terça-feira, 15 de dezembro de 2009

MARCAS DE UM DILÚVIO GLOBAL

Evidências mundias do dilúvio biblico global

Autor: Robson T. Fernandes

O termo Dilúvio vem do grego Kataklysmós. Esse termo, segundo o Dr. F. Wilbur e o Dr. Frederick W. Danker é traduzido como cataclisma, significando: catástrofe, efeito sísmico, transformação geológica. Exatamente como nos diz o Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa para o significado de cataclisma: Transformação brusca e de grande amplitude da crosta terrestre.
Todavia, atentando um pouco mais para o Aurélio encontra-se o significado de Dilúvio da seguinte maneira:
Dilúvio – Do Latim Diluviu. Significa: Inundação universal; cataclismo.
O termo cataclisma, oriundo do grego, foi traduzido para o português como Dilúvio, devido a sua origem do Latim, Diluviu.
O termo, traduzido como Dilúvio, aparece 4 vezes no Novo Testamento (Mateus 24:38, 39; Lucas 17:27 e 2 Pedro 2:5) e significa: uma catástrofe sísmica que causa transformação geológica.
O termo Dilúvio (Latim), que vem do grego (cataclisma), tem sua origem na expressão mabbul, em hebraico, que possui o mesmo significado: uma catástrofe sísmica que causa transformação geológica.
É muita ingenuidade pensar que o Dilúvio se resumiu a uma simples e reles chuva.
Durante a ação do Dilúvio os continentes (Américas, África e Europa) se separaram dando início a um enorme deslocamento de solo (movimento orogênico) até que encontraram ‘barreiras’, mas as várias camadas de solo existente umas sobre as outras continuaram a se locomover, impulsionadas pela água que se localizava entre tais camadas, até encontrarem, também, barreiras e iniciarem a formação das cadeias montanhosas e paralelamente as grandes fossas oceânicas.
É importante salientar que durante o Dilúvio um grande terremoto assolava o planeta.
Em resumo, podemos definir o Dilúvio como:
“UMA GRANDE INUNDAÇÃO (inundação universal, como diz o Aurélio) COM A PRESENÇA DE GRANDES DESLOCAMENTOS DE SOLO (como diz o hebraico) CAUSANDO TERREMOTOS DEVASTADORES (como diz o grego)”.
Algumas evidências ao redor do Globo apontam para a ocorrência do Dilúvio Bílblico Global. Por exemplo:
Um dos maiores depósitos de madeira petrificada é vista próxima de Holbrook, Arizona, onde existem cerca de 10.000 árvores petrificadas naquele local. Devido à natureza catastrófica do Dilúvio, milhões de árvores foram varridas pelas águas furiosas. Algumas destas podem ser vistas, atualmente, como depósitos de carvão, outras como pântanos de turfa, e outras como madeira petrificada. O tamanho destas árvores petrificadas nos conta muito sobre a grandeza da floresta que havia no mundo antes do Dilúvio.
As evidências que possuímos, ao redor do Globo são bastante numerosas. Vejamos:

1. Muitos pesquisadores afirmam que os sedimentos da Terra tenham sido depositados na água e pela água durante o Dilúvio, como é o caso de Derek Ager. (Derek V. Ager, The Nature of the Stratigraphical Record (Chichester, England: John Wiley & Sons, 1993), págs. 27, 33, 60 e 65);

2. As evidências fósseis que a paleontologia encontra só se tornam possíveis se houver um rápido “enterramento”. Isso pode ser explicado através da “teoria de zoneamento ecológico”, desenvolvido por H. W. Clark;

A teoria de zoneamento ecológico ensina que os organismos foram sepultados em seus habitats naturais enquanto as águas varriam a Terra, produzindo assim a sucessão de fósseis. (Ariel A. Roth, Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, Maryland: Review and Herald Publ. Assn., 1998), págs. 170-175.). Essa teoria explica a presença de amonites (invertebrados marinhos) em grandes altitudes, como na Cordilheira dos Andes, Cajón del Malpo (próximo a Santiago do Chile), e do outro lado dos Andes (Neuquén, Argentina);

3. Muitos fósseis fornecem evidência de que não viveram no lugar onde foram descobertos. (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), págs. 15 e 16; Horacio Camacho, Invertebrados fósseis (Buenos Aires: Eudeba), pág. 28.);

4. O posicionamento dos troncos das árvores petrificadas e a ausência de raízes nas mesmas nas florestas petrificadas da Patagônia (Argentina), ensinam que um transporte precedeu o sepultamento. O agente mais provável desse “transporte” foi a água. Isso foi demonstrado pelo estudo de Harold Coffin acerca da catástrofe do Monte Sta. Helena, nos EUA. (Harold Coffin, “Mount St. Helens and Spirit Lake”, Origins, 10:1 (1983) págs. 9-17); Ariel Roth, “Ecossistemas incompletos”, Ciência das Origens, setembro a dezembro de 1995, págs. 11-13);

5. O mesmo método é aplicado à ecologia de animais e plantas, no mesmo período geológico. Os fósseis de animais e das plantas que deviam ter servido como seu alimento, freqüentemente não aparecem juntos como era de se esperar. Esse fato é observado na América do Norte e na América do Sul, a exemplo dos dinossauros encontrados na Patagônia;

6. A melhor explicação para a existência dos conhecidos grandes depósitos de carvão e de petróleo é o Dilúvio, que produziu o acúmulo e subseqüente enterro de enormes quantidades de plantas e animais. Essa explicação é corroborada por Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, acerca de grandes inundações. (Paolo Arduini e Giorio Teruzzi, Guía de fósiles (Barcelona: Ediciones Grijalbo, 1987), pág. 12; Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 71);

7. No Chile (La Portada), há um grande depósito de fósseis de conchas marinhas. É conhecido como o “banco de conchas”, e possui uma espessura média de 50m muitos quilômetros de extensão. A causa mais provável para sua formação foi a ação da água seguida de um rápido enterramento. Alguns pesquisadores afirmam que “conchas não podem acumular-se permanentemente no leito do mar”, e mais: “A pergunta freqüentemente levantada acerca de como tão pouco se acha preservado... devia ser substituída por: Por que algo foi preservado, afinal?”. (Eric Powell, George Staff, David Davies e Russel Callender, “Rates of Shell Dissolution versus Net Sediment Accumulation: Can Shell Beds Form by Gradual Accumulation of Hardparts on the Sea Floor?” Abstracts With Programs, 20:7 (1998); Reunião Anual, Geological Society of America, 1988.);


8. Muitos animais são encontrados fossilizados em uma posição que alguns paleontólogos denominam de “angustiosa”. Isso indica que tais animais sofreram uma morte violenta. Na região de Santana (aqui no Brasil) encontramos evidências incontestáveis de catastrofismo, isto é, do Dilúvio.
Na mesma região (Santana – Ceará) encontram-se excelentes exemplares de pequenos peixes e insetos, com todos os detalhes de sua delicada estrutura e com as evidências citadas. (Harold Coffin, “La Asombrosa Formación Santana”, Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, págs. 1, 2 e 8.);

