sexta-feira, 14 de agosto de 2009

GOVERNO DE CUMPADRIO


Eis o que pensam "os de fora". Quando eu jogava xadrez, alguns jogadores viam as melhores jogadas. Tinhamos a impressão de que os que estavam de fora viam mais. De fato, pois, enquanto estávamos (eu e o outro jogador) sentados, os "outros" estavam de pé, vendo o tabuleiro de cima. É isto que acontece com o Economist. Ele está lá de cima (nós, cá embaixo, bem embaixo - e depois dos últimos acontecimentos, lá embaixo, na moral).
______________________________________

Revista Economist cita fiasco da reunião da Unasul e ressalta dificuldade do Brasil para levar adiante agenda de integração do continente.

Ao contrário de Fernando Henrique Cardoso, que priorizava o relacionamento com os EUA e a Europa, Lula colocou ênfase nos laços com países do hemisfério sul. O atual governo duplicou o número de embaixadas na África, e levou o país a aderir ou mesmo a liderar a criação de novos blocos de países.

A Economist diz que Lula tem uma “queda” por Cuba, e que o antiamericanismo da política externa, apontado pelos críticos, vem principalmente de funcionários do Itamaraty — ministério no qual, segundo a revista britânica, o presidente brasileiro vem colocando quadros ultranacionalistas.

O convite de Hugo Chávez à Venezuela para integrar o Mercosul é classificado como “ingênuo” pela publicação, que lembra o fato de que a “diplomacia da generosidade” para com os governos de esquerda da América do Sul fez o Brasil pagar mais pelo gás boliviano e pelo excedente de energia da usina de Itaipu vendido pelo Paraguai.

Fonte: Opinião e Notícia

terça-feira, 11 de agosto de 2009

A "DEMOCRÁTICA" DO PRESIDENTE LULA

Depois que o Jornalista Reinaldo Azevedo deu visibilidade às denúncias realizadas por Lina Vieira, que delatou a ministra Dilma, dizendo que esta "pediu"(será?) para que agilizasse as contas de Sarney, agora a coisa tomar corpo. Dilma, claro, nega tudo (será que ela aprendeu com Zé Dirceu? Mas que aprendeu com Lula, ah, aprendeu!). Aqui prá nós, você acha que ela confirmaria que mandou intimidatoriamente a uma simples subalterna enterrar os rastros das contas de Sarney? Claro que não, afinal, Dilma é muiiiito democrática. O VAR-Palmares que o diga!
________________________________________

Ex-secretária da Receita mantém acusações contra Dilma


A ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira voltou a afirmar que esteve no gabinete da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e que a ministra lhe pediu para encerrar o processo de investigação nas empresas da família do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). - Ela sabe que eu estive lá e sabe que falou comigo - disse, segundo o jornal Folha de S.Paulo desta terça-feira.

Ontem, Dilma voltou a negar que tenha interferido nas investigações de empresas da família Sarney. No domingo, a Folha publicou entrevista com a ex-secretária, em que ela disse que a ministra pediu que fosse concluída rapidamente a investigação do órgão nas empresas ligadas a Sarney. A ex-secretária disse ter interpretado o pedido como um recado para encerrar a investigação.

Lina afirmou que Erenice Guerra, secretária-executiva da Casa Civil, foi quem solicitou o encontro e pediu para que fosse sigiloso. Ela disse ainda que a entrevista dada ao jornal a fez passar por um momento "muito difícil". - Não tenho costas quentes, não tenho ninguém para me defender. Não sou candidata a nada, não preciso de palanque - afirmou.


Fonte: JB Online

UM ESPETÁCULO NO CÉU - 14 DE AGOSTO

Inicio este post com um Salmo - "Os Céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos"(19.1).
___________________________
Júpiter brilhará no céu em aproximação com a Terra nesta sexta

DA REDAÇÃO - O planeta Júpiter, o maior do Sistema Solar, se transformará no próximo dia 14 de agosto (sexta-feira) em um dos objetos mais brilhantes do céu, quando sua órbita alcançar a maior aproximação com a Terra. De acordo com o jornal espanhol El País, o planeta é formado em sua maioria por gás (hidrogênio e hélio), uma composição semelhante à do Sol.

Além disso, entre todos os planetas do Sistema Solar, Júpiter é o de rotação mais rápida. Este corpo celeste tem como principal característica a Grande Mancha Vermelha, uma tormenta maior que o diâmetro da Terra, que se move em sentido contrário aos pontos do relógio e que provoca ventos de mais de 400 km/h.

Júpiter apresenta ainda uma série de anéis menos complexos que os de Saturno (invisíveis da Terra) e 63 luas - entre elas destacam-se Calisto, Europa, Ganímedes e Io.


Fonte: Portal Terra

Perguntinha: No combata a essa porcaria de gripe, que avanço se poderia esperar de um país em que o ministro da saúde é "Temporão"?

A pergunta acima é de uma amigão prá lá de habilidoso com as palavras - MV. Mas a matéria abaixo é por um infectologista e sobre a Gripe Suína (ops!) a Gripe A. De fato, se o o caso fosse para promover aborto, mudança de sexo, distribuir camisinhas etc. o Ministro Temporão já teria avançado na resolução. Brasil!
____________________

Migowvsky: "Restrição ao Tamiflu causou maioria das mortes no Brasil"

RIO - O infectologista Edmílson Migowisky fez duras críticas na manhã desta terça-feira à forma como o Ministério da Saúde vem ministrando o Tamiflu no país. Segundo Migowisky, a alta percentagem de mortes no Brasil, mais de 10%, contra 0,5% em todo o Mundo, é consequência da restrição que o Ministério fez quanto á distribuição da medicação.

- A letalidade da gripe no Brasil é muito superior à letalidade da Inglaterra, onde aconteceram quase 100 mil casos e poucas pessoas morreram. O Chile também distribui a medicação livremente e o índice de mortes é baixo - atacou.

O infectologista, que desde o início da epidemia defende a liberação da medicação sem restrições, diz que boa parte das 210 mortes no país aconteceram por conta desta política errada.

- Aqui no Brasil a política é restritiva

Fonte: JB Online




CIÊNCIA E RELIGIÃO NA ERA OBÂMICA

Direto ao ponto, Guilherme de Carvalho, presidente da AKET (Associação Kuyper de Estudos Transdisciplinares), comenta sobre a eleição de Francis Collins para Instituto Nacional de Saúde norte-americano. No centro a relação entre Ciência e Religião. Leiam e comentem.
_______________________________

Encontros Públicos de Religião e Ciência

Na moralidade contemporânea os escrúpulos estão se invertendo. Mostrar o sexo em público está se tornando banal, e mostrar a fé em ambientes públicos está se tornando falta de vergonha. Beijos em público são permitidos, desde que não sejam com a religião -- e quando eles acontecem os pudores laicos se eriçam imediatamente, como se diante de um ato pornográfico.

