segunda-feira, 31 de maio de 2010

LINGUÍSTICA - CURSO DE FÉRIAS NA UFPE

Normalmente, o CEHAQ (Centro de Estudos Humanístico Amaro Quintas), em parceria com a UFPE, promove cursos de curta duração no período de férias. O curso é ministrado pelo prof. Dr. Vicent Masip. São cursos de Grego Clássico, Hebraico Bíblico, Latim e Linguística. Em julho terá mais um curso. Ao lado o cartaz (clique para ampliar). Abaixo segue a programação e locais para informação.
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Curso Linguística Aplicada ao ensino da Fonologia, Fonética e Ortografia do português:

  • Datas. Dias 5, 6, 7 e 8, 12, 13, 14, 15, 19, 20, 21, 22, 26, 27 e 28 de julho de 2010 (de segunda a quinta-feira).
  • Carga. 30 horas, 2 créditos; certificado de extensão da UFPE.
  • Horário. Das 10h às 12h.
  • Inscrição gratuita.
  • Número de vagas: 70.
  • Ocupação das vagas. Ordem de inscrição.
  • Exigência. Nível universitário (O candidato deverá ter concluído, ou estar cursando, o Terceiro Grau.).
  • Local do curso: Departamento de Letras, no Centro de Artes e Comunicação da UFPE, miniauditório 2 (Andar térreo do CAC).
  • Manual: Fonologia, Fonética e Ortografia do português (Estará disponível no local do curso ao custo de R$ 25,00 reais, mas sua aquisição é optativa.).
  • Professor. Dr. Vicente Masip.
  • Coordenador do programa. Dr. José Alberto Miranda Poza
  • Maiores informações: e-mail cehaq@terra.com.br.

Programa

1. Semiologia (sinal). Semiótica (signo). Significante e significado. Fonologia. Fonética. Ortografia. Lexicografia. Lexicologia e Semântica.

2. Traço distintivo. Oposição distintiva. Fonema. Alofone. Grafema. Alografe. Vogal. Vocoide Semivogal. Consoante. Contoide. Sílaba. Palavra fônica. Grupo fônico. Arquifonema. Frase. Parágrafo. Texto. Grafemática. Lexicológica. Sintagmática. Temática.

3. Sistema fonológico português. Dimensão segmental. Dimensão suprassegmental. Sistema vocálico. Sistema consonantal.

4. Transcrição fonológica. Tom, intensidade e duração; melodia, tonicidade e ritmo.

5. Tonicidade e acentuação ortográfica. As 10 regras.

6. Transcrição fonética. Juntura. Ênfase.

7. Fonemas e alofones vocálicos e consonantais.

8. Correspondência entre fonemas, sons e letras do português. Transcrição ortográfica dos fonemas vocálicos. Os quatro fonemas consonantais que apresentam problemas ortográficos relevantes: /s/ /z/ /S/ /Z/. O alfabeto.

9. Correspondência entre prosódia e signos ortográficos. Palavras compostas.

10. Signos ortográficos alheios à prosódia.

11. Fonologia sintática: estratégias de leitura.

12. Noções de composição poética.

13. A nova ortografia.

14. Avaliação.


Postado por Gaspar de Souza

sexta-feira, 28 de maio de 2010

LÁ SE VAI MAIS UM ANCESTRAL NO DARWINISMO!

Não durou muito para que o fóssil do suposto ancestral mais famoso do homem, o Ardipithecus ramidus, conhecida como Ardi, uma "fêmea"(eles nem mesmo sabem mais o que é), fosse considerada apenas uma "reles macaca"....
Ah, não vou comentar mais....segue com alguns destaques.
Leiam e vejam como o fato do evolucionismo é firme com gelatina....
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Estudo diz que Ardi, de 4,4 milhões de anos, não é ancestral do homem
por REINALDO JOSÉ LOPES

Querem destronar Ardi. A fêmea primata de 4,4 milhões de anos virou ícone da espécie Ardipithecus ramidus, um dos mais antigos ancestrais do homem. Mas não passaria de uma reles macaca, acusa um novo estudo.

Ironicamente, o "rebaixamento" da espécie de Ardi está sendo proposto nas páginas da prestigiosa revista especializada "Science", a mesma que alçou a suposta fêmea de hominídeo (ancestral humano) à categoria de descoberta do ano em 2009.