9. Fósseis tridimensionais (raros) de animais apresentam uma evidência clara de um sepultamento ainda em vida, ou de um enterramento imediatamente após a morte. O estudo desses exemplares na Região de Santana revelou a presença de parasitas (copépodes) em suas barbatanas. O estudo mais aprofundado desses exemplares revelou que o processo de petrificação dos mesmos iniciou-se enquanto ainda estavam vivos. (Harold Coffin, “La Asombrosa Formación Santana”, Ciencia de los Orígenes, maio a agosto, 1991, pág. 2);

10. A mesma evidência é encontrada nos fósseis dos Trilobitas, encontrados em Jujuy (Argentina), e entre La Paz e Oruro (Altiplano Boliviano). Em Quebrada de Humahuaca (Jujuy), e no monte Tunari (Vinto, Cochabamba, Bolívia), a preservação de “cruzianas” (traços de trilobita) é ainda mais notável, trazendo a tona mais uma evidência da ocorrência do Dilúvio;

11. O rápido sepultamento de organismos vivos também é evidenciado através do estudo das ostras fechadas e petrificadas, achadas ao longo de pequenos rios, perto de Libertador San Martin (Entre Rios, Argentina), e em muitos lugares da Patagônia. (Joaquín Frenguelli, Contribución al conocimiento de la geología de Entre Ríos (Buenos Aires: Imprenta y Casa Editora Coni, 1920), pág. 43), o que evidencia a ocorrência do Dilúvio;

12. Os esqueletos delicados e articulados de Mesossauros podem ser achados em rocha calcária, no Estado de São Paulo, evidenciando o Dilúvio. De acordo com o uniformismo, as camadas sedimentares foram sendo depositadas gradativamente, porém, o diâmetro dos ossos desses dinos atravessam várias camadas, mostrando assim que o uniformismo está errado, nesse caso, pois os fósseis mostram que o corpo permanecia inteiro, sem degradação ou desarticulação, o que seria de se esperar nesse modelo (uniformista). A evidência claramente aponta para um catastrofismo, isto é, o Dilúvio. Björn Kurtén destaca que: “Muitos esqueletos completos desses dinossauros [Hadrossauros] foram achados na posição de natação e com as cabeças puxadas para trás, como se estivessem agonizando.” (Björn Kurtén, Introdução à Paleontologia: O Mundo dos Dinossauros (Madrid: Ediciones Guadarrama), pág. 115).

Portanto, essas são algumas evidências do Dilúvio Bíblico Global, apresentadas pela ciência. A afirmação de que o ensino Bíblico não encontra respaldo na ciência é infundado, incorreto e maldoso. Essas afirmações são feitas na tentativa de se eliminar a veracidade bíblica do juízo de Deus. Tais pessoas pensam que se encobrirem a verdade do que ocorreu no passado estarão livres do juízo vindouro. Isso não é verdade!

“E, como foi nos dias de Noé, assim será também a vinda do Filho do homem”
Mt 24:37


Fonte: VINACC

sábado, 12 de dezembro de 2009

AJUDE AO SEU FILHO A COMER FRUTAS, LEGUMES E VERDURAS.

Um pouco de diversão não ofende a ninguém. Afinal, Paulo diz em 1 Timóteo que o Evangelho pertence ao "tou/ makari,ou qeou/"(literalmente, o Deus bem-aventurado, feliz! Cf. At 26.2). As imagens abaixo foram enviadas por uma irmã muito querida por mim.

















Postado por Gaspar de Souza

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

DEUS E O DIABO NA TERRA BRASILIS

Não tenho o que comentar no brilhante texto de Percival Puggina. Leiam e vejam se as coisas não são assim...
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Há muitos anos, participei de um debate sobre direito de propriedade, reforma agrária, MST, invasões, etc.. Não lembro mais o título do evento, mas a instituição promotora era uma organização religiosa. O debate consistia em uma série de sucessivas e breves manifestações, coisa do tipo cinco minutos cada para um, entre eu e o meu contendor, a quem vamos chamar, aqui, de "o outro".

Fui o primeiro a falar, expondo o que penso a esse respeito. Quando conclui a exortação inicial, senti que meus pontos de vista haviam sensibilizado o auditório. O outro proferiu umas poucas palavras, deu de mão num violão e, com bela voz, desatou uma canção cujo refrão, várias vezes repetido, dizia mais ou menos assim: "Deus criou o mundo para todos. E o diabo fez as cercas". O efeito no auditório foi arrasador. Percebi que quase todo mundo se bandeara para o lado oposto.

Era preciso argumentar. Foi o que fiz, denunciando que aquele refrão continha conhecida arapuca retórica, dessas que são usadas quando alguém quer vencer um debate sem ter razão. No caso, tratava-se de afirmar algo absolutamente correto - "Deus criou o mundo para todos" - e de justapor a e essa afirmação, uma outra, inteiramente falsa, na expectativa de que a segunda, assim, meio que por osmose, ganhe credibilidade pelo contato com a primeira. Deus criara o mundo sem cerca e sem uma infinidade de outras coisas necessárias, como paredes, telhados e portas, lavouras, silos, estradas, linhas de transmissão de energia, sistemas de irrigação e drenagem, planos de saúde e por aí afora. Afirmar que tais iniciativas, bens e serviços eram criações demoníacas apenas por não terem saído das mãos de Deus constituía um disparate... Deus atribuíra ao homem dar continuidade à sua obra criadora. E isso era uma grande responsabilidade.

O outro não se deu por achado e voltou à carga, desta feita sem violão. Ele, agora, queria argumentar. Afirmou que as benfeitorias humanas que eu havia descrito - telhados, paredes, portas, etc. - eram derivadas daqueles bens originalmente criados por Deus para todos e, por consequência dessa ordem natural da Criação, deveriam estar à disposição de todos, sem qualquer apropriação individual. Armara outra armadilha retórica, como demonstrei ao público. Ela era idêntica à anterior na finalidade, mas diferente na forma. Tratava-se de fazer uma afirmação correta - a de que aquelas benfeitorias eram derivadas da Criação - extraindo daí uma conclusão disparatada. A vítima do embuste era levada a crer que de uma afirmação verdadeira só se extraem conclusões verdadeiras. Mas isso é falso. Na verdade, Deus criara para todos e não designara o modo como suas criaturas humanas haveriam de gerir tais bens. Deixou tal tema à deliberação dos povos. E os povos, autonomamente, podem decidir se o fazem: a) sob regime de propriedade privada entendida de um modo insusceptível de restrição; b) sob regime propriedade privada onerada pela função social; c) sob regime de apropriação dos bens pelo Estado; d) sob regime de uma confusa administração coletiva, sem qualquer espécie de proprietários, fórmula que estava sendo defendida pelo outro. Acrescentei que a primeira era uma evidente fonte de dominação; que a segunda, herdeira da sã filosofia e do Direito Natural, era adotada em quase todas as sociedades modernas; que a terceira, experimentada durante várias décadas pelos países comunistas, foi mãe da miséria social e do totalitarismo por concentrar no Estado o poder político e o poder econômico; e que a quarta jamais fora testada por ser absolutamente insana. A ideia de um mundo no qual tudo pertencesse a todos poderia ser graficamente representada como a antecâmara do inferno.