Mas não é que Barack Obama aprovou um beijo desses em público?

Nomeação polêmica
Recentemente o presidente americano indicou o médico geneticista Francis Collins para o cargo de diretor dos “Institutos Nacionais da Saúde” e do “Departamento de Saúde e Serviços Humanos” -- o cargo mais alto do país no campo da saúde. Collins ganhou fama como diretor nacional de pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisa do Genoma Humano de 1993 a 2008, completando o trabalho de sequenciamento genômico antes do prazo, economizando parte do financiamento e ainda contribuindo com a identificação dos genes relacionados a várias doenças conhecidas, como os da fibrose cística.

Porém, ele é famoso também por sua militância no campo do diálogo entre ciência e religião, e isso deixou muita gente indignada com a escolha de Obama. Michael Gerson do Washington Post gracejou com esse desconforto público: “Collins é também um teísta. E, mais do que isso, um cristão evangélico. E, mais do que isso, ele canta hinos tocando violão”. Eu confesso que não sabia da parte do violão, mas enfim a militância evangélica de Collins é infalivelmente citada junto com suas inegáveis qualificações científicas como se fora uma espécie de excentricidade, algo como o nariz de Michael Jackson.

Collins escreveu o livro “The Language of God: A Scientist Presents Evidence for Belief” (2006), publicado em português pela editora Gente em 2007 (A Linguagem de Deus: Um Cientista Apresenta Evidências de que Ele Existe), e mais recentemente organizou a Fundação BioLogos, dedicada ao desenvolvimento de suas perspectivas sobre religião e ciência. Collins não perde oportunidades para escrever e dizer em público que não há contradição entre fé e ciência. E, de fato, ele não corresponde àquele típico livre pensador autointitulado cristão, mas que faz questão de praticar o mais completo minimalismo teológico (Deus é a força do bem, Jesus é um cara legal, o Espírito Santo não sei... Bíblia? Aquele livro dos crentes fundamentalistas). Collins é teologicamente ortodoxo.

É claro que ele tem uma visão muito particular disso tudo. Collins argumenta que a teoria da evolução é um fato científico, e que os cristãos não deveriam colocar Gênesis e a ciência moderna em conflito. Também é a favor de pesquisas em células-tronco a partir de embriões, o que o coloca fora das graças de boa parte do universo evangélico. Não seria de todo inadequado reconhecer que sua distinção entre fé e ciência é demasiado nítida (quase do tipo “Fatos” X “Valores”, embora ele negue isso), flertando com a compartimentalização. O resultado disso é que Collis é atacado de ambos os lados -- não apenas pelos neodarwinistas ateístas, mas também pelos criacionistas e defensores do Design Inteligente, para quem ele teria feito um acordo impossível com o naturalismo filosófico.

Reações secularistas
Collins é um assunto interessante, mas meu ponto principal hoje são as reações à sua indicação por Obama. Cerca de 7% da elite científica americana (dados da última década) é formada por religiosos praticantes; “porque, então” -- retrucou a esquerda secular e o movimento ateísta – “o presidente indica justamente um crente evangélico para o cargo mais importante da América no campo da saúde?” Muitos viram o fato como um insulto e até um perigo. O cientista Steve Prinker alegou que Collins não apenas é um pesquisador importante, mas um advogado excessivamente vocal da fé cristã. Como o cargo é um símbolo mundial da pesquisa biomédica, Collins seria uma má escolha.

As reações no Brasil não foram muito diferentes. O sites ateístas denunciaram e ridicularizaram o fato, como de costume. O católico Reinaldo José Lopes, do Blog de Ciência da Folha Online -- que já teve rusgas com Enézio de Almeida, do Nomenklatura, disse na última terça-feira que Collins aceita as ideias de C. S. Lewis sobre a existência de uma lei moral universal cientificamente inexplicável, e que isso poderia dificultar as pesquisas sobre a base evolucionária da moral humana a partir do estudo do altruísmo entre mamíferos. Lopes considera isso um possível exemplo de “Deus das Lacunas” -- colocar Deus para tapar os buracos temporários do nosso conhecimento científico (de minha parte, creio que Lewis está certíssimo).

Religião e ciência em público
O que é interessante em toda a discussão é o lugar público da fé. É claro que as preocupações de muitos críticos e de muitos defensores de Collins não se resumem apenas à ciência, estendendo-se antes para a questão da relação entre fé, política e sociedade. Por um lado, como já se observou, Obama simplesmente escolheu o melhor homem para o cargo. Por outro, ele passou uma mensagem clara (como observou Michael Gerson): que o antissobrenaturalismo não será visto como um pré-requisito para o reconhecimento público de um cientista, nem a militância religiosa um obstáculo para a carreira de um cientista. Essa mensagem tem um enorme alcance.

O comentário do brasileiro Reinaldo Lopes, no entanto, é sintomático da digestão local desses acontecimentos. Enquanto seculares moderados, católicos “soft” e alguns evolucionistas teístas celebram sem dificuldade a honestidade e a devoção religiosa pessoal de Collins, mostram-se extremamente sensíveis a quaisquer intromissões da religião em programas de pesquisa -- Reinaldo citou explicitamente um deles, o estudo de padrões altruístas entre animais como base para uma redução biológica da moralidade. E, é claro, boa parte desses temores associa-se a uma noção moderna de sociedade laica, secularizada, na qual a religião permanece trancafiada no interior da casa e da mente de alguns indivíduos. Permite-se que Collins seja cristão, contanto que sua ideologia pessoal não interfira nas pesquisas.

Se Collins será fiel ao seu modelo de relação entre religião e ciência, e à sua fé evangélica, apenas o tempo dirá. No entanto, a indicação de Obama é, sim, um bom exemplo para políticas públicas. Sem envolver a violação de um saudável pluralismo necessário à democracia (reconheço que o status de tal coisa é um problema à parte), Obama permite que um ator importante no campo da ciência atue com a sua cor e o seu rosto -- no caso, um rosto evangélico. Ele não promoveu o cristianismo, mas não deixou de promover a competência pelo fato de ser cristã e militante. É claro que precisamos de mais do que isso nos países ocidentais para vivenciar um pluralismo genuíno e reintegrar religião e ciência, mas com toda a certeza precisamos atingir ao menos um consenso em torno desta postura: não tratar o antissobrenaturalismo ou o secularismo com nenhum tipo de privilégio no universo público.

Isso não é uma realidade no Brasil, seja no campo mais amplo da responsabilidade social civil (o Estado praticamente exige a “secularização institucional” de uma organização cristã antes de apoiá-la), seja no campo da educação (a fé dos alunos e dos pais é oficialmente irrelevante para a sua formação) seja no campo mais específico da pesquisa científica (onde religião não entra, a não ser como objeto de estudo). “Laico”, no Brasil, quase sempre significa “como se não houvesse Deus”. O cristão, no entanto, não tem a permissão de viver em nenhuma área de sua vida “como se não houvesse Deus”.