O esqueleto quase completo da criatura, bem como hipóteses detalhadas sobre sua locomoção e até sua vida sexual, foram descritos em 11 artigos científicos no dia 2 de outubro do ano passado.

Ardi e seus companheiros de espécie estariam entre os primeiros primatas a comprovadamente caminhar com duas pernas, tal como o homem. É o que argumentava a equipe liderada por Tim White, da Universidade da Califórnia em Berkeley (Costa Oeste dos EUA).

Besteira, declarou à Folha Esteban Sarmiento, primatologista da Fundação Evolução Humana, em Nova Jersey. "O Ardipithecus é um quadrúpede palmígrado [ou seja, apoiava-se nas plantas das quatro patas], e não um bípede. Aliás, é muito difícil dizer se o fóssil [Ardi] era um macho ou uma fêmea."

Mais importante ainda: o animal seria, na verdade, um grande macaco africano primitivo, talvez anterior à separação entre as linhagens de humanos e chimpanzés.

INTERPRETAÇÃO:

Até certo ponto, problemas de interpretação são naturais quando se trata de um fóssil como esse. Embora fragmentos de outros indivíduos da espécie já tenham sido achados, Ardi é, de longe, a mais importante fonte para entender o A. ramidus, por causa de seu esqueleto relativamente completo.

Ocorre, porém, que os milhões de anos de preservação distorceram vários dos ossos do bicho, em especial os da pelve (quadril), importantes justamente no debate "dois pés versus quatro patas".

Além disso, a idade remota, próxima do momento estimado para a separação evolutiva entre as linhagens do homem e do chimpanzé, também é fonte de confusão. Isso porque, em tese, quanto mais perto dessa divergência, mais difícil fica dizer quem é pré-humano e quem é apenas macaco.

Sarmiento aponta que White e companhia teriam errado feio na interpretação dos detalhes mais significativos do esqueleto. Em resumo, ele diz que traços dos dentes, da pelve e dos membros da espécie lembram mais os dos grandes macacos mais antigos, com uns 10 milhões de anos.

O problema é que esses bichos mais primitivos só foram encontrados até agora na Europa e na Ásia. Há uma lacuna no registro deixado pelos fósseis na África, tanto que até agora ninguém reconheceu oficialmente a descoberta de um protochimpanzé ou protogorila.

Sarmiento aposta que a "mania" de achar apenas hominídeos na África, com idade de 7 milhões de anos para cima, pode ser explicada por um viés dos cientistas: ninguém quer afirmar que achou "apenas" um ancestral dos chimpanzés ou dos gorilas, critica ele.

CONTRA OU A FAVOR

Paleoantropólogos ouvidos pela Folha disseram que a crítica tem fundamento.

"Embora o Dr. White e seus colegas tenham descoberto um fóssil fabuloso de grande macaco, tentaram forçar a mão e transformá-lo num hominídeo, coisa para a qual não há base nenhuma", diz o americano Lee Berger, da Universidade do Witwatersrand (África do Sul).

"Creio que esse é só o primeiro de uma avalanche de artigos. Apesar da força considerável de personalidade do Dr. White, nem ele é capaz de forçar a área a aceitar o A. ramidus como hominídeo."

John Hawks, da Universidade de Wisconsin em Madison, também diz esperar mais publicações criticando a descrição de Ardi.

"Sarmiento argumentou corretamente em vários pontos. Por exemplo, várias comparações recentes do genoma do homem e de primatas mostraram que o ancestral comum de chimpanzés e humanos viveu em torno de 4 milhões de anos atrás", diz.

"Ardi e outros supostos hominídeos, portanto, seriam velhos demais para serem ancestrais do homem. Muitos paleontólogos preferem ignorar os dados genéticos, mas não acho que seja tão simples assim."

Em resposta na própria "Science", White e colegas se defendem. Afirmam ter feito a lição de casa exigida por Sarmiento, ao "comparar detalhadamente" a espécie de Ardi com os grandes macacos mais antigos.

Também lembram que, apesar da descrição recente de Ardi, outros exemplares da espécie tinham sido revelados ao público desde os anos 1990. "Nesses 15 anos, o status do Ardipithecus como hominídeo foi amplamente aceito" pela comunidade científica, afirmam eles.