Quando a palavra retornou ao meu oponente, ele apelou para o Ato dos Apóstolos, livro do Novo Testamento que relata a vida dos primeiros tempos do cristianismo. Ali, no capítulo 4, versículos 32 a 34, leu o que se conhece: os primeiros cristãos tinham tudo em comum e não havia necessitados entre eles. Completada a leitura, olhou-me e disse: "De onde tirou o senhor a ideia de que Deus não se manifestou sobre o assunto? Aí está, na experiência dos primeiros cristãos, o projeto do Criador".

O que estávamos assistindo a era uma terceira armadilha retórica... O outro sabia o que estava fazendo, mas o auditório tende a crer em quem fala com a Bíblia na mão. Quando me retornou o microfone, mostrei que ele havia proclamado apenas meia verdade. A outra parte da verdade ficara ardilosamente oculta por ser inconveniente à tese que ele sustentava. E qual era essa outra metade? Ora, os primeiros cristãos de Jerusalém, convencidos de que o Mestre voltaria em breve para Juízo Final, venderam o que tinham e colocaram seus bens em comum. Passavam o tempo em oração, curando enfermos e pregando ao povo. De fato, não houve necessitados entre eles, até acabarem as provisões e os recursos materiais. A atitude que haviam adotado perante as necessidades da vida trouxe consequências que transparecem das epístolas em que o apóstolo Paulo, escrevendo aos Romanos e aos Coríntios, conclama essas comunidades a socorrerem "os pobres que há entre os santos de Jerusalém". Já na sua segunda carta aos tessalonicenses, o apóstolo dos gentios, preocupado com que via acontecer, advertia: "Quem não trabalhar, também não há de comer". Com efeito, quem estende um colchonete no chão e fica esperando que Deus o socorra ou que alguém o regale com o fim da pobreza, acaba na fila da cesta básica ou no bolsa-família.

Fonte: Mídia Sem Máscara

Mais de 130 igrejas foram fechadas na Colômbia desde 2004

Uma pesquisa conduzida por Portas Abertas descobriu que por toda Colômbia, igrejas sofrem vários graus de perseguição. Algumas vezes, os templos continuam abertos apesar de os perseguidores tentarem fazer com que os membros fujam.

Nas demais regiões do país, entretanto, perseguição é sinônimo de prédios fechados. As guerrilhas de esquerda e os grupos paramilitares de direita estão por trás do fechamento de 132 igrejas (sem contar igrejas domésticas) na Colômbia desde 2004. Um pequeno número de igrejas foi forçado a fechar por ações de grupos indígenas.

O principal motivo pelos quais os grupos armados forçam as igrejas a fecharem é o fato de não concordarem com as pregações e os ensinos dos pastores e dos líderes. Os guerrilheiros acreditam que os cristãos são contra a doutrina marxista e que os pastores estão tentando estender o "imperialismo estadunidense". A opinião deles é que os pastores levantam dinheiro para construir templos, mas não se preocupam com projetos sociais que ajudem os pobres. Ao contrário dos pastores e dos líderes cristãos, os guerrilheiros acreditam que a solução de todos os problemas se encontra não em Deus, pois eles não acreditam que Ele exista, mas na revolução armada.

No fim de março, a Portas Abertas falou com um alto comandante da FARC que reiterou que a ordem de fechar as igrejas e banir todas as reuniões evangélicas das áreas controladas por guerrilhas vem do comitê nacional de liderança do grupo rebelde. Os líderes têm poder para sentenciar a morte os pastores que desobedecerem as suas ordens.

Os grupos guerrilheiros têm uma hierarquia dentro da organização. Um simples comandante, entretanto, é responsável por colocar em prática a decisão do comitê, seja de permitir que os pastores dirijam cultos ou mesmo se reúnam na casa dos membros de sua igreja. A ironia é que a maioria dos guerrilheiros possui familiares cristãos ou são, eles mesmos, ex-membros de igrejas.

A Portas Abertas entrevistou um comandante que disse que os rebeldes não se metem com as igrejas que obedecem as regras da guerrilha. É extremamente difícil para os cristãos aceitarem esse acordo.

- Nenhuma reunião em casa ou na igreja poderá acontecer sem a permissão do líder da guerrilha.

- Os cristãos não podem pregar contra a revolução armada ou para os guerrilheiros.

- As igrejas não podem recolher ofertas, a não ser quando a guerrilha exija algum tipo de pagamento. As igrejas não podem convidar pregadores de outras localidades.

Um pastor do sul da Colômbia disse que enquanto a igreja prega a paz, os grupos guerrilheiros convocam jovens a pregar a guerra. "É impossível obedecer aos grupos guerrilheiros porque não podemos ir contra os princípios bíblicos".


Tradução de Priscilla Figueiredo
Fonte: Portas Abertas / Mídia Sem Máscara

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

AQUECIMENTO GLOBAL - A GRANDE FARSA!!

Este negócio de "Aquecimento Global"(AG) já tá virando terrorismo psicológico. Porém, o que a grande maioria não sabe é que o tal AG tem outro lado da moeda. O Canal 4 Britânico preparou um documentário cujo título é "A Grande Fraude do Aquecimento Global". Não, você não encontrará na Globo, no SBT, na Record ou qualquer outra emissora de TV. Mas está disponivel no melhor canal de vídeo da Internet: Youtube! A democratização da informação encontra-se na Internet. Estes dias, hackers invadiram computadores de uma Universidade Inglesa, a East Anglia, um dos mais respeitados centros sobre o clima do mundo e piratearam 6 mil e-mails trocados entres os cientistas do clima. O que os hackers descobriram? Fraudes nos relatórios sobre o tal AG. Você pode acessar alguns e-mails aqui: Telegraph.
Abaixo dois vídeo sobre o AG, a grande farsa.



Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4


Parte 5


Parte 6


Parte 7


Parte 8


Parte 9


Postado por Gaspar de Souza

SE A MODA PEGAR....!!!!

Chinesa concorda em bater em marido só uma vez por semana

Uma chinesa da província de Chongqing assinou um acordo com o marido que permite que ela o agrida fisicamente no máximo uma vez por semana.

O acordo - assinado perante familiares e testemunhas - foi proposto pelo marido, um homem de 32 anos identificado apenas pelo sobrenome Zhang, porque, segundo ele, era frequentemente agredido pela esposa, Chen, quando discutiam.

Chen pratica kung fu desde a infância, e disse ao jornal Chongqing Evening News que "não consegue conter suas mãos" durante uma briga.

Ela admitiu ainda que se arrepende cada vez que vê o marido com o olho roxo.

Pais
Zhang e Chen, que se casaram há seis meses, dizem que querem continuar juntos. Ele contou que desde o namoro já havia sofrido com a agressividade de Chen.

Pelos termos do acordo, ela terá de passar três dias na casa dos pais se passar da cota semanal de agressões. "Ela é muito obediente em relação aos pais, e os pais dela sempre me dão apoio e a culpam", disse Zhang ao jornal.