Antes de pensar em aprovações públicas, no entanto, precisamos ter figuras públicas como Francis Collins; cristãos competentes e corajosos que não temam associar explicitamente a sua fé com a sua imagem pública como cientistas. Não falo apenas de cristãos cientistas sussurrando sua “opção religiosa” ao pé do ouvido de seus colegas,
mas de cristãos cientistas que ergam a voz em favor da Verdade.

Sem esses “beijos” públicos a moralidade laica continuará reinando sozinha no Brasil.


• Guilherme Vilela Ribeiro de Carvalho, pastor da Igreja Esperança em Belo Horizonte, é obreiro de L’Abri no Brasil e presidente da Associação Kuyper para Estudos Transdisciplinares. É também organizador e autor de Cosmovisão Cristã e Transformação e membro da associação Christians in Science (CiS). guilhermedecarvalho.blogspot.com/

Fonte: Ultimato

ENEM - FERRAMENTE IDEOLÓGICA?

O que segue abaixo é o processo de doutrinação implatado no Brasil, que tem como fim o anestesiamento populacional na falsa dicotomia sagrado-profano, apostando no mito da neutralidade. Leiam e comentem.
____________________________

Questão do Enem promove o ateísmo

Volto às questões apresentadas como modelo do próximo Enem, divulgadas pelo MEC há cerca de uma semana. Ao analisar a primeira questão da prova de "Linguagens, códigos e suas tecnologias", no artigo "Enem: agitação e propaganda", procurei mostrar o conteúdo ideológico nas entrelinhas de seu enunciado. Já na questão 8, que também considero um exemplo de doutrinação, a ideologia aparece de modo mais explícito, pois o tema da pergunta é nada menos que a existência de Deus.

O motivo da escolha temática se evidencia na resposta dada como correta, que supostamente aponta para a improbabilidade da existência do Criador. O exame, portanto, difunde o ateísmo. Naturalmente, a questão procura aparentar neutralidade quanto à discussão veiculada em seu tema. Tanto que apresenta, lado a lado, duas opiniões distintas, a do cardeal arcebispo de São Paulo, dom Odilo Scherer, "nomeado pelo papa Bento XVI em 2007", e a do filósofo Daniel Dennet, "filósofo americano ateu e evolucionista radical, formado em Harvard e Doutor por Oxford".

Põem-se frente a frente o padre e o cientista, numa época em que a ciência transformou-se em dogma, como se não houvesse aí nenhum partido tomado. Para mim, que já não sou, graças a Deus, um jovem estudante, fica evidente que a questão só seria de fato neutra se fossem postos frente a frente dois filósofos ou dois cientistas, cujas credenciais se equiparassem. Mas vamos admitir que eu esteja enganado e ver a resposta que cada um deles dá à questão "Apesar da ciência, ainda é possível acreditar no sopro divino - o momento em que o Criador deu vida até ao mais insignificante dos micro-organismos?".

Dom Odilo diz que "o ato criador precede a possibilidade de evolução: só evolui algo que existe. Do nada, nada surge e evolui". Em outras palavras, mostra a insuficiência da teoria evolucionista, pois há nela uma lacuna quanto à, digamos, causa primeira. "Do nada, nada surge e evolui." Já Daniel Dennet, reconhecendo a existência da lacuna, garante que ela não precisa necessariamente ser preenchida com a idéia de Deus: "pode-se acreditar que um super-homem veio para a Terra há 530 milhões de anos e ajustou o DNA da fauna cambriana, provocando a explosão da vida daquele período". Ou seja, pode-se acreditar em qualquer coisa, embora Dennet ressalte que "não há razão para crer em fantasias desse tipo".

Do confronto, o filósofo parece se sair como vitorioso, pois seu argumento aparenta ser irrefutável: é possível preencher a lacuna na teoria da evolução tanto com a idéia de Deus quanto com a idéia de um super-homem, mas as duas são igualmente fantasiosas. Para mim, que já não sou, graças a Deus, um jovem estudante, está claro que o raciocínio do filósofo não é tão irrefutável quanto parece. Afinal, entre a complexidade da idéia de Deus e a rudimentaridade da idéia do seu super-homem, paira a mesma distância que existe entre a filosofia de um Aristóteles e a de um Daniel Dennet.

Em termos lógicos, de inquestionável no que se refere ao ato da Criação há somente o mistério, o mistério imenso, profundo, impenetrável. No entanto, numa época impregnada pelos mitos cientificistas como a nossa, não é difícil seduzir a juventude com explicações pretensamente racionais para ele. Não custa nada fazê-lo assim, subliminarmente, numa questão do Exame Nacional do Ensino Médio. Não há nada de sistemático nisso. Acreditar no contrário é tão absurdo quanto... crer em Deus!

Fonte: MSM




domingo, 9 de agosto de 2009

LIVRARIA DO SEMINARISTA

Amigos, no intuito de ajudar dezenas, centenas de Seminaristas, venho apresentar a vocês a mais nova Livraria Virtual: a Livraria do Seminarista, administrada pelo Prof. Madson Marinho. Nela, você encontrará material de excelente qualidade, com preço acessível aos Seminaristas, tão carentes finaceiramente. Não deixem de visitar a Livraria do Seminarista. Clique na imagem abaixo ou no link www.livrariadoseminarista.com.br







Postado por Gaspar de Souza

SE ADIVINHAR A DATA, GANHA UM DOCE!

O vídeo abaixo foi um discurso de ex-presidente Fernando Collor de Melo contra o Senador José Sarney. A brincadeira vale em descobrir quando Collor pronunciou estas palavras. Embora a data apareça, FECHE OS OLHOS e deixe ter a impressão que foi feita nestes dias da crise no Senado. Faça isso e veja se mudou alguma coisa. Tá valendo um doce!
_________________________________


Aproveitei e fiz uma cópia do vídeo. Vai que Sarneyzinho (Fernando) mande o desembargador Dácio Vieira PROIBIR este vídeo.
Postado por Gaspar de Souza

"Homossexuais podem mudar"

O que se segue abaixo é apenas o INÍCIO de uma ditadura gay a ser implantada no país e no mundo. O Movimento Homossexual fala em "homofobia" e contra "intolerância". Começou contra Júlio Severo. Agora, o Conselho Federal de Psicologia PROIBIU a Psicóloga Rozângela Justino de ORIENTAR a homossexuais que DESEJAM ESPONTANEAMENTE abandonar o comportamento homossexual, nada mais fizeram do que, INTOLERANTEMENTE, discriminá-la, repreendendo-a publicamente. Preparem-se! Após Rozângela Justino, o próximo poderá sermos nós, através dos bate-paus do Movimento Gay que estão na polícia, nos juizados e em todos os setores. Leiam a matéria abaixo.
____________________________________________________

Aceitar as diferenças e entender as variações da sexualidade são traços comuns das sociedades contemporâneas civilizadas. A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, faz exatamente o contrário. Formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, ela considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Na semana passada, foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais "deliberando em causa própria") e impedida de aceitar pacientes em busca do "tratamento". Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões.

