendem mais trabalhar, pois estão garantidos os "merréis" do fim do mês.

O que se poderia esperar de um partido que procura apenas fazer com que seus dirigentes vivam nababescamente? Que, descaradamente, mantém e manterá a pobreza como fonte estratégica para perpetuar-se no poder?

Está mais do que patente que esta é a proposta deste Governo: ao invés de trabalho e frentes de trabalho, deseja manter a miséria e a pobreza. E aquele que não QUER trabalhar (não o que não pode, mas que não quer mesmo), também não coma. O Governo não está ensinando a pescar; antes, deu, dá e dará a vara, o peixe, o lago. Adivinha quem é a isca para manter os tubarões no poder???

Postado por Gaspar de Souza
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Pesquisa Vox Populi

CENÁRIO 1 - SERRA E CIRO
Candidato 4 a 7/12 11 a 14/12
Serra 39 39
Dilma 17 18
Ciro 13 17
Marina 8 8

CENÁRIO 2 - AÉCIO E CIRO
Candidato 4 a 7/12 11 a 14/12
Aécio 25 24
Ciro 19 23
Dilma 15 17
Marina 10 11


CENÁRIO 3 - SERRA, SEM CIRO
Candidato 4 a 7/12 11 a 14/12
Serra 43 46
Dilma 20 21
Marina 10 11


CENÁRIO 4 - AÉCIO, SEM CIRO
Candidato 4 a 7/12 11 a 14/12
Aécio 29 28
Dilma 21 24
Marina 13 15
Fonte da Pesquisa: Reinaldo Azevedo
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Bolsa Família e PAC podem ter mais recursos no próximo ano

Brasília - A pedido do governo, o relator-geral do Orçamento para 2010, deputado Geraldo Magela (PT-DF), reservou R$ 12 bilhões para o programa Bolsa Família, R$ 1 bilhão a mais que o valor orçado para este ano. De acordo com Magela, os recursos a mais serão suficientes para atender a pretensão do governo de estender o programa para mais 1 milhão de famílias no próximo ano. Ele também vai aumentar os recursos para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Magela informou que a orientação que segue para fechar o relatório final é de manutenção dos programas já existentes. “Não estamos propondo efetivamente nada de novo. Não há intenção do governo de lançar nada novo. A perspectiva é de concluir e de ampliar o que já está funcionando. No caso do Bolsa Família, o governo está propondo ampliar o programa para atender de 900 mil a 1 milhão de famílias”, disse o deputado que pretende entregar na segunda-feira (21) seu relatório final à Comissão Mista de Orçamento.

A expectativa de Magela é que o relatório seja votado ainda na segunda-feira na comissão e na terça-feira pelo Congresso Nacional.

O PAC também será reforçado. O relator vai destinar R$ 29 bilhões para a área de infraestrutura logística do programa, mais do que o dobro do orçado em 2009 que foi de R$ 12 bilhões. Neste valor, está incluído R$ 7,3 bilhões para o programa Minha Casa Minha Vida.

Ontem, a Comisão Mista do Orçamento aprovou uma segunda reestimativa de receitas primárias para o Orçamento 2010, de R$ 1,7 bilhão, apresentada pelo relator das receitas, senador Romero Jucá (PMDB-RR). Os recursos adicionais serão usados por Magela, para atender parte das emendas de bancadas.

“Esse recurso terá que servir para corrigir distorções já que a prioridade foi atender as emendas individuais”, disse o relator que aumentou de R$ 10 milhões para R$ 12,5 milhões o montante destinado a atender emendas apresentadas individualmente por deputados e senadores.

Fonte: Folha de Pernambuco

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

O Mau Exemplo do "Bom Velhinho" Noel

Essa até meus amigos Pr. Jonas e o Pr. Eliseu vão gostar. Já disse para os dois em um programa de TV: o "Papai" Noel é um mau exemplo. Agora vem a confirmação. Tá provado! Ele é um mau exemplo para a garotada. Quem disse isso foi o especialista em saúde pública, Natha Grills e, por cima, ainda publicou suas considerações em revista especializada, caracterizando, assim, a cientificidade da pesquisa...rssss. Pronto, Jonas e Eliseu, agora, além do "bom velhinho" ser considerado um usurpador do Aniversariante de Dezembro, também é um mau exemplo de conduta e hábito.

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Papai Noel, um vilão?

Nathan Grills, especialista em saúde pública da Monash University, da Austrália, afirmou que o Papai Noel é um mau exemplo para as crianças.

Em um artigo publicado na revista especializada British Medical Journal, Grills ressalta que os serviços de saúde pública ainda não analisaram como os hábitos do Papai Noel — com sua figura avantajada e barriga grande — podem ter impacto sobre as pessoas, principalmente as crianças.

O especialista propõe que o Papai Noel ganhe uma imagem mais saudável, a fim de garantir uma influência positiva. Grills diz também que o Papai Noel estimula atitudes perigosas, pois “apesar dos riscos da viagem aérea em alta velocidade, ele nunca foi visto usando cinto de segurança, ou um capacete”.

Para o especialista, a tradição de deixar um copo de conhaque ou vinho para o Papai Noel na noite de Natal incentiva o alcoolismo, e os biscoitos, tortinhas ou copo de leite também deixados para ele promoveriam a obesidade.


Fonte: Opinião e Notícia

A TARA DO PETISMO - CALAR A BOCA DA IMPRENSA!

Não são poucos os Jornalistas que anteveem a destruição e algemas da Imprensa. O Jornal Estadão já está há mais de 140 dias sob ação judicial que o proíbe de noticiar, previamente, qualquer assunto sobre o filho de José Sarney, Fernando Sarney, na operação Boi Barrica. Agora, a tal CONFECOM (não é pra rir!), anuncia que supervisionará a Imprensa por meio de um órgão: Conselho Nacional de Jornalismo (CNJ). Leiam abaixo
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A IMPRENSA PÕE A CORDA À VOLTA DO PRÓPRIO PESCOÇO

A Confecom, a tal Conferência Nacional de Comunicação, que reuniu esquerdistas das mais variadas tonalidades e até algumas empresas interessadas em usar esses bocós como instrumentos para vencer disputas comerciais, terminou ontem. Tratou-se de um verdadeiro show de horrores, conforme o esperado. As propostas aprovadas, que serão tornadas projetos de lei, buscam instituir a ditadura de esquerda na “mídia”. Vale dizer: eles ainda não estão contentes: exigem mais submissão.