Fonte: Terra

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

ESBOÇO EXPOSITIVO EM AMÓS 5.18 – 27

O que se segue abaixo é uma pequena exposição no Profeta Amós, talvez o mais atual de todos os Profetas veterotestamentário. Sua mensagem incisiva e contundente continua viva, tal como foi dirigida no reinado de Jeroboão II. No texto abaixo, o Profeta confrontará o aparente "avivamento" existente nos seus dias. Porém, Amós desmacarará a hipocrisia da religiosidade. Ali estava uma verdadeira expressão da hipocrisia religiosa: Culto separado da Vida; Dicotomia entre Privado e Público.

Sei que muitos de meus leitores, especialmente alunos Teologia Bíblica, pedem alguns escritos de linha mais teológica. Então, atendendo aos pedidos, e faço com muita alegria, deixo vocês com o Profeta Amós. Não coloquei muitas imagens, pois o blogger tem dado problema.
Queira Deus abençoar esta leitura.

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Contexto do Texto

As mensagens proferidas pelo Profeta Amós, sem dúvida alguma, são atualizadíssimas. A repetição de temas da parte do profeta revela-nos que alguns pecados eram costumeiramente praticados em Israel. Entre os pecados recorrentes estava a idolatria. Já por algumas vezes o Profeta condenou esta prática.

E por mais uma vez o Profeta de Deus tratará acerca desta questão. Para tristeza de alguns israelitas a quem o Profeta havia se dirigido, Deus ainda tinha o que falar sobre o Culto oferecido a Ele pelo seu povo.

O povo de Israel acreditava que podia agradar a Deus com um culto pomposo, mas dissociado de uma vida santificada. Por isso, Amós anuncia a sua quarta mensagem contra o Povo da Aliança. Certamente que um profeta como Amós, que protestava contra toda injustiça, impiedade, opressão, mas também contra os falsos ensinos e o falso culto, não era um profeta bem quisto. Foi assim que o sumo sacerdote Amazias (Am 7. 10ss) conspirou contra o Profeta de Deus. O que Amós está denunciando? O Profeta denuncia que Deus não aceita uma falsa adoração, por mais festiva, bela e paramentada, principalmente se estiver separada da vida piedosa.

Em nossos dias o Culto é um reflexo da vida das pessoas: Religiosas, comprometidas com a religião, mas desprovidos da vida santificada. Suas vidas ex ekklesia (fora da igreja) revelam que a adoração a Deus não passa dos lábios, e que seus corações estão longe da Palavra de Deus. Os supostos avivamentos em nossos dias são massacrados pela falta de mudanças. Igrejas lotadas, adoração extravagante, muita música, ritmos, louvorzões e shows gospel não são capazes de transformar nem mesmo uma rua sequer.

Tal como nos dias do Profeta, os cristãozinhos modernos, alimentados por sermõezinhos, almejam pelo Dia do Senhor, por sua bênção; mas onde quer que a Palavra de Deus seja negligenciada, furtada ou deturpada o Senhor não estará presente. Como disse o Profeta Isaías: À lei e ao testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, é porque não há luz neles.(8.20)

Mais uma informação pertinente ao nosso texto, principalmente porque é importantíssimo para nossa interpretação. Os vv. 18 – 27 estão dispostos em forma de poesia, onde versos das extremidades apresentam as mesmas idéias, formando uma espécie pirâmide de lado. Vejam:



A mensagem do Profeta é classificada com um Oráculo de Desgraça. Isto porque se tem a interjeição yAhï (hoy!). Assim, tem-se um Anúncio de Julgamento, como gênero principal, em sua forma de desgraça. Depois de um lamento fúnebre, Amós fala sobre a morte de Israel. Isto é feito por meio do “Ai”. Eis a situação de Israel: vivo por fora (seus cultos e festas); mas morto por dentro (hipocrisia)

A mensagem central desta porção é o juízo de Deus sobre a falsa adoração. Eles deveriam buscar ao Deus único e soberano (O Senhor é o seu nome – v. 8b) para que vivessem.

Uma descrição do julgamento inevitável – vv. 18-20, 27 – O Senhor inicia uma contenda com o povo de Israel. A introdução da contenda é apresentada como “ai”, o que bem pode ser vista como um lamento sobre aquele que contenderá com o Senhor Yahweh. Com quem está contendendo o Senhor? Com aqueles que “desejam o dia do Senhor”. Considerando a ação verbal (~yWIßa;t.Mih;)[1], havia um grupo que ardentemente deseja o dia da intervenção do Senhor. O que seria este “dia do Senhor”? Por trás desta frase está uma intenção escatológica, isto é, do dia em que Yahweh viria e traria vingança sobre os seus inimigos, e daria descanso ao seu povo. Esta frase é bem conhecida dos profetas do Antigo Testamento. Não temos tempo por enquanto para discutir todos os pontos deste assunto, mas é possível resumir da seguinte forma(Rev. Dr. Robert S. RAYBURN):


Primeiro, era um dia específico, e era chamado de “dia da vingança do Senhor”(Is 34.8), “o dia de sua ardente ira”(Is 13.13), o “dia da visitação”(Jr 27. 22. cf. Ex 32.34; Is 10.3; 1Pe 2.12).

Segundo, o dia era um dia de julgamento. Israel esperava por este dia como o dia de julgamento sobre os gentios, mas esqueceu-se de que o Senhor também visitaria os pecados de seu povo (Ex 32.34; Is 63.4; Ez 7.7).

Terceiro, o dia do Senhor também era um dia de libertação do povo fiel ao Senhor. É este conteúdo que se encontra na profecia de Joel 3.

Quarto, o Dia do Senhor é também o tempo futuro, no qual o Senhor julgará todas as nações por meio do seu Filho Jesus Cristo. Esta perspectiva aparece nas palavras de Jesus Cristo em Lc 4.18, 19, no qual o Senhor citando a profecia de Isaias 61.1ss, diz que parte daquela profecia cumpriu-se nele, mas ele mesmo omite a última parte da profecia que diz “e o dia da vingança do nosso Deus”(Is 61.2).
Amós nos fala, portanto, de um dia local, apresentado no v. 27, e um dia universal. No Novo Testamento este dia aponta para a Segunda Vinda de Jesus Cristo (Cf. 1Ts 5.2; 2Co 5.5; 1Co 1.8; Fp 1.6; 2.16; 2Ts 2.10). Notem a ironia do Senhor acerca do seu povo: “vocês desejam o dia do Senhor? É dia de trevas e não de luz para vocês”. Os israelitas, com todos os seus pecados, acreditavam que Deus os livraria dos seus inimigos. Amparados numa falsa segurança, não sabiam que haviam constituído uma inimizade maior com Deus. Este dia seria inescapável para eles. Fico a pensar quando ouviram o Profeta dizer que este dia seria de julgamento sobre o povo de Deus. Como? O Senhor não julgará as nações? Não sem antes julgar os pecados de seu povo.
A descrição deste dia é apresentada pelo Profeta de forma dramática por meio de uma analogia. É como se a justiça perseguisse o sujeito do juízo (v. 19). Numa linguagem camponesa, Amós faz o povo perceber a seriedade do julgamento divino: é como se um homem fugisse de um leão, mas, pensando em ter escapado, depara-se com um urso; foge também e procura refúgio em sua casa e, ofegante da fuga, encosta a mão na parede e é picado por uma cobra! Tal como aconteceu com Paulo, a imagem que vem é de que “a justiça não o deixa viver”. Realmente seria trevas. Não haveria como escapar do Senhor. A pergunta retórica de Deus revela-nos o horror deste dia, dia em que as contas serão acertadas com o Justo Juiz. O povo de Israel pensava que o Dia do Senhor traria julgamento sobre os inimigos de Israel. Mas o profeta Amós diz: “vocês são os inimigos do Senhor; o Dia do Senhor vos consumirá. O Dia do Senhor trará infortúnio, não triunfo; ruína, não libertação”(RAYBURN).