A senhora acha que os homossexuais sofrem de algum distúrbio psicológico? O Conselho Federal de Psicologia não quer que eu fale sobre isso. Estou amordaçada, não posso me pronunciar. O que posso dizer é que eu acho o mesmo que a Organização Mundial de Saúde. Ela fala que existe a orientação sexual egodistônica, que é aquela em que a preferência sexual da pessoa não está em sintonia com o eu dela. Essa pessoa queria que fosse diferente, e a OMS diz que ela pode procurar tratamento para alterar sua preferência. A OMS diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e eu acredito nisso.

O que é não estar em sintonia com o seu eu, no caso dos homossexuais? É não estar satisfeito, sentir-se sofrido com o estado homossexual. Normalmente, as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento. Além disso, transtornos sexuais nunca vêm de forma isolada. Muitas pessoas que têm sofrimento sexual também têm um transtorno obsessivo-compulsivo ou um transtorno de preferência sexual, como o sadomasoquismo, em que sentem prazer com uma dor que o outro provoca nelas e que elas provocam no outro. A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.

Há estudos que mostram que ser gay não é escolha, é uma questão constitutiva da sexualidade. A senhora acha mesmo possível mudar essa condição? Cada um faz a mudança que deseja na sua vida. Não sou eu a responsável pela mudança. Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Conheço gente que também perdeu a atração homossexual. Essa atração foi se minimizando ao longo dos anos. Essas pessoas deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios também. A motivação é o principal fator para mudar o que quiser na vida.

A senhora é heterossexual? Sou.

Pela sua lógica, seria razoável dizer que, se a senhora quisesse virar homossexual, poderia fazê-lo. Eu não tenho essa vivência. O que eu observei ao longo destes vinte anos de trabalho foram pessoas que estavam motivadas a deixar a homossexualidade e deixaram. Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado. Mas, sem dúvida, quem conta com um profissional da área de psicologia tem um conforto maior. Eu sempre digo que é um mimo você ter um psicólogo para ajudá-lo a fazer essa revisão de vida. As pessoas se sentem muito aliviadas.

Esse alívio não seria maior se a senhora as ajudasse a aceitar sua condição sexual? Esse discurso está por aí, mas não faz parte do grupo de pessoas que eu atendo. Normalmente, elas vêm com um pedido de mudança de vida.

Se um homem entrar no seu consultório e disser que sabe que é gay, sente desejo por outros homens, só precisa de ajuda para assumir perante a família e os amigos, a senhora vai ajudá-lo? Ele não vai me procurar. Eu escolho os pacientes que vou atender de acordo com minhas possibilidades. Então, um caso como esse, eu encaminharia a outros colegas.

Não é cruel achar que os gays têm alguma coisa errada? O que eu acho cruel é ser uma profissional que quer ajudar e ser amordaçada, não poder acolher as pessoas que vêm com uma queixa e com um desejo de mudança. Isso é crueldade. Eu estou me sentindo discriminada. Há diversos abaixo-assinados de muitas pessoas que acham que eu preciso continuar a atender quem voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo.

Por que a senhora acha que o Conselho Federal de Psicologia está errado e a senhora está certa? Há no conselho muitos homossexuais, e eles estão deliberando em causa própria. O conselho não é do agrado de todos os profissionais. Amanhã ele muda. Eu mesma posso me candidatar e ser presidente do Conselho de Psicologia. Além disso, esse conselho fez aliança com um movimento politicamente organizado que busca a heterodestruição e a desconstrução social através do movimento feminista e do movimento pró-homossexualista, formados por pessoas que trabalham contra as normas e os valores sociais.

Gays existem desde que o mundo é mundo. Aparecem em todas as civilizações. Isso não indica que é um comportamento inerente a uma parcela da humanidade e não deve ser objeto de preconceito? Olha, eu também estou sendo discriminada. Estou sofrendo preconceito. Será que não precisaria haver mais aceitação da minha pessoa? Há discriminação contra todos. Em 2002, fiz uma pesquisa para verificar as violências que as pessoas costumam sofrer, e o segundo maior número de respostas foi para discriminação e preconceito. As pessoas são discriminadas porque têm cabelo pixaim, porque são negras, porque são gordas. Você nunca foi discriminada?

Não como os gays são. Não? Nunca ninguém a chamou de nariguda? De dentuça? De magrela? O que quero dizer é que as pessoas que estão homossexuais sofrem discriminação como todas as outras. Eu tenho trabalhado pelos que estão homossexuais. Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais.

Isso não é discriminação contra os que são homossexuais e gostam de ser assim? Isso é o que você está dizendo, não é o que a ciência diz. Não há tratados científicos que digam que eles existem. Eu não rotulo as pessoas, não chamo ninguém de neurótico, de esquizofrênico. Digo que estão esquizofrênicos, que estão depressivos. A homossexualidade é algo que pode passar. Há um livro do autor Claudemiro Soares que mostra que muitas pessoas famosas acreditam que é possível mudar a sexualidade. Entre eles Marta Suplicy, Luiz Mott e até Michel Foucault, todos historicamente ligados à militância gay.

Quantas pessoas a senhora já ajudou a mudar de orientação sexual? Nunca me preocupei com isso. Psicólogo não está preocupado com números. Eu vou fazer isso a partir de agora. Vou procurar a academia novamente. Vou fazer mestrado e doutorado. Até hoje, eu só me preocupei em acolher pessoas.

O que a senhora faria se tivesse um filho gay? Eu não teria um filho homossexual. Eu teria um filho. Eu iria escutá-lo e tentaria entender o que aconteceu com ele. Os pais devem orientar os filhos segundo seus conceitos. É um direito dos pais. Olha, eu quero dizer que geralmente as pessoas que vivenciam a homossexualidade gostam muito de mim. E também quero dizer que não sou só eu que defendo essa tese. Apenas estou sendo protagonista neste momento da história.

A senhora se considera uma visionária? Não. Eu sou uma pessoa comum, talvez a mais simplesinha. Não tenho nenhum desejo de ficar famosa. Nunca almejei ir para a mídia, ser artista, ser fotografada.

A senhora já declarou que a maior parte dos homossexuais é assim porque foi abusada na infância. Em que a senhora se baseou? É fato que a maioria dos meus pacientes que vivenciam a homossexualidade foi abusada, sim. Enquanto nós conversamos aqui, milhares de crianças são abusadas sexualmente. Os estudos mostram que os abusos, especialmente entre os meninos, são muito comuns. Aquelas brincadeiras entre meninos também podem ser consideradas abusos. O que vemos é que o sadomasoquismo começa aí, porque o menino acaba se acostumando àquelas dores. O homossexualismo também.