Fonte: Folha Online
Você também pode ler outra matéria sobre o assunto no Estadão Online

PETER HITCHENS, IRMÃO DO FAMOSO ATEU, ESCREVE: "COMO O ATEÍSMO ME CONDUZIU À FÉ"

O jornalista Peter Hitches, irmão do famoso ateu Christopher Hitches, acaba de lançar o livro The Rage Against God: How Atheism Led Me to Faith(Zondervan, 2010, 224p) em que conta sua jornada da descrença para o compromisso com a Fé Cristã.

A descrição do livro, como consta na contra-capa, mostra Como “com firme abertura e honestidade intellectual, Peter Hitchens, descreve o fracasso pessoal e curiosidade filosófica que o levou a queimar sua Bíblia na escola preparatória e a abraçar o ateísmo em seu lugar. A partir daí, ele traça sua experiência como um jornalista em Moscou, União Soviética, e a observação crítica que o deixou com mais perguntas que respostas; e mais desespero do que a esperança de viver uma vida significativa. Com a observação em primeira mão linha indistinta entre a política e a igreja, Hitchens revela as razões por que uma avaliação honesta do ateísmo não pode sustentar a descrença em Deus. No processo, ele fornece a esperança para todos os crentes que, nas palavras de T.S. Eliot, pode descobrir “o fim de toda nossa exploração chegará onde começamos a conhecer o local pela primeira vez”

Peter fala sobre a hostilidade contra a religião que ele testemunhou na queda da União Soviética, e que equivale ao que os novos ateus estão fazendo de uma maneira nova e re-inventada.

“Se você empurra a Deus para fora do mundo, então você cria um deserto imenso"

Ele faz uma observação muito precisas sobre a nossa sociedade ocidental:

Este país deixou de ser verdadeiramente cristã em termos de pessoas verdadeiramente, consciente e educada de forma a crer que a fé cristã após a primeira guerra mundial. As pessoas continuam a comportar-se como se fossem cristãos. E a sociedade continua a funcionar como se fosse uma sociedade cristã por algum tempo depois ele foi embora. Temos vivido os últimos 40 ou 50 anos, no crepúsculo do cristianismo. Mas, eventualmente, a noite cai.
Hitchens, o Peter, já teve um colóquio com Hitches, o Christopher ocorrido em 03 de abril de 2008. Abaixo você pode ver a primeira parte, dum total de 14 vídeos deste debate.



Vamos aguardar para que as editoras brasileiras traduzam este livro e o ponhã no mercado editoral nacional.

Postado por Gaspar de Souza

E EU PENSAVA QUE JÁ TINHA VISTO DE TUDO!

MENINO DE 2 ANOS FUMA 4O CIGARROS POR DIA

Foram divulgadas nesta quarta-feira as primeiras imagens do menino indonésio Aldi Suganda Rizal, de apenas 2 anos (fotos).

O garoto é viciado em cigarros desde os 18 meses, quando recebeu o primeiro maço de seu pai, Mohammed.

Hoje, Aldi fuma 40 cigarros por dia. Segundo sua mãe, Diana, o menino é tão viciado que, quando é proibido de fumar, grita e bate com a cabeça contra a parede, além de queixar-se de tonturas e enjoos.

"Ele trata os cigarros como outra refeição", disse Diana. "Eu tento distraí-lo com brinquedos e jogos, mas nada funciona."

Para o pai, Aldi parece muito saudável. Ele não vê problemas no vício do menino, pelo contrário, orgulha-se.

"Ele fuma como um adulto. Já aprendeu a soprar anéis de fumaça e sopra fumaça pelo nariz", diz Mohammed.

