Devotions and prayers of John Calvin, 52 one-page devotions with selected prayers on facing pages.
Org. Charles E. Edwards. Old Paths Gospel Press. S/d. Pags. 20 e 21.
Tradução: Marcos Vasconcelos, junho/2009.
(mv.tradutor@gmail.com)
Devotions and prayers of John Calvin, 52 one-page devotions with selected prayers on facing pages.
Org. Charles E. Edwards. Old Paths Gospel Press. S/d. Pags. 20 e 21.
Tradução: Marcos Vasconcelos, junho/2009.
(mv.tradutor@gmail.com)
Por Percival Puggina
Méritos inquestionáveis a Reinaldo Azevedo, o primeiro jornalista a ler a imensa tralha de ponta a ponta. Até que ele postasse a primeira denúncia pública sobre seu verdadeiro conteúdo, a mídia nacional já escrevera bastante sobre o Programa Nacional de Direitos Humanos (codinome PN
DH-3) sem o haver analisado. Durante quase três semanas as matérias versavam sobre a proposta de investigação dos crimes de tortura e a "busca da verdade histórica da repressão" - vale dizer, o que constara dos releases oficiais. Mas Reinaldo descobriu que esse específico tema era uma pequena marola no tsunami concebido para varrer o ordenamento jurídico e institucional do país, transformando-o num território subordinado à engenharia social e política petista.
Agora, Paulo Vannuchi brinda-nos com algo infinitamente mais pretensioso. Quer desfigurar a democracia representativa, o poder judiciário, o direito de propriedade, a religiosidade popular, a cultura nacional, a família e a liberdade de imprensa. Numa tacada, pretende liberar o aborto, mudar para pior o Estatuto do Índio, autorizar a adoção de filhos por casais homossexuais, valorizar a prostituição e se intrometer em temas que vão da transgenia à nanotecnologia e do financiamento público das campanhas eleitorais à taxação de grandes fortunas.
Que dirão os eternos defensores do indefensável? Alegarão que Lula não sabia de nada? Que desconhecia o conteúdo do decreto assinado por todo seu governo? Impossível admitir como verdadeira tal alegação porque Lula participou do ato de lançamento do programa, fez um enorme discurso e afirmou que o PNDH-3 era "resultado da maturação democrática da sociedade brasileira". E a ministra Dilma (que, por dever de ofício deve ler tudo que leva para o presidente assinar) está deixando claro a que pretende vir, se lhe permitirem chegar. Ela também conhecia o conteúdo daquela maçaroca. Ambos sabiam o que estavam enaltecendo em seus emocionados discursos no dia 21 de dezembro.
O PNDH-3 é uma ladainha em que direitos humanos e democracia fazem o estribilho, mas tudo vai em direção oposta por uma simples razão: seus objetivos reais, do primeiro ao último, são todos partidários. Se houvesse efetivo compromisso de nosso governo com democracia e direitos humanos, seus representantes não se posicionariam contra quaisquer decisões da ONU que reprovem a situação de países como Cuba e China.
Por fim, todo o auê em torno da "verdade" e da "memória histórica" é uma tentativa de tomar conta de um discurso que serviu muito bem ao crescimento da esquerda: a tal luta pela democracia, com a qual o PT nada teve a ver porque sequer existia quando tudo começou e porque era insignificante quando tudo terminou (o PT saiu do pleito de 1986 com apenas 16 deputados federais). Como o discurso da ética foi para o saco há muito tempo, o partido trata, agora, de se apropriar desse. E nada melhor do que criar um conflito para dominar um dos lados do tabuleiro.