A senhora é evangélica. Sua religião não entra em atrito com sua profissão? Não. Sou evangélica desde 1983. Nos anos 70, aconteceu algo muito estranho na minha vida. Eu comprei um disco do Chico Buarque. De um lado estavam as músicas normais dele. Do outro, em vez de tocar Carolina, vinha um chamamento. Eram todas canções evangélicas. Falavam da criação de Deus e do chamamento da ovelha perdida. Fui tentar trocar o LP e, na loja, vi que todos os discos estavam certinhos, menos o meu. Fiquei pensando se Deus estava falando comigo.

O espírito cristão não requer que os discriminados sejam tratados com maior compreensão ainda? Se eu não amasse as pessoas que estão homossexuais, jamais trabalharia com elas. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo reconhecem o meu amor por eles. Sempre os tratei muito bem. Sempre os cumprimentei. Na verdade, eles me admiram.

Por que a senhora se disfarça para ser fotografada? Um dos motivos é que eu não quero entrar no meu prédio e ter o porteiro e os vizinhos achando que eu tenho algum problema ligado à sexualidade. Além disso, quero ser discreta para proteger a privacidade dos meus pacientes. Por fim, há ativistas que têm muita raiva de mim. Eu recebo vários xingamentos; eles me chamam de velha, feia, demente, idiota. Trabalho num clima de medo, clandestinamente, porque sou muito ameaçada. Aliás, estou fazendo esta entrevista e nem sei se você não está a serviço dos ativistas pró-homossexualimo. Eu estou correndo risco.

Que poder exatamente a senhora atribui a esses ativistas pró-homossexualismo? O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Escrevi um artigo em que mostro que os dois movimentos têm coisas em comum. Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.

Não há certo exagero em comparar a militância homossexual ao nazismo? Bom, se você acha que isso pode me prejudicar, então tire da entrevista. Mas é a realidade.

Fonte: VEJA


sábado, 8 de agosto de 2009

O MANUSCRITOS DO MAR MORTO!


Quem escreveu os Manuscritos do Mar Morto?

Historiadora israelense derruba a tese de que manuscritos do Antigo Testamento foram produzidos por essênios que, para ela, nem existiram

Em 1947, quando um pastor beduíno jogou uma pedra numa das muitas cavernas do território de Qumran, próximo ao Mar Morto, na tentativa de localizar suas cabras, não tinha a menor idéia de que estava para realizar aquele que é considerado o mais importante achado arqueológico do século e provocar polêmicas que parecem não ter fim. Para sua surpresa, a pedrada não assustou os animais, mas provocou um barulho que parecia ser de algo se quebrando. Ao investigar o que havia acontecido, o rapaz se deparou com uma infinidade de potes de cerâmica muito antigos e, dentro deles, vários rolos de pergaminhos, papiros e até placas de cobre. Ao todo, cerca de 930 textos foram encontrados e batizados com o sugestivo nome de Manuscritos do Mar Morto. Datados de 250 a.C. ao ano 65, esses documentos relatam práticas, crenças e hábitos que ajudam a entender como era o judaísmo na época em que Jesus viveu e ainda trazem a versão mais antiga dos livros do Antigo Testamento, quase mil anos mais velha do que qualquer outro manuscrito que ainda exista. A maioria dos estudiosos acredita que foram produzidos por um grupo de judeus ascéticos, os essênios. Agora, no entanto, surge uma nova e radical explicação para a origem dos documentos que promete ressuscitar o clima dos acalorados debates acadêmicos das últimas décadas, quando, pela demora na divulgação do conteúdo dos textos, muita gente começou a dizer que contestariam a autenticidade da Bíblia e mesmo do cristianismo. Segundo a israelense Rachel Elior, professora de misticismo judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém e respeitada historiadora, os essênios jamais existiram.

Depois de estudar durante uma década os manuscritos, Elior concluiu que os textos pertenciam a um grupo de sacerdotes saduceus, filhos de Zadoque, que foram banidos de Jerusalém no século II a.C. e teriam levado parte da biblioteca do templo para um esconderijo seguro no deserto. Quanto aos essênios não passariam de lenda. “Quando Flávio Josefo e outros autores falam dos essênios não fazem uma descri
ção histórica, mas exercitam a literatura com base em utopias que muitos buscavam de forma independente na época. Não faz sentido haver milhares de pessoas dissidentes vivendo à margem da lei judaica numa comunidade e não existir qualquer referência a elas em textos hebraicos, aramaicos e até nos manuscritos dos quais são supostamente autoras”, afirma a historiadora, que se prepara para lançar sua teoria de forma detalhada no livro Memory and Oblivion (Memória e Esquecimento, em tradução livre).

Historiador judeu que viveu em Ro
ma no século I, Flávio Josefo apresenta os essênios como uma comunidade alternativa de 4 mil pessoas que viviam, em sua maioria, fora das grandes cidades e no deserto. Lá, seguiam à risca os rituais de purificação, imergiam na água pelas manhãs e sempre antes de cada refeição, vestiam-se sempre de branco, defendiam doutrinas como a predestinação, eram vegetarianos, rejeitavam fazer juramentos e proibiam a expressão da raiva. A grande maioria deles optava pelo celibato e não se casava. Também eram contrários à escravidão e combatiam a propriedade privada. O rigor moral e algumas de suas crenças os transformavam em uma sociedade dissidente e esotérica, apontada por alguns como precursora do cristianismo.

Os essênios praticamente desapareceram no ano 70, quando o general romano Tito desmantelou uma revolta judaica e arrasou Jerusalém, destruindo também grupos separatistas. O problema é que realmente há poucas referências a toda essa história. Além de Josefo, apenas o filósofo judeu Filon de Alexandria, o romano Plínio e um orador e filósofo obscuro do fim do século I, Dio Cocceianus, também chamado de Crisóstomo, fazem menção aos essênios.

Essênios ou Saduceus?

Por causa disso, a dúvida sobre quem foram os autores dos Manuscritos do Mar Morto não é propriamente uma novidade. Nos últimos tempos, alguns estudiosos já vinham questionando se seriam eles os escritores. Mas ninguém até agora havia questionado sua existência, teoria que, caso se confirme, pode afetar a forma como se olha atualmente para o judaísmo do século I. “É muito precipitado tirar esse tipo de conclusão. Elior defende que os saduceus teriam produzido os textos de Qumran, mas os escritos vão contra suas principais crenças. Os manuscritos defendem a existência dos anjos, a ressurreição e a vida eterna, coisas abominadas pelos saduceus. Também não temos notícias de dissidências desse grupo que pudessem ter produzido tais documentos”, contesta o arqueólogo Rodrigo Pereira da Silva, professor do Centro Universitário Adventista em Engenheiro Coelho (SP).