As propostas aprovadas submeteriam o jornalismo a um verdadeiro tribunal partidário. E isso não é força de expressão, não. Deve ser entendido literalmente. Os valentes querem criar uma estrovenga que atenderia pelo nome de Observatório Nacional de Mídia e Direitos Humanos. Seu trabalho seria monitorar a “mídia”, com ênfase nas questões ligadas a racismo, diversidade sexual, deficientes, crianças, adolescentes, idosos, movimentos sociais, comunidades indígenas e quilombolas. Só isso.

Parece bacana? É a velha tara dos esquerdistas. Acreditam que os indivíduos não têm discernimento e capacidade de julgar o que vêem, ouvem ou lêem. É necessário que exista uma entidade para fazer a justa interpretação. Vamos a um exemplo aplicado: um comitê como esse certamente consideraria preconceituoso e atentatório ao “movimento social” exibir a imagem em que o MST destrói milhares de pés de laranja numa fazenda invadida.

A Federação Nacional dos Jornalistas, um aparelho do PT coalhado de gente que nunca pisou numa redação, conseguiu aprovar por consenso a criação do Conselho Nacional de Jornalismo, que fiscalizaria os jornalistas pra evitar — e punir, claro! — os desvios éticos. Sim, você entendeu: a ética dos profissionais seria avaliada por um tribunal petista.

É pouco? Para eles, é. Seria também criado um Código de Ética — por quem? Certamente pelos aparelhos da CUT e do PT — que orientaria as punições. Esse código, naturalmente, seria orientado pelo respeito àquilo que as esquerdas consideram a “diversidade”. Os valentes querem ainda que o diploma de jornalista volte a ser obrigatório, o que já foi derrubado pelo STF. E exigem que metade da programação das TVs pagas seja composta de “conteúdo nacional”. Mas há tanto “conteúdo nacional” assim? Eles resolvem o problema: o estado financiaria a “produção regional” — “de qualidade”, evidentemente.

Haveria ainda medidas contra o suposto monopólio da mídia — que têm um único endereço: atingir a Rede Globo. Nesse caso, os “empresários” que participaram daquela porcaria se juntaram aos esquerdistas: já que não conseguem competir com quem é mais competente, apelam ao cartório, coisa típica de estados fascistas, em que os piores triunfam porque são amigos do rei.

Sovietes da mídia
Mas isso ainda não diz tudo. Foi aprovada também uma proposta para a criação de “mecanismos” que servirão para garantir a “participação popular no controle da mídia”. Sim, leitor, eles querem que a vida financeira das empresas de comunicação esteja submetida a seu controle, bem como o conteúdo da programação. Seria, assim, um “soviete da mídia”. Aquele censor cheio de reumatismo da ditadura militar e aquela censora com dores nas varizes seriam substituídos pelos Remelentos & Mafaldinhas do partido.

Tudo isso vai virar projeto de lei. Hoje, não passariam no Congresso. No futuro, não se sabe. Se querem saber como essa gente quer a imprensa, olhem para a Venezuela, a Bolívia, o Equador e a Argentina.

Sujeição voluntária
A julgar pelo que se vê por aí, antes mesmo que a ditadura petista seja oficialmente instituída na imprensa, já se deu a rendição. Rendição? Não! Trata-se de sujeição voluntária, levada a efeito pelos esbirros do partido infiltrados nas redações e pelos bobos.

Com algumas exceções, as empresas de comunicação estão botando a corda à volta do próprio pescoço ao ceder à patrulha e ao não denunciar com a devida firmeza as ameaças óbvias à liberdade de expressão. Em vez disso, há hoje uma penca de gente ocupada unicamente em provar para os petistas que não serve à “oposição”. Servir à oposição significa noticiar qualquer coisa que não seja do interesse do PT e que possa, eventualmente, beneficiar o “outro lado”. Além desses inocentes, há, é claro, os infiltrados mesmo, cujo trabalho é difamar os adversários do “partido”, protegendo a legenda da sanha dos “reacionários”.

Teoria conspiratória? Uma ova! A evidência está naquilo que se lê, se vê e se ouve. A existência da Conferência, suas propostas, o patrocínio oficial ao evento, tudo demonstra a escalada do governo e das esquerdas contra a liberdade de expressão.

Em discurso recente, Lula, que inventou a Confecom junto com Franklin Martins, saudou a liberdade de imprensa. Essa hipocrisia faz parte do jogo. Para todos os efeitos, os esforços para submeter o setor à vontade do PT não partem dele, mas da “sociedade”, dos “movimentos sociais”, das ONGs que lutam “pela cidadania” — todas elas franjas de uma mesma coisa: “o partido”.

No ano que vem, não duvidem, também a liberdade de imprensa estará nas urnas. Franklin Martins, o cardeal Richelieu de Lula e candidato a Jdanov de Dilma, está à espreita. Ele tentou criar uma TV para concorrer com a “imprensa burguesa”. Naufragou.

Só lhe resta tentar destruir a imprensa burguesa, o que fazia parte de seus planos, membro que era do MR-8, quando tinha uma arma na mão e as mesmas idéias torpes na cabeça.

Fonte: Reinaldo Azevedo

Dissonância Cognitiva - Um Obstáculo à Verdade

Leitura altamente recomendade.
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Os judeus Gershon Robinson e Mordechai Steinman escreveram um livro bastante interessante, intitulado A Prova Evidente (São Paulo: Editora Colel, 1996). Recebi-o de presente do amigo e leitor Jackson Leal, de Salvador, BA. Li-o de uma assentada e gostei do conteúdo. Os autores trabalham com aquilo que os psicólogos chamam de dissonância cognitiva – típico bloqueio que acomete pessoas que investiram muito em suas convicções e que muitas vezes as impede de aceitar facilmente ideias novas.

Eles começam explicando: “Estar certo provoca uma sensação de superioridade, ao passo que estar errado ocasiona uma sensação de inferioridade. Portanto, qualquer coisa que sugira que estamos errados é irritante e ocasiona mal-estar; é uma ameaça à nossa autoestima. Quando reconhecemos que estávamos errados e aceitamos a nova informação, é inevitável que nosso ego saia machucado. ... A dissonância cognitiva e algum tipo de reação física sempre ocorrem toda vez que alguém é criticado por algo a que se sente ligado ou é desafiado sobre o que considera verdadeiro. ... Sempre que surge algo que não se enquadra, logo surge a dissonância cognitiva no subconsciente humano. ... A dissonância consegue anular completamente o desejo humano de verdade. Se alguém ‘investiu tudo numa compra’, se fez um grande investimento em certo produto, crença ou ideia, então qualquer sugestão de que o investimento foi ruim tem grande probabilidade de ser ignorada, mesmo se for verdadeira” (p. 15, 16, 17).