Fonte: MSM

Comissão da verdade, a farsa sem limites
O decreto presidencial articulado e planejado pela esquerda marxista que está no poder e que tem como uma das metas a criação da “Comissão da Verdade” deixa explícito que os militares brasileiros continuam a ser o alvo da utopia derrotada em 1964. O decreto, sem meias palavras, escancara um dos objetivos da “Komissão”, o de sufocar pelo aviltamento a única Instituição Brasileira capaz de impedir que a Nação Brasileira seja novamente agredida por ações contrárias a democracia. A eterna retórica de descortinar o passado para que as ações ilegais praticadas não se repitam no futuro e o discurso de busca por justiça é hipocrisia pura. As ações políticas dos comunistas nas últimas décadas esfacelam estes argumentos, pois, jamais, em 25 (vinte e cinco) anos de governo civil fizeram um único movimento em direção da paz nacional visualizada pela lei da Anistia, o manifesto dessa gente sempre foi no sentido de ofender, desmoralizar e enfraquecer as Forças Armadas. No período pós-governos militares o foco das ações dos derrotados pela contra-revolução militar, usando a pressão do poder político alcançado, foi a busca incansável da vingança contra os militares e o recebimento de indenizações milionárias. Não é por acaso que as Forças Armadas estão sucateadas. Estes são os fatos políticos, tudo o mais e conversa e encenação. A Comissão da Verdade é uma grande mentira. Não dá para acreditar que pessoas que mentem sobre os verdadeiros objetivos da luta armada no Brasil, nos anos 60/70, tenham a intenção legitima de buscar a verdade sobre os fatos ocorridos naqueles anos. Afinal, qual a verdade que buscam? A história do período da contra-revolução nunca foi negada pelos militares, eles sempre afirmaram que são a favor da abertura de “todos” os documentos da época. A esquerda comunista é que nega a verdade à sociedade brasileira, insiste em mentir que lutava pela democracia e esquece as atrocidades que cometeu. Seria oportuno que diante da tal “Komissão” esse pessoal dissesse o verdadeiro significado da luta armada no Brasil, ou seja, dizer que o discurso democrático é e sempre foi mentiroso. Contar para o país que a motivação da guerrilha, dos seqüestros e dos assaltos a bancos, que resultaram no assassinato de inúmeras pessoas inocentes, era o de transformar o país numa ditadura comunista, falar que o lema de combate dos
terroristas era o de sempre matar o inimigo, no caso, os irmãos brasileiros contrários a sua ideologia. É importante que a sociedade preste atenção no que está acontecendo no campo político, pois, com certeza, o objetivo da “Comissão da Verdade” vai além da manifesta perseguição aos militares. Se o objetivo é a justiça como o grupo comunista que está no poder explica o desprezo pelas vitimas do terrorismo no Brasil, sempre ignoradas pelos governos da esquerda? Que justiça é essa? As mortes do Soldado Mário Kosel Filho, de 18 anos, estraçalhado por um carro bomba jogado contra o quartel por um grupo de terroristas da VPR e do Tenente Alberto Mendes Junior (PM), morto a coronhadas pelo grupo de Lamarca, após se oferecer como refém em troca da não captura da tropa que comandava, são a parte da história que os ex-terroristas não lembram quando falam em busca da verdade. Estes são apenas dois dos atos de terrorismo praticados pelos comunistas brasileiros, a relação dos crimes é bem mais extensa. Por outro lado, se o foco são os direitos humanos, é importante que o país saiba que em presídios brasileiros, alguns presos, para não morrerem, vendem as esposas e filhas para serem usadas sexualmente. E isso é apenas um nódulo na realidade carcerária. Será que os defensores dos direitos humanos conhecem a situação calamitosa dos presídios nacionais? Ou será que, no Brasil, só os terroristas, seqüestradores e assassinos que participaram da luta armada pelo comunismo têm direitos? A democracia que sonhamos é diferente, é completa, é para todos. O histórico das ações políticas dos comunistas no Brasil garante que a tal “Comissão da Verdade” não busca o bem da Nação, assim como as pessoas que a planejaram também não querem o melhor para o país e nunca quiseram, estão pensando somente neles mesmos. O fanatismo ideológico não permite que aceitem a derrota que sofreram diante dos verdadeiros defensores da pátria, os militares. Nem mesmo a queda do muro de Berlim os fez voltar à razão, continuam a viver um sonho maluco. O grupo de ex-terroristas que está no poder se dedica, calculadamente, a implantar suas idéias marxistas no seio da Pátria Brasileira, querem remexer no passado com o intuito de enfraquecer as Forças Armadas no presente. O único objetivo dessa gente é o poder, não importa o preço que o país e a sociedade terão de pagar, a ideologia é a sua pátria.