Além das versões mais antigas de livros bíblicos, foram encontrados em Qumran materiais apócrifos e sectários, contendo visões apocalípticas e a descrição de rituais litúrgicos feitos por sacerdotes. “Continuo pensando que os autores realmente foram essênios. O mesmo tipo de cerâmica encontrado no scriptorium, a sala onde ficavam os copistas no local da antiga comunidade, também estava nas cavernas. Sem falar na proximidade física e cronológica dos sítios. Mas, claro, isso não revela quem escreveu os textos, pois existem lacunas que não permitem identificar quem foram os autores”, explica Silva.

Depois que os argumentos foram expostos ao público, muitos pesquisadores criticaram os argumentos de Rachel Elior. Principalmente por se basearem no silêncio das fontes, chamado no meio acadêmico de minimalismo. Em outras palavras, se o pesquisador não encontra documentos antigos que mencionem o nome de um rei em certo palácio, diz que esse rei nunca existiu. Só que assim acaba se esquecendo que a História Antiga é um grande quebra-cabeça e que novos achados que desmentem esse tipo de afirmação surgem a cada momento. Dessa forma, personagens bíblicos como o rei Davi e o governador romano Poncio Pilatos, que chegaram a também a ser considerados lendas, tiram sua historicidade comprovada. “Por métodos assim, há autores modernos que negam até o Holocausto”, questiona Rodrigo Silva.

Ao que tudo indica, o enigma dos essênios deve ainda perdurar e provocar novas e quentes discussões. Mas nenhuma delas deve afetar o crédito que têm as Escrituras, em especial o Novo Testamento. A existência e as crenças dos grupos que atuavam diretamente na vida cotidiana de Israel naquele tempo e interagiram com Cristo e, posteriormente, com os discípulos, como os saduceus tradicionais e os fariseus, não estão em debate. Há provas e documentos mais que suficientes para atestar suas posições. Já velhas suposições, como a de que João Batista fosse um essênio porque vivia no deserto e praticava o batismo – ordenança que lembra um pouco os princípios de purificação da comunidade de Qumran – e que teriam influenciado o próprio Jesus, estão definitivamente descartadas há tempos por pesquisadores sérios. Ainda vale lembrar que, diferente do alguns sensacionalistas costumam divulgar, nenhum fragmento de Evangelho foi encontrado nas cavernas do Mar Morto.

Fonte: Eclesia - Por Marcos Stefano - Jornalista da revista Eclésia

Postado e Adaptado por Gaspar de Souza

PS: Você pode acessar os fragmentos dos Manuscritos aqui e aqui. Neste outro link você acessa o Grande Rolo de Isaías.


E AINDA HÁ QUEM CONSIDERE ISRAEL UMA AMEAÇA!! A QUEM? BOM MESMO É O IRÃ!

A matéria abaixo deixa claro que Israel é a única democracia existente no Oriente Médio, entre os Países Árabes. E ainda há que DESEJE que Israel seja varrido do mapa; muitos brasileiros, desinformado sobre o motivo real do conflito, condenam Israel. Façam as malas e vão para o Irã, lutarem pela liberdade de expressão, fazer passeata do "Orgulho Gay", digo, "Parada da Diversidade"(Arghhh! Detesto policamente correto!), direitos "zumanos" etc. Eis uma lição de Israel que pode lhe custar caro, como em qualquer Democracia - concede-se liberdade democrática(um direito natural) para que, com a democracia, destrua-se a democracia. O ataque à Comunidade Homossexual deve ser reprovada por todos quantos têm elevado apreço pela criatura humana. É este ponto que a Comunidade não entende (ou muitos dos seus militantes não querem deixar que se entenda) - as pessoas vivem como desejam, mas que sejam responsáveis por suas ações. O Movimento quer CALAR aos Evangélicos, como se estes fossem terroristas. Não, não são! Somos reprovadores dos comportamentos morais que, uma vez liberado, promoverá danos à Sociedade como um todo. Que o Movimento entenda que a Igreja Evangélica está pronta para receber a qualquer um que, confessando seus pecados, deixando-os (não estamos falando de perfeição. Ninguém o é!), arrependam-se e busquem o auxílio do Altíssimo. Lamentamos pelo atentado à Comunidade. Que os responsáveis pelo atentado sejam presos e julgados.
___________________________________
Governo israelense considera 'ato terrorista' ataque a associação gay

Polícia caça autor de ataque em Tel Aviv. Tiroteio matou duas pessoas e deixou 15 feridos.

A polícia israelense caça neste domingo (2) o autor dos disparos dentro de uma associação de gays na cidade de Tel Aviv. O ataque, realizado no sábado (1), deixou dois mortos e 15 feridos (três em estado grave). O governo israelense classificou o ataque como um ato terrorista, o que foi descartado pela polícia. “O que aconteceu pode ser qualificado como um ataque terrorista”, afirmou o vice-premiê Sylvan Shalom. “Tudo indica que foi um incidente criminoso e não um ataque terrorista, já que foi dirigdo deliberadamente contra a comunidade gay”, afirmou o porta-voz da polícia, Micky Rosenfeld. “Não podemos aceitar mortes por preconceito. Assassinato e ódio são crimes duros contra a sociedade”, disse o presidente israelense Shimon Peres. O premiê Benjamin Netanyahu engrossou o coro. “Quero uma solução rápida para o caso”, afirmou. “Quero dizer aos cidadãos israelenses que somos um país de tolerância e democrático e temos que respeitar todas as pessoas”, completou.


O ataque matou Nir Katz, de 26 anos, e Liz Tarbishi, de 17 anos.

Segundo testemunhas, um homem mascarado e vestido de preto disparou contra as pessoas usando uma arma automática na entrada do bar, situado no centro de Tel Aviv, na esquina das ruas Ahad Haam e Nachmani. Em seguida, ele escapou correndo.

Milhares de pessoas fizeram uma passeata pacífica no centro de Tel Aviv ainda na madrugada deste domingo (2).

Em 2005, um judeu ortodoxo apunhalou três participantes da Parada Gay e acabou sendo condenado a 12 anos de prisão.

Fonte: G1

Postado por Gaspar de Souza

Máquina que recria o Big Bang será religada com menos energia

O gigantesco acelerador de partículas construído para investigar as origens do universo será religado em novembro, com menos energia, disse na quinta-feira a entidade responsável pela pesquisa quinta-feira. A máquina havia quebrado dias depois da sua inauguração, no ano passado.

O anúncio da nova data representa mais um adiamento, já que a Organização Europeia para a Pesquisa Nuclear (conhecida pela sigla Cern) havia anteriormente previsto a reativação para o outono boreal.