E para confirmar a profecia, o profeta registra: “diz o Senhor”(v. 27). O cativeiro Assírio seria uma ação do próprio Deus (ytiîyleg>hi)[2]. Damasco, principal cidade da Síria, era o terror de Israel. Como disse certo escritor: “o horror do ‘exílio’ era mais do que ruína da derrota e da vergonha da captura. Para Israel, isto significava ser removido da terra da promessa, a terra da presença de Deus. Exílio, de fato, era a excomunhão”(SUNUNKJIAN apud CONSTABLE, 2002, p. 31)
Uma acusação da hipocrisia religiosa – vv. 21-22, 25, 26 – nestes versos temos a razão para tão terrível julgamento da parte do Senhor: a falsa adoração. Meus irmãos, adoração é coisa muito séria. Principalmente porque a adoração reflete o que pensamos sobre Deus. O Senhor tem grande zelo pelo Culto a Ele e, por isso, caso alguém seja hipócrita, isto é, se a adoração eclesiástica é distinta da adoração na vida, confessamos que Deus não é Deus da verdade. Era isto que estava acontecendo em Israel. O sistema de adoração, além de idólatra, era também hipócrita, estava dissociado da justiça e da santidade.

Em nenhuma outra porção em Amós a linguagem é tão forte. Antes, porém, deixe-me apresentar o sistema de adoração de Israel nos tempos do Profeta(DAVISON)

    1. Era praticado com grande freqüência. A palavra “festas” fala das três festas de peregrinação e que todos os homens deveriam fazer (Cf. 23. 14, 17): a Páscoa, a Festa da Semana ou Primeiros Frutos e a Festa dos Tabernáculos.
    2. Havia outros elementos do Culto do AT. Os Holocaustos, as Ofertas de alimentos e Ofertas Pacíficas nas assembléias solenes.
    3. O sistema musical era perfeito. A pompa, o coral e as belas melodias estavam presentes. Diríamos que Israel tinha o melhor “grupo de louvor” já existente.

De fato, o povo era extremamente religioso. Um “avivamento” estava acontecendo em Israel. Muitos afluíam para os lugares de culto. Mas tudo isso estava separado da justiça, da moralidade. O problema não estava nos lugares e nas assembléias, mas no que acontecia quando de lá saiam. A linguagem do Amós ecoa as palavras do profeta Isaias (1. 11 – 17). A verdadeira adoração precede e prossegue à vida. Não estão separadas. Como diria certo cantor secular: “não adianta ir à igreja, rezar e fazer tudo errado”. “Nós não podemos dizer que amamos e honramos a Deus e, então ignorá-lo no modo como nós vivemos e nos relacionamos com os outros. Se nós verdadeiramente buscamos e honramos a Deus, nós seremos transformados por nosso encontro".
A verdadeira adoração resulta em mudanças em nossos corações, nossos desejos e nossas prioridades. Se nós verdadeiramente O honramos, nós o seguiremos. Se deixarmos nosso tempo de adoração sem mudanças, nós não O temos adorado de fato. Nós não tivemos encontrado com Deus. Quando O encontramos, ele nos muda”(Rev. Bruce GOETTSCHE)

Voltemo-nos para a linguagem usada por Deus para expressar seus sentimentos acerca da falsa adoração: “odeio, desprezo as vossas festas”. A combinação das palavras “odeio e desprezo” expressa nos mais fortes termos o desprazer de Deus com o sistema cultual daqueles que estavam em inimizade com Ele (KEIL & DELITZSCH). Outros termos aparecem: “não exalarão bom cheiro”(federão)(v. 21), figuradamente, causarão aborrecimento; não me agradarei, nem atentarei (v. 22), afasta de mim, não ouvirei (v. 23).

Mas a hipocrisia de Israel não parava por aí. A idolatria de Israel começara no deserto. Meus irmãos, nosso Deus é muito paciente, pois por quarenta anos suportou a iniqüidade de um povo rebelde. Mas o julgamento do Senhor pode parecer demorado, como alguns os julgam. A sua longanimidade o impede de executar rapidamente o juízo; antes aguarda-nos o arrependimento, pois não deseja que nenhum de nós se perca. Israel, por quarenta anos, oferecendo sacrifícios no deserto, mas não a Deus, mas a Moloque, Refã, Sicute e Quium, deuses assírios. A adoração hipócrita de Israel não era coisa nova(Cf. Ex 32).

Israel acreditava que poderia satisfazer a Deus adorando-O, mas vivendo uma vida ímpia. Pecado e Adoração junto apenas provocam a Deus, atraindo sobre o pecador a ira de Deus. Diz o provérbio: “O sacrifício dos ímpios é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento”(Pv. 15.8). Abomináveis ao Senhor foram as ofertas de Caim, de Nadabe e Abiú, de Saul e dos Fariseus. Todas feitas com as melhores intenções, mas cheias de impiedade. Adoração não combina com pecado; adoração faz parceria com santidade. A santidade convém à casa do Senhor(Sl 93.5)

A justiça e a retidão devem ser parte da vida do adorador – vv. 23, 24 – Sempre que o Profeta anuncia uma expectativa horrível de julgamento, ao mesmo tempo anuncia um escape gracioso. Um remanescente seria salvo deste juízo (v.3, 15). As palavras destes versos são dirigidas ao povo de Deus individualmente e, desta forma, Deus nos trata não apenas coletivamente (como povo), mas individualmente (como filhos). O povo de Israel estava tendo a chance de arrepender-se da impiedade na adoração, levando uma vida justa e reta. Era preciso, porém, abandonar a hipocrisia. As palavras da boca (cântico) e os sons dos instrumentos eram abafados pela vida daqueles homens. O Senhor deseja justiça e retidão em profusão tal que se assemelhasse a um dilúvio(Cf. Zc 7.9; Os 6.6). A opressão aos pobres, a injustiça social, a mentira, o engano, o suborno, a iniqüidade etc. deveriam ser abandonados para que Deus recebesse a adoração. Israel por tanto tempo cometeu idolatria que pensava que o Senhor Deus era como os deuses pagãos, que regulava apenas a adoração, mas não a vida de seus seguidores. Se a vida é falsa, a adoração também é. O Senhor Yahweh requeria piedade – fé e obediência. Ele requer adoração, mas adoração sem piedade é uma terrível ofensa a Deus (RAYBURN). Como disse o profeta Miquéias: “Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a e andes humildemente com o teu Deus?”(Mq 6.8). O culto verdadeiro a Deus não passa apenas pela forma, mas principalmente pela vida. Fora disto, é ritualismo vazio e infrutífero. E toda árvore que não produz fruto, o Senhor a corta e lança no fogo.