Os autores citam alguns exemplos, entre os quais o de Einstein. Tudo indicava, para o físico, que o Universo estava em expansão, embora essa ideia fosse considerada por ele como “irritante” e “insensata”. Por quê? Porque “o homem [até o mais inteligente] parece ter uma necessidade subconsciente de ‘proteger’ seus investimentos, até mesmo da verdade. ... Justificada ou não, a irritação pode impedir que uma pessoa tenha qualquer percepção da verdade” (p. 30, 37). Para Einstein, o Universo era estático, e pronto.

A partir da página 39, Robinson e Steinman apresentam cinco motivos pelos quais algumas pessoas rejeitam a Deus, devido à dissociação cognitiva:

1. As pessoas suspeitam que, se Deus de fato existe, então enquanto seres humanos não poderíamos ser tão livres quanto gostaríamos. Como as pessoas são muito apegadas à ideia de liberdade, em um nível subconsciente os indícios de Deus incomodam, pois a ideia de Deus é percebida como ameaça à liberdade. Uma pessoa poderia, subconscientemente, tender a preferir que Deus não existisse por causa da ameaça à sua própria “soberania pessoal” [aqui foi inevitável não pensar em Richard Dawkins que, apesar do título de seu livro Deus, Um Delírio, afirma que vive na “predisposição de que Deus não exista”]. Em resumo, os indícios de Deus são emocionalmente irritantes, pois fazem o homem parecer pequeno; implicam que o homem talvez seja limitado em sua liberdade pessoal (p. 38).

2. As pessoas também abrigam o temor de descobrir que não passam do fruto da imaginação de um criador. O homem é uma força expressiva e criativa no Universo, e orgulha-se disso. Nada abala mais um ser humano que a ideia de que todo o seu ser é, na realidade, produto de outra força criativa e expressiva do Universo, de um Ser muito mais elevado e poderoso (p. 39).

3. Se Deus existe e é, de fato, um Pai espiritual para nós, por que Ele permanece tão distante e obscuro? Os indícios de Deus também podem ocasionar um sentimento de impotência e desimportância porque tal ideia provoca um sentimento de abandono e rejeição. Assim como temem a ideia de perder a liberdade pessoal, as pessoas temem a ideia de serem rejeitadas e abandonadas (p. 40).

4. Se uma pessoa aceita a existência de Deus, deve também admitir uma falta de compreensão. Em vez de aceitar uma ideia nova abstrata que parece conflitar com o óbvio, e assim admitir nossa falta de compreensão, nossa propensão é a ideia subconscientemente e nos livrarmos do incômodo (p. 41).

5. Quanto mais uma pessoa vive de acordo com a ideia de que Deus não existe, mais dissonância haverá como resultado da prova em contrário; pois esta faz com que a pessoa se sinta muito “menor”. Por causa da dissonância, tais indícios [de Deus] são automaticamente rejeitados no subconsciente antes mesmo que o intelecto consciente os examine (p. 41).

O capítulo 3, que dá nome ao livro – A Prova Evidente – procura demonstrar que existem evidências bastante sólidas de um projeto inteligente que aponta para o Criador, e que, portanto, a rejeição desses fatos e de Deus se deve mais à dissonância cognitiva do que a qualquer outra coisa.

Fazendo alusão aos monólitos alienígenas presentes no livro/filme 2001 – Uma Odisseia no Espaço, os autores perguntam: “Que nível de complexidade é necessário para que se considere intuitivamente que algo foi criado de maneira proposital? É necessário achar um computador na Lua? Não. Um carro? Não. Um relógio? Não! Basta uma simples rocha negra” (p. 58).

E então arrematam o pensamento: “Se o projeto do Universo é superior ao encontrado na rocha [monólito], se é maior do que o mínimo, seremos forçados a concluir que há indícios suficientes de um Mestre Autor. E, se não fosse por preconceito pessoal, social e outros, ou em uma palavra, pela dissonância, as pessoas reconheceriam isso intuitivamente... a dúvida seria baseada no irracional e no ‘não consigo suportar isso’ subconsciente” (p. 59).

A argumentação avança pelo fino ajuste das constantes universais, pela complexidade da vida em nível genético, embriológico e neurológico, cita cientistas de peso que admitem o design inteligente, e tenta justificar por que, a despeito de tanta complexidade específica observada no Universo, a negação de Deus e a sobrevivência da ideia do acaso cego ainda persistem:

“A impressionante longevidade do darwinismo, apesar de suas muitas falhas, é uma extraordinária confirmação da tese deste livro. Sem a evolução, o homem está ‘condenado’ a Deus. De maneira subconsciente e consciente, cientistas, jornalistas e outros se agarram à evolução com todas as suas forças. Como a ideia da evolução permite que as pessoas imaginem um universo sem Deus, a teoria evolucionária sobrevive e floresce em muitas versões, e todas as objeções a ela são descartadas com desprezo” (p. 93).

De fato, em Evolution From Space, o mais eminente astrônomo britânico, sir Fred Hoyle, aponta problemas gritantes na teoria da evolução e conclui que a sobrevivência desse paradigma se deve apenas ao fato de ele ser considerado “socialmente desejável e mesmo essencial para a paz mental das pessoas” (Fred Hoyle e Chandra Wickramasinghe. Evolution From Space. Londres: Hutchinson and Co., 1969, p. 66 – citado por Robinson e Steinman, p. 94).

Aliás, é de Hoyle que vem outra análise interessante sobre a probabilidade de surgimento da vida na “sopa química”. Ele lembra que há cerca de duas mil enzimas [um tipo de proteína essencial à vida] diferentes, e cada uma tem estrutura própria. Segundo ele, a probabilidade de se obter todas as duas mil enzimas ao acaso é de uma em dez elevado a 40 mil, “quase a mesma probabilidade de se obter uma sequência ininterrupta de 50 mil números 6 com um dado não viciado”, compara. Esses cálculos não chegam nem perto da probabilidade de se produzir ao acaso os “programas” pelos quais as células se dividem e se organizam. Hoyle conclui: “Para a vida ter surgido na Terra seria necessário que instruções bem explícitas tivessem sido fornecidas para sua formação” (Ibidem, p. 109).