Fonte: Aluízio Amorim

quarta-feira, 26 de maio de 2010

NÃO ESTÁ LONGE DO BRASIL FICAR IGUAL A INGLATERRA

Outro pregador inglês preso e acusado por opiniões sobre o homossexualismo

Hilary White
WORKINGTON, Inglaterra, 3 de maio de 2010 (Notícias Pró-Família) — Outro pregador de rua na Inglaterra foi preso simplesmente por proclamar ensinos cristãos que mostram que a conduta homossexual é pecado. Dale Mcalpine diz que estava distribuindo folhetos na cidade de Workington em 20 de abril, quando foi abordado por transeuntes e um agente policial de apoio de comunidade (APAC) que se identificou como homossexual.
No andamento da conversa Mcalpine, de 42 anos, lhes disse que tem a convicção de que a homossexualidade é pecado porque é contrária à Palavra de Deus na Bíblia. O jornal Daily Mail noticiou que a polícia disse que ele havia dito isso em “voz alta” que poderia ser causalmente ouvido por outros.
Mcalpine foi então preso, acusado de usar palavras abusivas e insultantes ou conduta contrária à Lei de Ordem Pública de 1986, ficando numa cela durante 7 horas. Ele está sendo auxiliado pelo Instituto Cristão, e diz que estará defendendo sua inocência diante das acusações.
A prisão de Mcalpine marca a segunda vez em apenas um mês em que um cristão foi preso na Inglaterra por fazer nada mais do que pregar a ética sexual cristã. No começo de abril LifeSiteNews.com (LSN) noticiou sobre o caso de Shaw Holes, um americano que foi preso em Glasgow, enquanto estava numa turnê de pregações com um grupo de colegas britânicos e americanos, depois que disse a um grupo de transeuntes, em resposta a uma pergunta direta
sobre a questão, que a conduta homossexual é pecado.
Mcalpine, que se descreve como um cristão “nascido de novo”, disse para LSN que sua prisão é um mau sinal para a sociedade britânica.
“Alguém não quer que esta maravilhosa verdade de salvação seja pública e é isso o que está acontecendo em meu país. Está ocorrendo uma batalha espiritual pelas almas”, disse ele.
“Senti-me chocado e humilhado que eu havia sido preso em minha própria cidade e tratado como um criminoso comum na frente de pessoas que conheço”, Mcalpine disse para o Daily Mail. “Minha liberdade foi arrancada por causa de fofocas de alguém que não gostou do que eu disse, e fui acusado sob uma lei não aplicável”.
Ele acrescentou: “Se você estiver pregando ódio e incentivando as pessoas a machucar outras, é certo que isso é contra a lei. Mas eu jamais faria isso. Se temos uma sociedade livre, eu deveria ter a liberdade de pregar o Evangelho como gerações fizeram antes de mim”.
Mcalpine disse numa declaração que enquanto estava pregando, uma mulher se aproximou e “procedeu dizendo que o que estávamos fazendo era errado e a verdade não era o preto ou branco que o que eu estava apresentando”.
Ele disse que continuou sua conversa com a mulher, discordando amigavelmente, mas que depois, um grupo de APACs que estavam perto falou com ela enquanto ela estava deixando. Um dos agentes então se aproximou de Mcalpine.
“Perguntei se estava tudo certo, e então ele respondeu: ‘Temos tido queixas e se você disser qualquer comentário racista ou homofóbico, prenderei você’”.
“Eu lhe disse que não sou homofóbico, mas às vezes eu me levanto e prego que a homossexualidade é pecado e que isso é o que a Bíblia diz. Eu também disse que isso não é crime”.
Mcalpine disse que o APAC então se identificou como o “agente de relações com os LGBTs” em nome da polícia: “Eu disse que ainda é pecado”.
Os meios de comunicação identificaram o APAC como Sam Adams, membro da associação de funcionários LGBT da polícia da Cumbria. Essa associação representou a polícia na parada do “orgulho gay” em Manchester no ano passado.
Mcalpine disse que sentiu que os APACs presentes estavam deliberadamente tentando encontrar desculpas para prender a ele e seus colegas. Num ponto na pregação do dia em Workington, ele escreveu, “um cavalheiro com camiseta vermelha” gritou para ele sobre “o perdão de Deus”. O APAC que se identificou como homossexual então se aproximou desse homem e falou com ele. “Isso confirmou minha suspeita de que ele estava tentando obter alguma queixa contra mim”, disse Mcalpine.
Quando o turno normal de agentes policiais chegou, Mcalpine disse que um deles perguntou: “O que você tem dito de forma homofóbica?”
Ele respondeu que ele havia explicado ao APAC que a Bíblia ensina que a homossexualidade é pecado, mas que isso não constitui “ódio” para com os homossexuais.
“Expliquei que não existe lei contra dizer isso e o policial discordou instantaneamente”.
Mcalpine, que nunca teve problemas com a lei antes, foi então preso por “crime, com agravante racial, contra a ordem pública, seção 5”. Mais tarde lhe disseram que ele estava sendo acusado de “usar palavras ou conduta ameaçadoras para provocar incômodo ou preocupação ou angústia” — uma classe de crime que originalmente era aplicável para agitadores violentos e abusivos e para torcidas violentas de futebol. Ele foi liberto sob fiança com a condição de que não pregue num lugar público para membros do público.
Mike Judge, porta-voz do Instituto Cristão, disse: “Dale é um cristão comum e normal com opiniões tradicionais sobre a ética sexual. Algumas pessoas concordarão com ele, outras discordarão. Mas não cabe à polícia prender alguém só porque outros poderão discordar do que é dito”.
O colunista Peter Hitchens escreveu no Mail que esse incidente é só mais um sinal da “revolução” que ocorreu na Inglaterra.
“A Lei de Ordem Pública de 1986 não tinha a intenção de permitir a prisão de pregadores cristãos em cidades inglesas por fazerem citações da Bíblia. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Parcerias Civis de 2004 não tinha a intenção de forçar funcionários públicos a aprovar a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção. A Lei de Crimes Sexuais de 1967 não tinha a intenção de levar a um estado de coisas onde é cada vez mais perigoso dizer qualquer crítica sobre a homossexualidade. Mas agora essa é sua intenção”.
O caso Mcalpine mostra que a Inglaterra desceu longe no abismo, disse Hitchens: “Ações pequenas e inofensivas, oferecimentos de oração, o uso de crucifixos, solicitações para se isentar de deveres, são encarados com ira e ameaças oficiais de demissão, de forma exagerada. Até quando antes que os cristãos sejam vítimas de chantagem de colegas de trabalho porque ousaram dizer publicamente suas opiniões ilegais?”