Em outras publicações Maurício de Souza já deu outros passos para acabar com o preconceito. Já foram criados personagens deficientes visuais e cadeirantes.
A matéria abaixo encontra-se no Correio Braziliense. Trata-se das denúncias contra a prostituição infantil e da violência sexual contra crianças. A alta erotização midiática e televisiva, não tenho dúvidas, tem contribuído para isso. As crianças, especialmente as meninas, de modo geral já se vestem sensualmente. Contando com a depravação da natureza humana e da exposição do sexo em pleno meio-dia, não deveríamos esperar o contrário. O Governo ajuda pondo máquinas de camisinha e dando "lições" sobre "sexualidade" a jovens entre 10 e 18 anos de idade.
ausando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder. Portanto, os atos repetidos entre iguais (estudantes) e o desequilíbrio de poder são as características essenciais, que tornam possível a intimidação da vítima. Por não existir uma palavra na língua portuguesa capaz de expressar todas as situações de BULLYING possíveis, o quadro, a seguir, relaciona algumas ações que podem estar presentes:"| Colocar apelidos Ofender Zoar Gozar Encarnar Sacanear Humilhar | Fazer sofrer Discriminar Excluir Isolar Ignorar Intimidar Perseguir Assediar Aterrorizar Amedrontar Tiranizar Dominar | Agredir Bater Chutar Empurrar Ferir Roubar Quebrar pertences |
"O bullying é uma agressão às diferenças e temos que combatê-lo". Inácio Feitosa / coordenador. Foto: Chico Peixoto/Divulgação |

O curso será oferecido, numa parceria inédita entre duas das mais importantes entidades de educação teológica da Igreja Presbiteriana do Brasil: SPN e Centro de Pós-Graduação Andrew Jumper.
Os interessados em obter o título de Magister Divinitatis (M. Div.) poderão baixar o formulário de inscrição, através da nossa área de downloads, preencher e enviar para o E-mail spnipb@hotlink.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra SpamBots. Você precisa ter o JavaScript habilitado para vê-lo. , ou via Correios, para Rua Demócrito de Souza Filho, 208, Madalena, Recife – PE.
Maiores informações com a Secretaria Acadêmica do SPN, através do telefone (81) 3227.0986.
Ou através do site www.spn.br
Clique aqui para baixar o catálogo contendo informações sobre o Mestrado no SPN e aqui para baixar a ficha de inscrição
Fonte: Seminário Presbiteriano do Norte
Postado por Gaspar de Souza


Quando foi apresentado, em pré-estreia, no Recife, em novembro, o filme “Lula, o Filho do Brasil” conseguiu uma proeza: entediou um público ávido por uma história que - sabe-se - é incrível. A trajetória do presidente do Brasil Luis Inácio Lula da Silva é digna de filme mesmo: ele migrou, pobre, do Interior de Pernambuco para São Paulo, estudou, “virou gente”, sindicalista e entrou na vida política.
A gente aqui não está fazendo nenhum tipo de apologia contra o presidente Lula. Não assistir a “Lula, o Filho do Brasil” é uma atitude de repulsa não ao homem Lula, mas ao cinema de Luiz Carlos Barreto - o Barretão, o produtor da obra e pai do diretor Fábio Barreto. Trata-se de uma atitude estética e não política.
1. ... o filme não é “de Lula” - O marketing bem planejado tenta emplacar a história de que trata-se de um filme “de Lula”. Não é. O presidente não tem nada a ver com a obra. Ele é apenas personagem. Trata-se de uma adaptação do livro homônimo da jornalista Denise Paraná.