Então, por que essa ideia persiste? Em seu livro Origins, Robert Shapiro afirma que o motivo pelo qual os cientistas alimentam o público com a ideia da “sopa química” por tanto tempo é que ela serve para preencher aquele “vácuo” horrível. Os cientistas e a mídia querem, de qualquer maneira, que a hipótese da sopa seja verdadeira. Em vez de aceitar a ideia “religiosa” sobre a origem da vida, empenham-se em vestir um mito e fazê-lo parecer científico (Robert Shapiro. Origins: A Skeptic’s Guide to the Creation of Life on Earth. Nova York: Bantam Books, 1986 – citado por Robinson e Steinman, p. 107).

No capítulo “O Judaísmo e a crença em Deus”, os autores escreveram: “De acordo com o rei Salomão [Ec 8:17; 3:11], muitos dos enigmas que hoje confrontam a ciência permanecerão enigmas até o fim dos tempos, porque a Sabedoria Suprema por trás deles está muito além da sabedoria e do alcance da humanidade. ... A abordagem mais saudável, e mais conectada com a realidade, é a proposta pelos cientistas da Escola de Pensamento Antrópica. Estes cientistas reconhecem Deus, admitem que certos enigmas nunca serão resolvidos, e ainda assim continuam a aplicar o método científico à natureza, tentando decifrar o que for possível” (p. 134, 135).

O antigo filósofo grego Alexandre Afrodísio relaciona três diferentes fatores que funcionam como “obstáculos” para que alguém enxergue a verdade: a arrogância, a presunção e o amor à liberdade; a sutileza, profundidade e dificuldade do assunto; a ignorância humana, a insuficiência da capacidade intelectual. Crentes ou não, todos estamos sujeitos a esbarrar num ou mais desses obstáculos, mas não nos esqueçamos de que “o maior obstáculo entre uma pessoa e a verdade pode ser ela mesma” (p. 141), e sua dissonância cognitiva.

(Michelson Borges, jornalista e mestrando em Teologia pelo Unasp)

KUNG FU - O GOLPE DO MACACO

Embora eu tenha praticado defesa pessoal, não vou ensinar nenhum "golpe" aqui. A matéria trata de um grupo de macacos que atacou seu treinador com golpes de artes marciais. Seria trágico, se não fosse cômico. Yahhhh!

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Macacos se revoltam e aplicam golpes de artes marciais em treinadorIncidente inusitado foi fotografado por Hu Luang.

"Foi melhor do que um filme de Bruce Lee", afirmou ele.


Um grupo de macacos se revoltou contra seu treinador, o chinês Lo Wung, de 42 anos, e aplicou uma surra no homem durante um show de rua no centro de Enshi, na província chinesa de Hubei, segundo reportagem do jornal inglês "Daily Telegraph".

O incidente inusitado foi fotografado pelo espectador Hu Luang, de 32 anos. Ele contou para o periódico inglês que um dos macacos deu um soco no olho de Wung. O treinador regiu e pegou outro pelas orelhas, mas esse respondeu agarrando seu nariz.

“Eles estavam pulando e saltando em todo o lugar. Foi melhor do que um filme de Bruce Lee", afirmou Huang, que tirou uma foto que mostra um dos macacos aplicando um chute na cabeça de Wung, em um típico golpe de artes marciais.

Fonte: G1

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

A CARTA DE AÉCIO NEVES

“Belo Horizonte, 17 de dezembro de 2009.

Presidente Sérgio Guerra,

Companheiros do PSDB,

Há alguns meses, estimulado por inúmeros companheiros e importantes lideranças da nossa sociedade, aceitei colocar meu nome à disposição do nosso partido como pré-candidato à Presidência da República.

Como parte desse processo, defendi a realização de prévias e encontros regionais que pudessem levar o PSDB a fortalecer a sua identidade e integridade partidárias.

Assim o fiz, alimentado pela crença na necessidade e possibilidade de construirmos um novo projeto para o país e um novo projeto de País.

Defendi as prévias como importante processo de revitalização da nossa prática política. Não as realizamos, como propus, seja por dificuldades operacionais de um partido de dimensão nacional, seja pela legítima opção da direção partidária pela busca de outras formas de decisão. Ainda assim, acredito que teria sido uma extraordinária oportunidade de aprofundar o debate interno, criar um sentido novo de solidariedade, comprometimento e mobilização, que nos seriam fundamentais nas circunstâncias políticas que marcarão as eleições do ano que vem.

A realização dos encontros regionais foi uma importante conquista desse processo. O reencontro e a retomada do diálogo com a nossa militância, em diversas cidades e regiões brasileiras, representaram os nossos mais valiosos momentos. A eles se somaram outros encontros, também sinalizadores dos nossos sonhos, com trabalhadores, empresários e outros setores da nossa sociedade.

Ouvindo-os e debatendo, confirmei a percepção de um País maduro para vivenciar um novo ciclo de sua história. Pronto para conquistar uma inédita e necessária convergência nacional em torno dos enormes desafios que distanciam nossas regiões umas das outras, e em torno das grandes tarefas que temos o dever de cumprir e que perpassam governos e diferentes gerações de brasileiros.

Ao apresentar o meu nome, o fiz com a convicção, partilhada por vários companheiros, de que poderia contribuir para uma construção política diferente, com um perfil de alianças mais amplo do que aquele que se insinua no horizonte de 2010. E as declarações de líderes de diversos partidos nacionais demonstraram que esse era um caminho possível, inclusive para algumas importantes legendas fora do nosso campo.

Defendemos um projeto nacional mais amplo, generoso e democrático o suficiente para abrigar diferentes correntes do pensamento nacional. E, assim, oferecer ao país uma proposta reformadora e transformadora da realidade que, inclusive, supere e ultrapasse o antagonismo entre o “nós e eles”, que tanto atraso tem legado ao País.

Devemos estar preparados para responder à autoritária armadilha do confronto plebiscitário e ao discurso que perigosamente tenta dividir o País ao meio, entre bons e maus, entre ricos e pobres. Nossa tarefa não é dividir, é aproximar. E só aproximaremos os brasileiros uns dos outros, através da diminuição das diferenças que nos separam.

O que me propunha tentar oferecer de novo ao nosso projeto, no entanto, estava irremediavelmente ligado ao tempo da política, que, como sabemos, tem dinâmica própria. E se não podemos controlá-lo, não podemos, tampouco, ser reféns dele…

Sempre tive consciência de que uma construção com essa dimensão e complexidade não poderia ser realizada às vésperas das eleições. Quando, em 28 de outubro, sinalizei o final do ano como último prazo para algumas decisões, simplesmente constatava que, a partir deste momento, o quadro eleitoral estaria começando a avançar em um ritmo e direção próprios, e a minha participação não poderia mais colaborar para a ampla convergência que buscava construir.