Fonte: Julio Severo

terça-feira, 25 de maio de 2010

Vídeos do III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje

Já estão disponíveis os vídeos do III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje, (2010) promovido pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. O Simpósio desde ano contou com a presença do, talvez, maior representante da atualidade do Design Inteligente, Dr. Stephen Meyer e, na ocasião, foi apresentado o seu livro Signature in the Cell - DNA and the Evidence for Intelligent Design. Também participaram defensores do Darwinismo. Você pode ver a tabela abaixo contendo os temas e os vídeos. Todos os links remetem à página do Mackenzie.

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Vídeos do III Simpósio Internacional Darwinismo Hoje


Formato dos Vídeos

Flash Video - FLV - 720x480 - 640Kbps
Windows Media - WMV - 320x240 - 320Kbps
IPhone/iPod touch - MP4 - 720x480
Salvar - Opção de Download - WMV - Windows Media (para salvar clicar com o lado direto do mouse sobre o arquivo e no menu escolher a opção Salvar destino como ...)

HTML 5 Vídeo Informações

VIDEO           Flash   H.264   Ogg Theora
.flv .m4v .ogv
Firefox 3.6 - - X
Safari 4.0 - X -
Chrome 4.0 - X X
Other (Flash) X X -

26/04/2010 (Segunda-Feira)
20h – 21h30

Auditório Ruy Barbosa
Conferência 1

Dr. Stephen C. Meyer
"Assinatura na Célula: DNA e a Evidência para o Design Inteligente"

27/04/2010 (Terça-Feira)
9h – 10h

Auditório Ruy Barbosa
Conferência 2

Dr. Henrique Paprocki
"Gênesis: O inteligente planejamento do planejamento inteligente"
10h30 -12h
Auditório Ruy Barbosa
Conferência 3

Dr. Scott Minnich
"Complexidade irredutível e o paradigma do flagelo"
15h – 16h
Auditório Ruy Barbosa
Oficina 1
Ms. Adauto J. B. Lourenço

"Evidências de Criação"
16h15 – 17h30

Auditório Ruy Barbosa
Oficina 2
Dr. Diogo Meyer
"A evolução como uma teoria científica sobre o mundo"
19h – 21h

Auditório Ruy Barbosa
Conferência 4

Dr. Stephen C. Meyer
"Objeções e Refutações: Respondendo Críticas sobre o DNA em relação ao Argumento do Design"

28/04/2010 (Quarta-Feira)
9h – 10h

Auditório Ruy Barbosa
Conferência 5

Dr. Diogo Meyer
"A evolução ajuda-nos a entender o mundo que nos rodeia"
10h30 – 12h