O chamado Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês) é a maior e mais complexa máquina já construída, a um custo superior a 10 bilhões de francos suíços (9,4 bilhões de dólares). Inaugurada em setembro de 2008, apresentou um superaquecimento e teve de ser desligada nove dias depois. Suas experiências servem para recriar as condições que existiam logo depois do "Big Bang", explosão primordial que, segundo os cientistas, deu origem ao universo.

Em nota, o Cern disse que pretende religar a máquina com 3,5 teraelétron-volts (TeV) por feixe - uma energia menor que da primeira vez - "porque isso permite aos operadores ganharem experiência no funcionamento da máquina de forma segura, ao mesmo tempo em que abre uma nova região de descobertas para as experiências".

A energia ficará nesse nível "até que uma amostra significativa de dados tenha sido coletada e que a equipe de operações tenha ganho experiência na operação da máquina", declarou o Cern. "Portanto, com o benefício dessa experiência, a energia será elevada na direção dos 5 TeV por feixe."

O Grande Colisor contém um túnel circular de 27 quilômetros que corre subterraneamente nos arredores de Genebra. Rolf Heuer, diretor-geral do Cern, se empenhou em tranquilizar a população de que não haverá inconvenientes.

"O LHC é uma máquina muito melhor compreendida hoje do que há um ano", disse ele. "Podemos olhar para frente com confiança e animação de que haverá uma boa operação durante o inverno (boreal) e no ano que vem."

Os experimentos têm de acontecer apenas um pouco acima da temperatura de 0 absoluto (-273,15C), para recriar as condições que supostamente existiam no princípio do universo, 13,7 bilhões de anos atrás.

Fonte: Terra (Reportagem de Laura MacInnis)

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

LULA, A METAMORFOSE AMBUILANTE

Pra relaxar um pouco e demonstrar como está a cara do Brasil depois dos últimos acontecimentos na Casa Democrática do Senado. As imagens aí embaixo foram do blog do Reinaldo e o Aluizo. Reforma Já!
____________________________________________

MACONHA E MEMÓRIA, NOVAMENTE!

Decifrada ação amnésica da maconha
Droga ativa síntese de proteínas em região do cérebro responsável pela formação da memória

Por
Thaís Fernandes

Uma equipe liderada por cientistas espanhóis acaba de decifrar como a maconha é capaz de afetar a memória de seus usuários. Um estudo feito com camundongos mostra que a droga ativa um mecanismo relacionado à síntese de proteínas em uma região específica do cérebro responsável pela formação e consolidação de memórias. A descoberta pode levar ao desenvolvimento de terapias para prevenir esse efeito nocivo no uso medicinal da maconha.

O déficit de memória é uma das principais consequências associadas ao uso da maconha (Cannabis sativa). Estudos anteriores mostravam que os compostos canabinoides ativam receptores específicos (CB1R) em uma região do cérebro chamada hipocampo. Esses receptores afetam o poder de conexão dos neurônios e prejudicam a resposta cognitiva dessa área cerebral. Mas até hoje não se conhecia o mecanismo preciso que gera o efeito amnésico da maconha.

A nova pesquisa, publicada na revista Nature Neuroscience desta semana, investigou a ação do THC, principal composto químico psicoativo da maconha, no cérebro de camundongos. Os cientistas descobriram que a ativação dos receptores canabinoides por essa substância é capaz de disparar um processo de sinalização intracelular (chamado mTOR) que modula a síntese de proteínas no hipocampo. Segundo eles, a administração de 3 a 10 mg de THC por quilo de massa corporal foi capaz de afetar o mecanismo mTOR no hipocampo dos camundongos.

Para avaliar a relação entre o aumento na síntese de proteínas provocado pelo THC e a ocorrência de lapsos de memória em função do consumo dessa substância, os camundongos receberam um inibidor de síntese de proteínas chamado anisomicina. Nos testes, esse composto bloqueou os déficits à memória induzidos pelo THC.

Prevenção da perda de memória
A equipe, liderada por Andrés Ozaita, professor da Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona (Espanha), descobriu ainda que a rapamicina, droga imunossupressora usada prevenir a rejeição de órgãos transplantados, também é capaz de impedir a perda de memória causada pelo THC em camundongos.

Animais tratados com a substância não apresentaram efeitos amnésicos em duas tarefas que dependem do hipocampo: o reconhecimento de objetos e de contextos. Segundo os pesquisadores, isso ocorreu porque a rapamicina bloqueia as mudanças promovidas pelo THC na sinalização associada ao mecanismo mTOR.

“O esclarecimento dos mecanismos envolvidos nos efeitos amnésicos dos canabinoides permite um melhor entendimento de uma séria desvantagem do consumo de maconha”, avaliam os pesquisadores no artigo. Eles ressaltam que os prejuízos cognitivos são importantes efeitos colaterais associados ao uso terapêutico de canabinoides.

E completam: “Nossos resultados identificam o alvo específico que se encontra na base desses efeitos e poderiam, portanto, ser úteis para facilitar o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas que levem à prevenção desses efeitos nocivos dos compostos canabinoides.”

Fonte: Ciência Hoje

SÓ A EVOLUÇÃO PODE REALIZAR ALGO ASSIM! (meu lado irônico)

Experiência mostra Gralhas agindo como em fábula de Esopo

Rebecca Morelle


Um estudo divulgado pela publicação científica especializada Current Biology demonstrou que gralhas-calvas ( Corvus frugilegus ) - pássaros da família dos corvídeos, que também inclui os corvos - podem usar objetos para solucionar problemas, como foi visto na fábula O Corvo e o Jarro, de Esopo.

A história fala de um corvo que joga pedras dentro de uma jarra para aumentar o nível da água no objeto e poder bebê-la.

Para testar se a fábula poderia ocorrer de verdade, uma equipe de cientistas das Universidades de Cambridge e Queen Mary, Universidade de Londres (QMUL), na Inglaterra, apresentou um cenário semelhante ao da história a quatro gralhas-calvas, para ver como elas reagiam.

Foi apresentado aos pássaros um tubo transparente contendo pequena quantidade de água. Boiando sobre a água estava uma minhoca, fora do alcance das gralhas, e uma pilha de pedras semelhantes em tamanho foi colocada ao lado.

"As gralhas tinham que colocar várias pedras no tubo até que as minhocas flutuassem no alto", disse Nathan Emery, coautor do estudo, da QMUL.

Os quatro pássaros cumpriram a tarefa. Dois deles, Cook e Fry, elevaram o nível da água a uma altura suficiente para alcançar a minhoca logo na primeira tentativa, enquanto os outros dois, Connelly e Monroe foram bem sucedidos na segunda tentativa.

Filmagens da experiência mostram as gralhas-calvas analisando o nível de altura da água e examinando o tubo de cima e dos lados, antes de recolher as pedras e deixá-las cair na água.