Durante todo esse período, atuei no sentido de buscar o fortalecimento do PSDB.

Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar, com meu esforço e minha lealdade, para a construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira.

Busco contribuir, dessa forma, para que o PSDB e nossos aliados possam, da maneira que compreenderem mais apropriada, com serenidade e sem tensões, construir o caminho que nos levará à vitória em 2010.

No curso dessa jornada, mantive intactos e jamais me descuidei dos grandes compromissos que assumi com Minas, razão e causa a que tenho dedicado toda minha vida pública.

Ao deixar a condição de pré-candidato à Presidência da República, permito-me novas reflexões, ao lado dos mineiros, sobre o futuro.

Independente de nova missão política que porventura possa vir a receber, continuarei trabalhando para ser merecedor da confiança e das melhores esperanças dos que partilharam conosco, neste período, uma nova visão sobre o Brasil.

É meu compromisso levar adiante a defesa intransigente das reformas e inovações que juntos realizamos em Minas e que entendemos como um caminho possível também para o País. Continuarei defendendo as reformas constitucionais e da gestão pública, aguardadas há décadas; a refundação do pacto federativo, com justa distribuição de direitos e deveres; e a transformação das políticas públicas essenciais, como saúde, educação e segurança, em políticas de Estado, acima, portanto, do interesse dos governos e dos partidos.

Devo aqui muitos agradecimentos públicos.

À direção do meu partido e, em especial, ao senador Sérgio Guerra pelo equilíbrio e firmeza com que vem conduzindo esse processo.

Aos companheiros do PSDB, pelas inúmeras demonstrações de apoio e confiança.

Manifesto a minha renovada disposição de estar ao lado de todos e de cada um que julgar que a minha presença política possa contribuir, seja no plano nacional ou nos planos estaduais, para a defesa das nossas bandeiras.

Aos líderes de outras legendas partidárias, pela coragem com que emprestaram substantivo apoio não só ao meu nome, mas às novas propostas e crenças que defendemos nesse período.

Nos reencontraremos no futuro.

A tantos brasileiros, pelo respeito com que receberam nossas ideias.

E a Minas, sempre a Minas e aos mineiros, pela incomparável solidariedade.

Aécio Neves”

TREMEI, PETISTAS!


Agora vai começar a baixaria pela disputa eleitoral em 2010. O PT e seu presidente virão com todas as armas que eles têm: mentira, chatagem, dossiês, quebra de sigilo bancário, difamação, o "nunca antes neste país" e outras tantas. Honestidade? Não, isto não faz para do programa deles. A Tropa de Elite Petista estará nas ruas, pois na Mídia já está: jornais, internet, rádio, TV. Que diga a criação do Conselho Nacional de Jornalismo, uma estrovenga que planeja intervir no Meio de Comunicação no Brasil. É a KGB do Jornalismo. Por que este comentário? Porque o Governador Aécio Neves desistiu de ser candidato à Presidência em 2010, deixando a disputa para aquele que está na frente em todas as pesquisas de opinião, José Serra! Havia um "joguete" dos petistas para que Aécio concorresse, mas ele não engoliu o papinho de Ciro (pit bull) Gomes. É Serra quem mais preocupa o PT; é o Governador de São Paulo que está na frente nas pesquisas; O PT teme ao José Serra! E a coisa ficará pior se Aécio aceitar ser vice de Serra. Ah, Tremei, petistas!
Sou serrista? Sou pesedebista? Não, não sou. Sou a favor do jogo democrático e da alternância de poder. O governo que aí está planeja perpetua-se no poder, e conta com os caraminguás distruídos nas mais diversas esferas do país: de banqueiro a barraqueiro.
Aguardem e vejam se não será assim.
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Aécio desiste de pré-candidatura à presidência pelo PSDB

Desistência, anunciada ao lado do presidente do partido, abre o caminho para a candidatura de José Serra

Eduardo Kattah, de O Estado de S.Paulo

BELO HORIZONTE - O governador de Minas Gerais, Aécio Neves, anunciou na tarde desta quinta-feira, 17, a desistência de sua pré-candidatura à Presidência da República pelo PSDB, abrindo o caminho para a consolidação da candidatura do seu colega paulista, José Serra.Acompanhado do presidente nacional do partido, Sérgio Guerra, do secretário-geral, deputado Rodrigo de Castro e do vice-governador Antonio Anastasia, Aécio leu uma carta que foi entregue ao senador Sergio Guerra numa reunião realizada nesta manhã, em Belo Horizonte.

"Deixo a partir deste momento a condição de pré-candidato do PSDB à Presidência da República, mas não abandono minhas convicções e minha disposição para colaborar com meu esforço e minha lealdade para a construção das bandeiras da Social Democracia Brasileira".

Aécio havia estipulado o início de janeiro como prazo final do anuncio de sua candidatura ao Senado, mas acabou por antecipar a decisão de desistir da disputa interna que trava com o governador José Serra.

Embora Serra negue que seja pré-candidato à Presidência, o governador paulista aparece como favorito à sucessão de Luiz Inácio Lula da Silva em todas as pesquisas eleitorais.

Fonte: Estadão Online

ÚLTIMO DIA

Também gosto de música: forró, baião, certa modalidade de samba, rock, MPB, blue, pop, balada reggae e.....RAP. Em termos musicais sou eclético. Embora não vá com a cara do brega e do tal do forró eletrônico. Pra mim tem que ter triângulo, zabumba e sanfona. Sei que tudo que vem do gospel, especialmente aqueles que se tornaram gospel, tá cheio de problemas teológicos e musicais. Como diz Michael Horton em seu livro "O Cristão e a Cultura"(Ed. Cultura Cristã), quando isso acontece, o cara nem faz boa música nem boa teologia. Dentre a turma do RAP gospel, pra mim, sem dúvida o APC 16 e o Provérbio X estão no top. Tenho CD's da turma. É em homenagem a eles que coloco os dois vídeos abaixo. Os "manos" tem boa rima, boa batida e, muitas vezes, boa teologia. Então, "vai um salve ae pros manos".