2. ... é o filme de Fábio Barreto - Diretor de obras medíocres como “Bela Donna” e “Paixão de Jacobina”, o diretor Fábio Barreto é conhecido pela “mão pesada” com que dirige suas obras. A menos ruim é “O Quatrilho”.
3. ... não é filme popular, é filme ruim - Estão argumentando que “Lula, o Filho do Brasil” é cinema popular, por isso, não é refinado e a crítica está falando mal. Balela. A obra não é cinema popular, é cinema ruim. O Brasil assistiu - e a crítica elogiou - um filme típico de cinema popular competente: “2 Filhos de Francisco”, sobre a trajetória de Zezé di Camargo e Luciano.
4. ... há interesses “por trás” dos patrocinadores - Entre os patrocinadores do filme, estão a EBX, de Eike Batista, holding multinacional que tem claros interesses políticos no governo Lula, inclusive nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
5. ... já viu empreiteira patrocinar cinema? - O filme foi patrocinado por diversas empreiteiras, incluindo a Camargo Corrêa, algo extremamente incomum no mercado brasileiro. Ao serem questionadas, as companhias rejeitaram qualquer motivação política ao financiar o longa. Alegam interesse na obra em razão do retorno de imagem para suas marcas. Acredita?
6. ... a história é superficial - Ao contrário de aprofundar a dramaticidade dos personagens, Fábio Barreto conta a história de Lula em episódios, de forma burocrática. Mais uma vez: não é didático, é malfeito.
7. ... a interpretação do pai de Lula é risível - O ator Milhem Cortaz interpreta o pai de Lula no filme. A cena em que ele chega bêbado em casa e ameaça bater em Dona Lindu é constrangedora de tão malfeita. Ele ainda tem outros momentos piores.
8. ... nem Glória Pires salva! - Apesar de ser uma ótima atriz, Glória Pires não pode fazer muita coisa no filme. Sua personagem é unilateral e pouco expressiva. Desperdício.
9. ... o filme traz todos os clichês do Nordeste - Terra rachada, graveto, caminhão com retirantes suados, carcaças de bois no caminho... Já viu essa representação pobre do Nordeste antes, né? Aqui, tudo se repete.
A Palavra Soberana
Ouvi isto, ó sacerdotes; escutai, ó casa de Israel; e dai ouvidos, ó casa do rei, porque este juízo é contra vós outros, visto que fostes um laço em Mispa e rede estendida sobre o Tabor.
Os 5.1
Aqui o profeta prega contra todo o povo, mas dirige o seu discurso principalmente para os sacerdotes e os governantes, já que eles eram a fonte dos males prevalecentes: os sacerdotes visavam ao lucro; os líderes se corromperam totalmente. . . . Nem mesmo os reis estão dispensados da obrigação de aprender o que é ordinariamente ensinado, se quiserem ser considerados membros da Igreja, pois o Senhor requer, sem exceção, que todos sejam governados pela sua Palavra. E como os reis acham que não fazem parte do comum dos homens, aqui o profeta deixa claro que foi enviado a eles e aos seus conselheiros. O mesmo se aplica aos sacerdotes, pois em sendo a dignidade do mister deles a mais alta, esta impiedade tem predominado em todas as eras: os sacerdotes acham que estão livres para fazer o que bem lhes apraz. Antes saibamos que, na Igreja, a Palavra de Deus tem a mais alta autoridade, de maneira que nem sacerdotes, nem reis, nem seus conselheiros podem reivindicar para si quaisquer privilégios, como se a conduta deles não estivesse submissa à Palavra divina.
![]()
Oração
Misericórdia e Fé
Pois misericórdia quero, e não sacrifício, e o conhecimento de Deus, mais do que holocaustos.