Os pássaros foram extremamente precisos, usando o número exato de pedras necessário para elevar a água a um nível que permitisse que eles alcançassem a minhoca.

Combinação

Em uma variação do estudo, da mesma equipe, foi apresentada às gralhas uma combinação de pedras grandes e pequenas.

Neste caso, disse Emery à BBC, os pássaros optaram por usar as pedras grandes para elevar o nível da água mais rapidamente.

"Elas estão sendo o mais eficiente possível", disse ele.

Os pesquisadores disseram que suas conclusões sugerem que a fábula de Esopo pode ter sido baseada em fatos. "No folclore, é difícil saber com precisão a qual corvídeo ele se referia", afirmam os cientistas.

"Assim sendo, o corvo de Esopo pode, facilmente, ter sido uma gralha-calva."

Sem surpresa

Há poucos meses, a mesma equipe de cientistas revelou que as gralhas-calvas são capazes de usar diferentes ferramentas para solucionar uma série de problemas complexos.

"Eu costumava dizer, talvez dois, três anos atrás, que as gralhas-calvas me surpreendiam", disse Emery à BBC.

"Mas hoje em dia, já fizemos descobertas tão impressionantes que as gralhas-calvas já não me surpreendem muito mais. Você quase que espera que elas façam o que for mais inteligente."

Os únicos outros animais já observados solucionando problemas como os corvos de Esopo foram os orangotangos.

"Os corvídeos são marcadamente inteligentes", disse Christopher Bird, coautor do estudo. "De muitas maneiras, eles se comparam aos grandes primatas em sua inteligência física e capacidade de resolver problemas."

Corvos

Um outro estudo da Universidade de Oxford, publicado nesta semana na revista Plos One, demonstrou que os corvos da Nova Caledônia podem usar três ferramentas, sucessivamente, para alcançar o alimento.

Esses corvos, que vivem na ilha de Nova Caledônia, no Pacífico, já haviam sido observados usando galhos como ferramentas para retirar vermes de buracos e fendas, em seu habitat natural.

Mas este estudo vai além da capacidade de usar as ferramentas. Os cientistas apresentaram vários tubos diferentes para corvos em cativeiro. Um deles continha um alimento fora do alcance. Os outros continham ferramentas de longo e médio comprimento, mas estas também estavam fora do alcance dos pássaros. Uma ferramenta curta foi colocada ao lado.

Os pesquisadores observaram que os corvos usaram a ferramenta curta para alcançar a ferramenta de médio alcance, e a ferramenta de médio alcance para alcançar a ferramenta de longo alcance, que ao final foi usada para chegar até o alimento.

Quatro dos sete pássaros testados usaram as ferramentas na ordem correta, disseram os cientistas.

"A essência deste estudo é tentar entender os processos mentais usado pelos animais para atingir seus objetivos", disse um dos autores, Alex Kacelnik, do Grupo de Comportamento Ecológico da Universidade de Oxford.

Segundo ele, a complexidade da tarefa faz com que seja improvável que os corvos tenham tentado solucioná-la usando o método de tentativa e erro.

"Nós estamos cientes de que os animais provavelmente cumpriram a tarefa usando junto, de maneira criativa, coisas que eles aprenderam individualmente", disse Kacelnik.

Os pesquisadores acreditam que um ancestral dos corvídeos pode ter evoluído a capacidade de usar ferramentas, e que todos os integrantes da família de pássaros podem ter esta habilidade inapta.

Mas apenas os corvos da Nova Caledônia fazem uso desta habilidade em seu ambiente natural, dizem os cientistas, provavelmente por causa de pressões ecológicas.

Fonte: BBC News

Veja os Vídeos aqui: http://www.youtube.com/watch?v=N9FM7FOFRM4&hl=pt-BR

Kepler, o Telescópio!

Telescópio espacial Kepler detecta atmosfera em planeta extrassolar

Lançado no dia 6 de março de 2009, o telescópio espacial Kepler tem como objetivo descobrir e estudar novos planetas extrassolares, especialmente aqueles que se encontramdentro da zona habitável de uma estrela. Agora, cientistas americanos puderam confirmar a real capacidade do telescópio e anunciaram a detecção de uma tênue atmosfera em um planeta a 1 mil anos-luz de distância.
A detecção da atmosfera no exoplaneta foi feita com apenas 10 dias de coleta de dados e animou bastante o diretor da Divisão de Astrofísica e Missões Espaciais, da Nasa, Jon Morse. "Kepler entrou com o pé direito na c açada aos exoplanetas e demonstrou a extraordinária capacidade científica do instrumento", disse Morse. A descoberta foi publicada nesta sexta-feira no periódico Science.

As observações foram feitas ao examinar um plan

eta chamado HAT-P-7, conhecido por orbitar a estrela-mãe na constelação do Cisne a cada 2.2 dias e se localizar 26 vezes mais próxima dela do que a Terra do Sol. Sua distância, combinada com a massa ligeiramente maior que a de Júpiter classifica o objeto como um "Júpiter Quente". Sua temperatura é tão alta quanto uma grelha elétrica.

HAT-P-7

HAT-P-7 já era conhecido antes de Kepler fazer as medições, mas as recentes observações do telescópio trouxeram novas informações que revelaram até mesmo as variações de brilho causadas pelas mudanças

de fases do planeta, similares às fases da nossa Lua e observadas sempre que o objeto transitava à frente da estrela.

A sensibilidade do telescópio também permitiu à equipe da missão detectar até mesmo as pequenas variações no brilho da estrela, provocadas pelas ocultações que ocorrem quando o planeta passa atrás do disco estelar.

Os dados do telescópio permitiram conhecer a profundidade da ocultação e o padrão e amplitude da curva luminosa e revelaram que o planeta tem uma atmosfera que atinge 2371 graus Celsius durante o dia, mas que muito pouco desse calor é transportado para o lado frio durante a noite. Além disso, o tempo de ocultação comparado ao tempo de trânsito à frente da estrela mostrou que o planeta tem um padrão de órbita circular.

Alta precisão

Segundo Morse, a detecção da atmosfera confirma as previsões dos astrofísicos e dos modelos matemáticos, que indicavam que as emissões poderiam ser detectadas pelos instrumentos a bordo do telescópio. De acordo com o cientista, a variação de brilho é apenas 1 vez e meia àquela esperada pelo trânsito de um planeta do tamanho da Terra, mas já é a maior precisão obtida para observações dessa estrela e será ainda maior quando os softwares de análise estiverem finalizados.

"Estes resultados mostram que a estreia de Kepler na detecção dos planetas extrassolares não podia ser melhor", disse David Kock, principal representante do Centro de Pesquisas Ames, da Nasa, junto à missão Kepler. "Esse é um bom sinal e nos dá ótimas perspectivas para que possamos descobrir planetas do tamanho da Terra dentro da zona habitável", declarou o pesquisador.


Fonte: IG