PS: Antes que alguém recleme, também gosto, gente, de Logos, VPC, João Alexandre.....etc....heheheh

Postado por Gaspar de Souza

O dia em que o sexo entre homens e meninos não mais chocar

Filme brasileiro pretende quebrar “tabu” do incesto e sexo homossexual entre meninos, apresentando ambas as condutas como “amor”

Julio Severo
Dois homens se abraçando e se beijando. Que tipo de cenário é esse? É um cenário que, para o público, é condenável, mas para a mídia, com seu número desproporcionalmente elevado de gays, é lindo.
Apesar de toda a doutrinação sistemática do governo e da mídia, esse cenário ainda choca o público. A propaganda estatal onipresente do programa federal Brasil Sem Homofobia ainda não alcançou o nível de mudança da mentalidade total do povo. O choque ainda persiste.
Para evitar o choque, os ativistas gays são obrigados a enfeitar ao máximo esse cenário, utilizando tudo o que traga a memória inocência e pureza: crianças, anjos, Jesus, etc. Nada é isento de exploração quando o assunto é avançar a agenda gay.
Essa foi exatamente a estratégia dos produtores do filme brasileiro “Do Começo Ao Fim”, que começa usando o cenário de dois meninos para alcançar seu objetivo maior de quebrar toda barreira e resistência ao incesto e ao sexo homossexual. Os produtores avisam: “Se a intenção for quebrar um grande tabu ou causar impacto, certamente este filme vai alcançar seu objetivo”. O trailer do filme está aqui: http://www.youtube.com/watch?v=3DVa2DKSnU0


“Do Começo Ao Fim” procura passar a mensagem de que são os próprios meninos de 6, 7 ou 8 anos que buscam experiências homossexuais. Grupos homossexuais como a NAMBLA há muitos anos pregam que os meninos têm interesse no sexo homossexual. “Do Começo Ao Fim” vem para confirmar essa pretensão.
Mais cedo ou mais tarde virá um cineasta, abusando igualmente do direito de livre expressão, para promover um filme do “amor entre um homem e um menino”. Na verdade, o campo já está aberto para quebrar esse “tabu”. O maior líder homossexual do Brasil, Luiz Mott, tem sido acusado de defender a pedofilia. Mas ele não é o único homossexual brasileiro a fazer isso. Anos atrás, Denilson Lopes, um professor universitário homossexual, escreveu e publicou o artigo ”Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea”. Ele é autor do livro “O Homem que Amava Rapazes e Outros Ensaios” (RJ, Aeroplano, 2002).
Eu denunciei publicamente essa defesa à pedofilia, mas o Ministério Público Federal — que a um estalar de dedos dos ativistas gays vem sempre correndo contra meu blog — nunca tomou nenhum tipo de medida contra o artigo ”Amando Garotos: Pedofilia e a Intolerância Contemporânea”, demonstrando que um “tabu” já está sendo quebrado. A pedofilia homossexual está vindo, provando sua inseparabilidade das entranhas do movimento homossexual.
O Brasil, na fase em que está de elevada doutrinação homossexual, não ficará por muito tempo só no “Do Começo Ao Fim” de sexo homossexual entre menino e menino. Esse filme é apenas uma preparação para a fase mais avançada, onde outro cineasta oportunista lançará outro “quebrador de tabus”. Esse será o “O Começo do Fim”. Nesse futuro mais sombrio, a apresentação do sexo homossexual entre menino e menino será coisa do passado. A moda então será apresentar a normalidade do sexo homossexual entre homens e meninos.
Contudo, você acha que os ativistas homossexuais são bobos de mostrar o Fim logo no Começo? Eventualmente, eles falarão abertamente, porém só no Fim. Mas, até lá, com todos os tabus quebrados, ninguém mais se importará se a moda então for pensar que são os próprios meninos de 6, 7 ou 8 anos que buscam “amor sexual” de homossexuais adultos.
“Do Começo Ao Fim” é uma das primeiras sementes para a construção dessa nova maneira de pensar.

Fonte: Julio Severo

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

MARCAS DE UM DILÚVIO GLOBAL

Evidências mundias do dilúvio biblico global

Autor: Robson T. Fernandes

O termo Dilúvio vem do grego Kataklysmós. Esse termo, segundo o Dr. F. Wilbur e o Dr. Frederick W. Danker é traduzido como cataclisma, significando: catástrofe, efeito sísmico, transformação geológica. Exatamente como nos diz o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa para o significado de cataclisma: Transformação brusca e de grande amplitude da crosta terrestre.
Todavia, atentando um pouco mais para o Aurélio encontra-se o significado de Dilúvio da seguinte maneira:
Dilúvio – Do Latim Diluviu. Significa: Inundação universal; cataclismo.
O termo cataclisma, oriundo do grego, foi traduzido para o português como Dilúvio, devido a sua origem do Latim, Diluviu.
O termo, traduzido como Dilúvio, aparece 4 vezes no Novo Testamento (Mateus 24:38, 39; Lucas 17:27 e 2 Pedro 2:5) e significa: uma catástrofe sísmica que causa transformação geológica.
O termo Dilúvio (Latim), que vem do grego (cataclisma), tem sua origem na expressão mabbul, em hebraico, que possui o mesmo significado: uma catástrofe sísmica que causa transformação geológica.
É muita ingenuidade pensar que o Dilúvio se resumiu a uma simples e reles chuva.
Durante a ação do Dilúvio os continentes (Américas, África e Europa) se separaram dando início a um enorme deslocamento de solo (movimento orogênico) até que encontraram ‘barreiras’, mas as várias camadas de solo existente umas sobre as outras continuaram a se locomover, impulsionadas pela água que se localizava entre tais camadas, até encontrarem, também, barreiras e iniciarem a formação das cadeias montanhosas e paralelamente as grandes fossas oceânicas.
É importante salientar que durante o Dilúvio um grande terremoto assolava o planeta.
Em resumo, podemos definir o Dilúvio como:
“UMA GRANDE INUNDAÇÃO (inundação universal, como diz o Aurélio) COM A PRESENÇA DE GRANDES DESLOCAMENTOS DE SOLO (como diz o hebraico) CAUSANDO TERREMOTOS DEVASTADORES (como diz o grego)”.
Algumas evidências ao redor do Globo apontam para a ocorrência do Dilúvio Bílblico Global. Por exemplo:
Um dos maiores depósitos de madeira petrificada é vista próxima de Holbrook, Arizona, onde existem cerca de 10.000 árvores petrificadas naquele local. Devido à natureza catastrófica do Dilúvio, milhões de árvores foram varridas pelas águas furiosas. Algumas destas podem ser vistas, atualmente, como depósitos de carvão, outras como pântanos de turfa, e outras como madeira petrificada. O tamanho destas árvores petrificadas nos conta muito sobre a grandeza da floresta que havia no mundo antes do Dilúvio.
As evidências que possuímos, ao redor do Globo são bastante numerosas. Vejamos:

1. Muitos pesquisadores afirmam que os sedimentos da Terra tenham sido depositados na água e pela água durante o Dilúvio, como é o caso de Derek Ager. (Derek V. Ager, The Nature of the Stratigraphical Record (Chichester, England: John Wiley & Sons, 1993), págs. 27, 33, 60 e 65);

2. As evidências fósseis que a paleontologia encontra só se tornam possíveis se houver um rápido “enterramento”. Isso pode ser explicado através da “teoria de zoneamento ecológico”, desenvolvido por H. W. Clark;

A teoria de zoneamento ecológico ensina que os organismos foram sepultados em seus habitats naturais enquanto as águas varriam a Terra, produzindo assim a sucessão de fósseis. (Ariel A. Roth, Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, Maryland: Review and Herald Publ. Assn., 1998), págs. 170-175.). Essa teoria explica a presença de amonites (invertebrados marinhos) em grandes altitudes, como na Cordilheira dos Andes, Cajón del Malpo (próximo a Santiago do Chile), e do outro lado dos Andes (Neuquén, Argentina);

3. Muitos fósseis fornecem evidência de que não viveram no lugar onde foram descobertos. (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), págs. 15 e 16; Horacio Camacho, Invertebrados fósseis (Buenos Aires: Eudeba), pág. 28.);

4. O posicionamento dos troncos das árvores petrificadas e a ausência de raízes nas mesmas nas florestas petrificadas da Patagônia (Argentina), ensinam que um transporte precedeu o sepultamento. O agente mais provável desse “transporte” foi a água. Isso foi demonstrado pelo estudo de Harold Coffin acerca da catástrofe do Monte Sta. Helena, nos EUA. (Harold Coffin, “Mount St. Helens and Spirit Lake”, Origins, 10:1 (1983) págs. 9-17); Ariel Roth, “Ecossistemas incompletos”, Ciência das Origens, setembro a dezembro de 1995, págs. 11-13);

5. O mesmo método é aplicado à ecologia de animais e plantas, no mesmo período geológico. Os fósseis de animais e das plantas que deviam ter servido como seu alimento, freqüentemente não aparecem juntos como era de se esperar. Esse fato é observado na América do Norte e na América do Sul, a exemplo dos dinossauros encontrados na Patagônia;

6. A melhor explicação para a existência dos conhecidos grandes depósitos de carvão e de petróleo é o Dilúvio, que produziu o acúmulo e subseqüente enterro de enormes quantidades de plantas e animais. Essa explicação é corroborada por Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, acerca de grandes inundações. (Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, Guía de fósiles (Barcelona: Ediciones Grijalbo, 1987), pág. 12; Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 71);

7. No Chile (La Portada), há um grande depósito de fósseis de conchas marinhas. É conhecido como o “banco de conchas”, e possui uma espessura média de 50m muitos quilômetros de extensão. A causa mais provável para sua formação foi a ação da água seguida de um rápido enterramento. Alguns pesquisadores afirmam que “conchas não podem acumular-se permanentemente no leito do mar”, e mais: “A pergunta freqüentemente levantada acerca de como tão pouco se acha preservado... devia ser substituída por: Por que algo foi preservado, afinal?”. (Eric Powell, George Staff, David Davies e Russel Callender, “Rates of Shell Dissolution versus Net Sediment Accumulation: Can Shell Beds Form by Gradual Accumulation of Hardparts on the Sea Floor?” Abstracts With Programs, 20:7 (1998); Reunião Anual, Geological Society of America, 1988.);


8. Muitos animais são encontrados fossilizados em uma posição que alguns paleontólogos denominam de “angustiosa”. Isso indica que tais animais sofreram uma morte violenta. Na região de Santana (aqui no Brasil) encontramos evidências incontestáveis de catastrofismo, isto é, do Dilúvio.
Na mesma região (Santana – Ceará) encontram-se excelentes exemplares de pequenos peixes e insetos, com todos os detalhes de sua delicada estrutura e com as evidências citadas. (Harold Coffin, “La Asombrosa Formación Santana”, Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, págs. 1, 2 e 8.);

9. Fósseis tridimensionais (raros) de animais apresentam uma evidência clara de um sepultamento ainda em vida, ou de um enterramento imediatamente após a morte. O estudo desses exemplares na Região de Santana revelou a presença de parasitas (copépodes) em suas barbatanas. O estudo mais aprofundado desses exemplares revelou que o processo de petrificação dos mesmos iniciou-se enquanto ainda estavam vivos. (Harold Coffin, “La Asombrosa Formación Santana”, Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, pág. 2);

10. A mesma evidência é encontrada nos fósseis dos Trilobitas, encontrados em Jujuy (Argentina), e entre La Paz e Oruro (Altiplano Boliviano). Em Quebrada de Humahuaca (Jujuy), e no monte Tunari (Vinto, Cochabamba, Bolívia), a preservação de “cruzianas” (traços de trilobita) é ainda mais notável, trazendo a tona mais uma evidência da ocorrência do Dilúvio;

11. O rápido sepultamento de organismos vivos também é evidenciado através do estudo das ostras fechadas e petrificadas, achadas ao longo de pequenos rios, perto de Libertador San Martin (Entre Rios, Argentina), e em muitos lugares da Patagônia. (Joaquín Frenguelli, Contribución al conocimiento de la geología de Entre Ríos (Buenos Aires: Imprenta y Casa Editora Coni, 1920), pág. 43), o que evidencia a ocorrência do Dilúvio;

12. Os esqueletos delicados e articulados de Mesossauros podem ser achados em rocha calcária, no Estado de São Paulo, evidenciando o Dilúvio. De acordo com o uniformismo, as camadas sedimentares foram sendo depositadas gradativamente, porém, o diâmetro dos ossos desses dinos atravessam várias camadas, mostrando assim que o uniformismo está errado, nesse caso, pois os fósseis mostram que o corpo permanecia inteiro, sem degradação ou desarticulação, o que seria de se esperar nesse modelo (uniformista). A evidência claramente aponta para um catastrofismo, isto é, o Dilúvio. Björn Kurtén destaca que: “Muitos esqueletos completos desses dinossauros [Hadrossauros] foram achados na posição de natação e com as cabeças puxadas para trás, como se estivessem agonizando.” (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 115).