Conclusão

Não posso deixar de ver o paralelo existente entre os dias de Amós e os nossos. Com milhões de evangélicos, de adoração extravagante, de supostos avivamentos, de marchas para declarar, determinar etc; de "encontrões" e "grandes concentrações de poder" e de "show da fé", o Brasil ainda é líder em corrupção, no "jeitinho", na "mão grande". A mentira corre solta, do Presidente arrogante e autodivinizado, até o carrinho com CD's gospel do Zaqueu. A opressão, a imoralidade, a injustiça etc, num País em que os evangélicos somam milhões.

Estes dias foi noticiado (veja aqui no blog o vídeo) deputados "evangélicos"(??) recebendo propina e orando por isso!!! Já se noticiou "apóstolos" presos, "pastor pião", fisioculturista que se apresenta sob o fundo musical de música "gospel", é "créu dos crentes"; é a arruda, as sete águas, "o suor ungido". Aguardem, hipócritas, o Dia do Senhor virá! Quem, hipócritas, tem vos ensinado a pensar que escaparão ira vindoura? Pagão! É isso que o "evangelicalismo" brasileiro tem sido.

Hoje, logo cedo, li no Folha de Pernambuco, os escândalos provocados por "pastores" que, confusos sua vocação, unem-se à política e tentam ser "pastor-político" ou "político-pastor". O escritor Rodrigo Santos, chega a dizer que passou "a observar com mais atenção os diversos líderes e pastores que hoje exercem atividades parlamentar nas diversas Câmaras e Assembléias dos nossos Estados, e, sinceramente, não consigo fazer a separação entre “o joio e o trigo”, os parlamentares e os ditos líderes evangélicos, a impressão que temos, é que são farinhas do mesmo saco".

De fato, a sã pregação da Palavra de Deus nos Púlpitos; a falta da sã doutrina; o chamar ao arrependimento, o Evangelho da Cruz, a glória futura, o sofrer por Cristo (não como ladrão, mas como justos - 1 Pe 4.15, 16) e outras coisas dos "Evangelho da Graça" já não se fazem presentes em muitos púlpitos brasileiros.

Num debate que participamos eu, o Pr. Artur Eduardo e o Bispo Robinson Cavalcanti (irá ao ar no domingo dia 13, Rede Estação, Canal 14), chegamos à conclusão de que o problema é a dicotomização da vida cristã: é "crente" no Domingo, e pagão nos outros dias. Costumo dizer que em tais "evangélicos" a "forma é cristã, mas a mente é pagã".

O Senhor tem estado muito irado contra esta Nação. Os sinais de sua ira são manifestos: a mudança na sexualidade dos gêneros, a iniquidade, a prostituição (conhecida até lá fora do Brasil), a malícia, a avareza, a maldade, a inveja, o homicídio, a contenda, o engano, a malignidade, murmuração, detratores, o ódio ao Deus e Pai do Senhor Jesus Cristo, a injúria, soberba, presunção, invenção de males, desobediência aos pais e mães, a tolice, a infidelidade, a falta de afeição, a falta de misericórdia, a falta de reconciliação (Rm 1. 18 - 32).

Despertem, todos que se chamam pelo nome do Senhor, pois o seu dia está próximo!

Postado por Gaspar de Souza


[1] hithpael particípio masculino plural

[2] hlg hiphil completo com vav consecutivo 1ª ps.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

SALA DE ESTUDO REFORMADO

No último dia 28 de novembro, estive reunido com o grupo de estudos reformados em Maranguape - PE. Tratei do tema "Cosmivsão Bíblica". Creio que foi bom, inclusive com a excelente participação dos presentes. A SERE (Sala de Estudo Reformado) acontece todo sábado na Escola Carneiro Leão, em Maranguape. Abaixo algumas fotos tiradas por Anderson, um dos coordenadores da SERE. Não deixem de visitar o blog da turma: apenaafiada.blogspot.com.
Agradeço aos colegas e participantes por ter estado com eles. Deus continue a abençoar.






Postado por Gaspar de Souza

LULA, O FILHO DO SINDICALISMO QUE PARIU

O Jornalista e Cineasta Ipojuca Pontes comenta (desconstrói) a propaganda do filme "Lula, o Filho do Brasil". Na verdade, deveria-se chamar de "apologia" ao engano. É claro que a propaganda é uma maneira de manipular os fatos. Quem tem câmera e editor, aponta e corta o que bem quer. A julgar pela entrevista à revista Plaboy de 1979, trazida à memória pelo Jornalista Reinaldo Azevedo, nota-se que o filme não passa de manipulação.
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O filme de Lula e a propaganda criminosa

O articulista Zuenir Ventura, comunista light a serviço da patotagem do cinema novo, reverberou a opinião ("O Globo" 25/11/09) de Luiz Carlos Barreto, quem sabe bolado nos intestinos mentais deste produtor, de que o filme "Lula, o filho do Brasil" (no qual a Globo Filmes, empresa das Organizações Globo, investiu R$ 800 mil) foi produzido "para ganhar dinheiro, sem qualquer objetivo ideológico". Antes, no mesmo espaço, fazendo marketing disfarçado, Ventura já havia caitituado o filme de Lula, que, segundo ele, iria "mexer com a emoção e encharcar o cinema de lágrimas".

Por que esse tipo de gente reage à percepção generalizada de que o filme de Lula, estrategicamente amparado pela Secretaria de Comunicação do governo, feito com o aval e o empenho do próprio Lula, é uma peça de propaganda oficial a serviço do deletério culto à personalidade? O que se procura esconder por trás de tal pretensão? A quem se pretende enganar?

(Minha resposta é que para impor seus objetivos de perpetuação de poder os comunistas só acreditam na manipulação dos fatos).

Levantemos alguns dados que não permitem dúvidas quanto ao caráter político-eleitoreiro do filme em foco, um típico exemplar do que na Itália fascista se chamou de "cinema do telefone branco":

1) A pesquisa em que o filme se baseia - fortemente maquiada - é de autoria da "companheira" petista Denise Paraná, assessora política na campanha do ex-sindicalista contra Collor de Mello, em 1989;

2) A editora do livro, que financiou a pesquisa, é nada menos que a facciosa Fundação Perseu Abramo, organismo criado pelo PT para dar "suporte ideológico" aos "companheiros de jornada", em geral com verbas dos cofres públicos;

3) A logística financeira do projeto milionário, segundo informa "Veja" (25/11/09), é do homem de propaganda do governo, o ex-guerrilheiro Franklin Martins, "que teve influência decisiva na captação de recursos" tomados de empresas privadas dependentes do BNDES, banco dominado pelo governo petista;

4) O produtor do "bom negócio" é Luiz Carlos Barreto, velho predador dos cofres oficiais, que já se disse preso político e eleitor de Lula, embora de fato seja um ex-praça do corpo de Fuzileiros Navais com passagem pelos pântanos pouco ortodoxos de "O Cruzeiro";

5) A linha de aberto culto à personalidade adotada pelo filme, seguindo modelo stalinista, faz de Lula uma cruza de santo com herói predestinado, tal qual um novo Moisés bíblico a abrir mares e levar os deserdados à terra da promissão. Neste sentido, convém lembrar que o publicitário oficial Duda Mendonça andou "burilando" a peça;

6) Embora o aval de Lula e os direitos de filmagens estivessem cedidos desde 2003, a "expertise" da produção programou sua exibição exatamente para 2010, ano de eleições presidenciais, no pressuposto de que o melodrama mistificador seria peça publicitária capaz de influenciar a massa ignara na hora do voto.