Os 6.6
Esta é uma passagem extraordinária. O Filho de Deus citou-a duas vezes. Os fariseus repreenderam-no por se relacionar com pessoas de vida má e dissoluta, ao que ele lhes replicou, no capítulo nove de Mateus: “Misericórdia quero e não holocaustos”. Com essa defesa, Jesus mostra que Deus não é adorado mediante cerimônias exteriores, e sim quando os homens se perdoam e se toleram e não são exageradamente rígidos. E quando os fariseus acusaram os discípulos por colherem espigas de milho, Cristo citou-a novamente para mostra-lhes que, quem faz a santidade consistir de cerimônias, adora a Deus tolamente; e mostrou também que acusaram os irmãos deles sem motivo, além de converteram em crime o que intrinsecamente não era pecado e poderia ser facilmente defendido por qualquer expositor sábio e sereno. As duas orações seguintes devem ser lidas em conjunto: a misericórdia apraz a Deus; e a fé apraz a Deus. Não é possível à fé sozinha agradar a Deus, já que nem mesmo pode existir sem o amor ao nosso próximo; e, depois, a misericórdia humana não basta, pois se alguém jamais prejudicasse ou ferisse seus irmãos, ainda assim continuaria a ser profano e desprezador de Deus e a sua misericórdia certamente não lhe valeria de nada. Vale notar também que Jesus chama a fé de conhecimento de Deus.
Oração
Devotions and prayers of John Calvin, 52 one-page devotions with selected prayers on facing pages.
Org. Charles E. Edwards. Old Paths Gospel Press. S/d. Pags. 16, 17, 18 e 19.
Tradução: Marcos Vasconcelos, junho/2009. (mv.tradutor@gmail.com)

As pulseiras coloridas viraram moda entre as meninas pré-adolescentes pelo apego estético. O significado sexual que elas carregam na Inglaterra, porém, não "pegou" entre as brasileiras. A grande maioria simplesmente desconhece o assunto.
No entanto, o recomendado aos pais é não deixar as filhas usarem o adereço. "Tem gente que pode achar que é uma provocação, porque elas carregam originalmente esse apelo sexual. Para que ninguém fique na dúvida, melhor não usar", diz a psicóloga Marina Vasconcellos, que tem especialização em terapia familiar pela Unifesp e é mãe de duas garotas - uma de nove e outra de 11 anos.
"Quando elas apareceram em casa com essas pulseirinhas, não vi nada de mais. Mas quando li na imprensa que na Inglaterra, onde foram inventadas, elas servem para designar brincadeiras sexuais, eu as proibi na mesma hora de usarem essas pulseiras."
Cada cor representa uma ação que vai desde um inocente beijo no rosto até uma relação sexual completa. Para ter essa "prenda", bastaria, em tese, que o garoto quebrasse a pulseira da menina. "Mas todo mundo sabe que isso não tem nada a ver", diz Ana Carolina Russo, 14 anos, estudante do Primeiro Ano do Ensino Médio. "As pulseiras são até bonitinhas. Eu e minhas amigas até usamos de vez em quando. Mas ninguém vai fazer nada disso do que falam por aí."
A doutora Marina concorda com Ana Carolina. "A maioria dessas meninas nem sabe o que essas coisas significam". A pulseira vermelha, por exemplo, dá direito a uma "lap dance" - será que uma menina de 14 anos sabe o que é isso?
O ideal, segundo a doutora Marina, "é não apressar a sexualidade da criança". Ela explica: "Se tem 10 anos no máximo, melhor nem falar nada - é pura inocência. Se tem 14, uma boa saída é mostrar as reportagens sobre as pulseiras e deixar com que as próprias meninas se posicionem. Elas vão acabar se assustando e deixando as pulseiras de lado."
Por precaução, alguns colégios de São Paulo proibiram o uso das pulseiras. É o caso do Santa Clara, uma escola de freiras na Vila Madalena (Zona Oeste) - coincidentemente, o local em que estudam as filhas da doutora Marina.
Fonte: Yahoo!