Portanto, essas são algumas evidências do Dilúvio Bíblico Global, apresentadas pela ciência. A afirmação de que o ensino Bíblico não encontra respaldo na ciência é infundado, incorreto e maldoso. Essas afirmações são feitas na tentativa de se eliminar a veracidade bíblica do juízo de Deus. Tais pessoas pensam que se encobrirem a verdade do que ocorreu no passado estarão livres do juízo vindouro. Isso não é verdade!

“E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem”
Mt 24:37


Fonte: VINACC

sábado, 12 de dezembro de 2009

AJUDE AO SEU FILHO A COMER FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS.

Um pouco de diversão não ofende a ninguém. Afinal, Paulo diz em 1 Timóteo que o Evangelho pertence ao "tou/ makari,ou qeou/"(literalmente, o Deus bem-aventurado, feliz! Cf. At 26.2). As imagens abaixo foram enviadas por uma irmã muito querida por mim.

















Postado por Gaspar de Souza

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

DEUS E O DIABO NA TERRA BRASILIS

Não tenho o que comentar no brilhante texto de Percival Puggina. Leiam e vejam se as coisas não são assim...
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Há muitos anos, participei de um debate sobre direito de propriedade, reforma agrária, MST, invasões, etc.. Não lembro mais o título do evento, mas a instituição promotora era uma organização religiosa. O debate consistia em uma série de sucessivas e breves manifestações, coisa do tipo cinco minutos cada para um, entre eu e o meu contendor, a quem vamos chamar, aqui, de "o outro".

Fui o primeiro a falar, expondo o que penso a esse respeito. Quando conclui a exortação inicial, senti que meus pontos de vista haviam sensibilizado o auditório. O outro proferiu umas poucas palavras, deu de mão num violão e, com bela voz, desatou uma canção cujo refrão, várias vezes repetido, dizia mais ou menos assim: "Deus criou o mundo para todos. E o diabo fez as cercas". O efeito no auditório foi arrasador. Percebi que quase todo mundo se bandeara para o lado oposto.

Era preciso argumentar. Foi o que fiz, denunciando que aquele refrão continha conhecida arapuca retórica, dessas que são usadas quando alguém quer vencer um debate sem ter razão. No caso, tratava-se de afirmar algo absolutamente correto - "Deus criou o mundo para todos" - e de justapor a e essa afirmação, uma outra, inteiramente falsa, na expectativa de que a segunda, assim, meio que por osmose, ganhe credibilidade pelo contato com a primeira. Deus criara o mundo sem cerca e sem uma infinidade de outras coisas necessárias, como paredes, telhados e portas, lavouras, silos, estradas, linhas de transmissão de energia, sistemas de irrigação e drenagem, planos de saúde e por aí afora. Afirmar que tais iniciativas, bens e serviços eram criações demoníacas apenas por não terem saído das mãos de Deus constituía um disparate... Deus atribuíra ao homem dar continuidade à sua obra criadora. E isso era uma grande responsabilidade.

O outro não se deu por achado e voltou à carga, desta feita sem violão. Ele, agora, queria argumentar. Afirmou que as benfeitorias humanas que eu havia descrito - telhados, paredes, portas, etc. - eram derivadas daqueles bens originalmente criados por Deus para todos e, por consequência dessa ordem natural da Criação, deveriam estar à disposição de todos, sem qualquer apropriação individual. Armara outra armadilha retórica, como demonstrei ao público. Ela era idêntica à anterior na finalidade, mas diferente na forma. Tratava-se de fazer uma afirmação correta - a de que aquelas benfeitorias eram derivadas da Criação - extraindo daí uma conclusão disparatada. A vítima do embuste era levada a crer que de uma afirmação verdadeira só se extraem conclusões verdadeiras. Mas isso é falso. Na verdade, Deus criara para todos e não designara o modo como suas criaturas humanas haveriam de gerir tais bens. Deixou tal tema à deliberação dos povos. E os povos, autonomamente, podem decidir se o fazem: a) sob regime de propriedade privada entendida de um modo insusceptível de restrição; b) sob regime propriedade privada onerada pela função social; c) sob regime de apropriação dos bens pelo Estado; d) sob regime de uma confusa administração coletiva, sem qualquer espécie de proprietários, fórmula que estava sendo defendida pelo outro. Acrescentei que a primeira era uma evidente fonte de dominação; que a segunda, herdeira da sã filosofia e do Direito Natural, era adotada em quase todas as sociedades modernas; que a terceira, experimentada durante várias décadas pelos países comunistas, foi mãe da miséria social e do totalitarismo por concentrar no Estado o poder político e o poder econômico; e que a quarta jamais fora testada por ser absolutamente insana. A ideia de um mundo no qual tudo pertencesse a todos poderia ser graficamente representada como a antecâmara do inferno.

Quando a palavra retornou ao meu oponente, ele apelou para o Ato dos Apóstolos, livro do Novo Testamento que relata a vida dos primeiros tempos do cristianismo. Ali, no capítulo 4, versículos 32 a 34, leu o que se conhece: os primeiros cristãos tinham tudo em comum e não havia necessitados entre eles. Completada a leitura, olhou-me e disse: "De onde tirou o senhor a ideia de que Deus não se manifestou sobre o assunto? Aí está, na experiência dos primeiros cristãos, o projeto do Criador".

O que estávamos assistindo a era uma terceira armadilha retórica... O outro sabia o que estava fazendo, mas o auditório tende a crer em quem fala com a Bíblia na mão. Quando me retornou o microfone, mostrei que ele havia proclamado apenas meia verdade. A outra parte da verdade ficara ardilosamente oculta por ser inconveniente à tese que ele sustentava. E qual era essa outra metade? Ora, os primeiros cristãos de Jerusalém, convencidos de que o Mestre voltaria em breve para Juízo Final, venderam o que tinham e colocaram seus bens em comum. Passavam o tempo em oração, curando enfermos e pregando ao povo. De fato, não houve necessitados entre eles, até acabarem as provisões e os recursos materiais. A atitude que haviam adotado perante as necessidades da vida trouxe consequências que transparecem das epístolas em que o apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos e aos Coríntios, conclama essas comunidades a socorrerem "os pobres que há entre os santos de Jerusalém". Já na sua segunda carta aos tessalonicenses, o apóstolo dos gentios, preocupado com que via acontecer, advertia: "Quem não trabalhar, também não há de comer". Com efeito, quem estende um colchonete no chão e fica esperando que Deus o socorra ou que alguém o regale com o fim da pobreza, acaba na fila da cesta básica ou no bolsa-família.

Fonte: Mídia Sem Máscara