A idéia de beatificar Lula não é nova. Na campanha presidencial de 1989, enquanto parte do PT agredia Collor denunciando que ele era "filho de assassino" e "casado com duas mulheres" (exibia fotos no seu programa eleitoral de TV), outra facção da futura "quadrilha organizada" vendia Lula, de forma ensurdecedora, como um Cristo Iluminado, de conduta perfeita, ilibada e irretocável.

Foi preciso que aparecesse, nas páginas do "Estadão" (e, depois, no programa de Collor na TV), a enfermeira Miriam Cordeiro, ex-mulher do santificado Lula, tratando-o por consumado "canalha". Entre outras verdades, a enfermeira afirmava que o "Cristo Iluminado", desde que a tinha abandonado grávida de seis meses, discriminava miseravelmente a filha, Lurian, cuja vida, anos antes, queria "ver abortada".

Agora a mitificação de Lula, em torno da qual está atrelada a candidatura da ex-terrorista Dilma Rousseff, reaparece. Nela o irrefreável Barreto explica que o herói da sua milionária obra de propaganda não é Lula, mas, sim, a mãe, D. Lindu, uma mulher devotada ao filho, a quem tratava com especial carinho. Se o que Barreto diz é verdade, Lula foi um filho relapso, para dizer o mínimo. Em depoimento ao repórter Mário Morel, no livro "Lula, o metalúrgico" (Nova Fronteira, Rio, 1989), "Frei" Chico conta que "a mãe ficou muito doente", e que o irmão, Lula, já por conta da cachaça sindical, "não ia ver a velha". E acrescenta: "Eu tenho uma irmã que tem uma bronca dele: "Pô, você não foi ver a velha". E vai por aí.

O meio familiar e sindical em que Lula viveu e se formou pode, pelo menos em parte, justificar o seu caráter, ou melhor, a completa ausência dele. Vejamos como a coisa se dava. A esse respeito, a citada Denise Paraná reproduz sintomático depoimento de Lula, que, na certa, não figura na propaganda de Barreto. Confessa ele inconsciente e, por cálculo, aparentemente sincero: "A carne que a gente comia era mortadela que o meu irmão roubava na padaria onde ele trabalhava".

O mesmo irmão (seria o lobista Vavá?) que roubou a padaria, certa vez apareceu em casa dizendo que tinha encontrado um pacote de dinheiro embrulhado num jornal, debaixo de um carrinho. Esse dinheiro considerável - relata Denise Paraná - foi usado "para quitar o aluguel atrasado em cinco meses e financiar a mudança da família para a Vila Carioca, em S. Bernardo do campo". História esquisita, muito comovente, mas pergunta-se: e o dono do dinheiro, como ficou?

Quem sabe influenciado pelo irmão, o próprio Lula se jacta ao repórter Mário Morel (na obra citada) de ter, já rapaz feito, mandado o patrão "tomar no cu" depois de arrancar-lhe dinheiro de combinada hora extra que jamais cumpriu - o que não deixa de expressar, sem retoques, o seu peculiar senso ético.

No exercício da liderança sindical, o escolado Lula também não surpreende. Perduram nos anais da história seus encontros com Murilo Macedo, num sítio em Atibaia, interior de São Paulo, em que o "filho do Brasil" enchia a cara de cachaça e pedia - e recebia - grana ao ministro do Trabalho da "ditadura militar".

Para não esgotar a paciência do leitor, avanço só mais um exemplo de como a propaganda de Barreto, municiada pelo governo, perverte a verdade dos fatos e constrói o deplorável mito: certa feita, na sua vida sindical, Lula, segundo relata Paraná, testemunhou impassível o brutal espancamento de um diretor de fábrica que, para não morrer, sacou o revolver e atirou para o ar. Diante da furiosa investida, em que os grevistas jogaram o homem pela janela, o nosso iluminado "condottieri" assim opinou sobre o massacre: "Eu achava que o pessoal estava fazendo justiça".

Na versão mentirosa do filme de Barreto, feita para empulhar o espectador, após ver o trucidamento, Lula corre na direção do irmão sindicalista, "Frei" Chico. E diz, horrorizado: "Ele também é trabalhador!".

No entanto, é justo reconhecer, há uma contraditória verdade quando se diz que o "filme de Lula foi feito para ganhar dinheiro". Em última análise, o que queriam Lenin, Stalin, Hitler, Mussolini, Mao, Fidel Castro e tantos outros ditadores menores ao financiar a propaganda (sutil ou grosseira) em torno de suas extraordinárias e inexistentes qualidades pessoais?

Resposta: a manutenção interminável do poder, isto é, vida palaciana, roupas, comidas e bebidas refinadas, serviçais requintados, viagens internacionais, salários colossais, amantes, honrarias, respeito subserviente, disponibilidade do largo aparato partidário e a subordinação das classes sociais, arbítrio sobre a liberdade dos outros, etc., etc., etc. - o que significa dizer dinheiro, muito dinheiro, especialmente para quem, no comando do aparato do Estado, explora a riqueza alheia, em geral sacada por força da violência coercitiva do bolso de quem trabalha e produz.

Por outro lado, convém lembrar, a crescente expansão do capitalismo de Estado associado ao aparelhamento da máquina pública pelas hostes do PT, tornou o Brasil um dos países mais corruptos e violentos do mundo, senão o mais violento e corrupto. Ou alguém dúvida que fenômenos como o "mensalão", os financiamento do parasitismo revolucionário do MST e de personalidades como Stédile, Marco Aurélio Garcia e afins, as somas bilionárias dos fundos de pensão e dos sindicatos, a súbita riqueza de Lulinha, a diplomacia comunista de Amorim, os intermináveis jantares e confraternizações do Planalto, os fabulosos gastos com a propaganda do governo, a leniência da mídia com a ignorância comunista de Lula e Dilma Rousseff, a corrupção eleitoral a partir de programas de aceleração do crescimento e suas vultosas comissões, os serviçais e a boa vida do Palácio da Alvorada (sempre em dispendiosas reformas) e a produção de filmes como "Lula, o filho do Brasil", por exemplo, não são conseqüências diretas do Estado Forte do "companheiro" Lula, prenúncio do mais sórdido socialismo?

Fonte: Mídia Sem Máscara

O "APÓSTOLO" EM PRISÃO, MAS NÃO É PAULO NÃO

Bispos da Renascer são condenados a quatro anos de reclusão; defesa diz que sentença é "absurda"

O juiz da 6ª Vara Criminal Federal de São Paulo, Fausto Martin De Sanctis, condenou os fundadores da Igreja Renascer, Estevam e Sonia Hernandes, a quatro anos de reclusão por crimes de evasão de divisas, além de 164 dias-mult a (R$ 57,4 mil). A pena foi convertida em prestação de serviços à comunidade, e o casal poderá recorrer em liberdade. A sentença, de 1º de dezembro, foi divulgada nesta quarta (2) pela Justiça Federal.

A acusação do Ministério Público Federal refere-se a episódio de janeiro de 2007, quando o casal tentou entrar nos EUA com US$ 56 mil escondidos em malas, um porta-CD e uma Bíblia. Eles foram detidos no aeroporto de Miami e condenados pela Justiça americana. Já cumpriram pena em regime fechado e aberto e retornaram ao Brasil em agosto deste ano.

Na sentença, De Sanctis afirma que os réus embarcaram para o exterior acondicionando valores de forma "inusitada", lançando mão de mecanismos para ludibriar autoridades. No entanto, acata argumentos do Ministério Público, que pediu a pena mínima, por já terem sido condenados nos EUA.

Ainda segundo a Promotoria, caso a pena fosse privativa de liberdade, deveria ser substituída por prestação de serviços à comunidade.

Com base no pedido da Promotoria e na análise do caso, a pena foi substituída por duas restritivas de direito. Assim, em vez da prisão, os bispos poderão prestar serviços a entidades filantrópicas e sofrer interdição temporária de direitos, como a proibição de frequentar lugares determinados pela Justiça e viajar a alguns países.

A pena foi aumentada ainda em um sexto em razão de se tratarem de pessoas ligadas à religião, que violaram o dever inerente ao ministério. Cada dia-multa corresponde a cinco salários mínimos vigentes à época do crime, de R$ 350, o que totaliza R$ 57,4 mil.

O magistrado também acolheu outro pedido do MP, para que fosse desconsiderado o crime de falsidade ideológica. De Sanctis entendeu que não se pode desconsiderar que este crime está absorvido pelo de evasão de divisas. Assim, o casal foi absolvido por esta acusação.

Defesa
Em nota, Luiz Flávio Borges D'Urso, advogado do casal, diz que a sentença é "absurda" e informa que já prepara o recurso. "A defesa irá recorrer e insistir na absolvição, uma vez que há convicção que não existe nenhum elemento de prova a dar suporte à acusação. Não há, repetimos e chamamos a atenção para esse fato: não há nenhum elemento de prova que possa confirmar a acusação e ou autorizar uma condenação tão absurda", diz D'Urso.

"A sentença extrapola e muito a própria condenação solicitada pela Procuradoria da República, que seria de dois anos com pena alternativa e/ou multa. O juiz busca impor uma pena excessiva, fora dos padrões inclusive do pedido do Ministério Público Federal", defende o advogado.

Fonte: Uol Notícias

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

II Congresso Missionário IEAV - Missionário: O Verdadeiro Heroi da Fé


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Postado por Gaspar de Souza

PULSEIRAS DO SEXO

O Site do Gazeta Online tem a matéria sobre as "Pulseiras do Sexo". Alertem seus filhos e filhas sobre esta nova "moda".
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Os mais atentos já notaram que adolescentes vêm incrementando o visual com mais um item: uma colorida pulseira de plástico. O objeto parece inocente. Mas, na realidade, é um código para experiências sexuais, onde cada cor significa um grau de intimidade, desde um abraço até o sexo propriamente dito.

As pulseirinhas de silicone, agora promovidas “a pulseiras do sexo”, geraram o maior burburinho desde que começaram a aparecer. Alguns nem imaginam do que se trata. A moda, iniciada na Inglaterra, se disseminou pelo mundo, principalmente via internet, e é febre também dentro das escolas.

Quem usa as pulseiras está automaticamente participando de um tipo de jogo (o Snap), que funciona assim: uns tentam arrebentar a pulseira do outro. Aquele que consegue ganha o direito ao “ato” ao qual a cor da pulseira corresponde. As “prendas” vão desde um carinho até uma atividade sexual.

Alerta

Há pais que já ligaram o sinal de alerta. E muitos ficam chocados quando descobrem que a pulseira usada pelo filho serve para esse tipo de “brincadeira”. “Quantas mães não sabem do significado dessas ‘inocentes’ pulseirinhas e estão deixando as filhas e filhos usarem? Os pais precisam tomar uma atitude”, desabafou a mãe de um adolescente de 12 anos que usa várias pulseiras.

A psicóloga Adriana Müller acredita que, para os pais, o melhor nessas horas é um diálogo franco com os filhos, explicando a eles os perigos associados a essa brincadeira. “Eles devem comparar esse problema com os valores defendidos pela família e criar limites para seus filhos”, aconselha. (Vitor Ferri)

Fonte: Gazeta Online

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A ENQUETE DO SENADO E A MANIPULAÇÃO DOS FATOS

A maioria dos internautas que votou na enquete da Agência Senado e da Secretaria de Pesquisas e Opinião Pública (Sepop), no mês de novembro, se posicionou contra a aprovação do PLC 122/06, que torna crime a discriminação contra idosos, deficientes e homossexuais. Do total, 51,54% foram contrários à proposta e 48,46% a favor.

A enquete recebeu 465.326 votos, e foi a que mais mobilizou votantes desde que esse tipo de consulta foi criado. Até então, o que mais havia atraído internautas foi o questionamento a respeito do projeto que institui cotas raciais, que recebeu quase 360 mil votos.

A Agência Senado frisa que as enquetes pela internet não utilizam métodos científicos, apenas colocam os temas em debate. Entretanto, o DataSenado fez pesquisa, dessa vez científica, a respeito do tema e nesse caso, 70% dos entrevistas foram favoráveis ao projeto que criminaliza a homofobia. Veja detalhes aqui.

No início do mês, a enquete enfrentou problemas técnicos, saiu do ar por alguns dias e retornou depois, com o aprimoramento do sistema de segurança. Houve a suspeita de burla ao sistema, já que em apenas três dias no ar (de 3 a 6 de dezembro), recebeu mais de 500 mil respostas.

Veja aqui o resultado de consultas anteriores.

Tramitação

Substitutivo ao PLC 122/06, relatado pela senadora Fátima Cleide (PT-RO), foi aprovado na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e tramita agora na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). O texto prevê a punição com pena de um a três anos de prisão, pela discriminação contra pessoa idosa ou com deficiência e ainda em razão daorientação sexual.

Pelo texto do substitutivo, a lei que define e pune atos de preconceito de raça, cor, etnia, religião ou origem (Lei 7.716, de 1989), passa a também tratar da discriminação contra pessoa idosa, com deficiência e por orientação sexual, sexo ou identidade de gênero. Em relação ao projeto da Câmara, houve a inclusão dos idosos e das pessoas com deficiência entre os protegidos pela proposta.

O projeto é polêmico e tramita no Senado desde o final de 2006, ano em que foi aprovado na Câmara. Uma dos argumentos levantados por seus opositores é que ele fere o direito à liberdade religiosa e o direito à opinião.

O dispositivo que mais preocupa os parlamentares opositores ao projeto é o que define pena de até três anos de prisão para quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceitos semelhantes.

A matéria ainda deve ser analisada, além da CDH, pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e pelo Plenário do Senado. Se aprovada por essas duas instâncias, volta à Câmara, pois o texto proveniente daquela Casa foi modificado.

Leia matéria da aprovação na CAS

Fonte: Agência Senado