Auditório Ruy Barbosa
Conferência 6

Dr. Scott Minnich
"Evolução e patogênese: novos insights quanto a um dos dilemas de Darwin"
15h – 16h

Auditório Ruy Barbosa

Oficina 3
Dr. Marcos Nogueira Eberlin
"Antevidência, e do tipo Genial: O 3º Pilar da Teoria do Design Inteligente!"
16h15 – 17h30

Auditório Ruy Barbosa

Oficina 4
Dr. Henrique Paprocki

"Educação científica evolutiva para todos"
19h – 22h
Auditório Ruy Barbosa
Mesa Redonda
"Design Inteligente: ciência ou religião?"

Moderador: Dr. Davi Charles Gomes

Dr. Diogo Meyer
Dr. Henrique Paprocki
Dr. Marcos Nogueira Eberlin
Dr. Stephen C. Meyer

29/04/2010 (Quinta-Feira)
9h – 10h

Auditório Ruy Barbosa
Conferência 7

Dr. Henrique Paprocki
"Apocalipse: Apenas evidências. A Evolução sem milagres"
10h30 - 12h
Auditório Ruy Barbosa
Conferência 8
Dr. Stephen C. Meyer
"A Explosão de Informação Cambriana"
15h – 16h

Auditório Ruy Barbosa

Oficina 5
Jornalista Maurício Tuffani
"O confronto entre evolucionismo e criacionismo na esfera pública"
16h15 – 17h30

Auditório Ruy Barbosa

Oficina 6
Ms. Enézio de Almeida
"A teoria do Design Inteligente: ciência ou religião?"
19h30 – 22h
Auditório Ruy Barbosa
Conferência 9

Dr. Marcos Nogueira Eberlin
"A Viabilidade da Evolução Química ao Nível Molecular: As Moléculas Falam, e Não Mentem!"

Postado por Gaspar de Souza

segunda-feira, 24 de maio de 2010

CRIME DE HOMOFOBIA? QUANDO A MÍDIA É HONESTA

A notícia abaixo conta da morte de um travesti. É claro que o gayzismo usará este crime para inchar as estatísticas de crime de homofobia.

O que você não sabe (e ficará não sabendo, a não ser nos blogs) é que muitos crimes contra homossexuais SE DÁ POR CONTA OU DE CIÚMES DO PARCEIRO, OU POR CAUSA DOS RISCOS ASSUMIDOS (DROGAS, PROSTITUIÇÃO, DST ETC).

O Dr. Zenóbio Fonseca já tem desmascarado os dados do Movimento. Veja aqui.

Não se sabe o motivo do crime. Mas dá para se ter uma ideia, visto que o agressor ERA HOMOSSEXUAL e, possivelmente SE RELACIONAVA com a vítima.

Os crimes contras as mulheres, crianças, idosos e TODOS os outros CIDADÃOS BRASILEIROS são muito maiores em relação ao "movimento homofóbico" SUPOSTAMENTE havido no Brasil.

O que estará em curso é, não um Brasil Sem Homofobia, mas um BRASIL HETEROFÓBICO.
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Jovem preso por matar travesti

RIO DE JANEIRO (AE) - Um estudante de Direito e praticante de jiu-jítsu foi preso na manhã de ontem, em flagrante, sob acusação de ter assassinado um travesti no bairro Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. De acordo com a delegada da Divisão de Homicídios, Tatiana Queiroz, Leonardo Loeser de Oliveira, de 27 anos, ainda tentou queimar o corpo da vítima, que, até o fechamento desta edição, não havia sido identificada.

A suspeita é de que o travesti trabalhasse na Lapa, centro do Rio. “Metade do corpo ainda não havia sido queimado e pudemos identificar que a vítima é do sexo masculino. Quando chegamos ao local, encontramos telhas e pedaços de madeira sobre o corpo. Ainda havia fumaça”, disse a delegada, acrescentando que o corpo estava com roupas femininas.

Em depoimento, Leonardo negou as acusações, mas para a delegada não há dúvidas quanto à autoria. “A perícia encontrou marcas de unha no corpo de Leonardo e queimaduras nas mãos dele”, afirmou. Segundo a delegada, Leonardo afirma ter se machucado em um campeonato de jiu-jítsu. Em outra versão, alega que se feriu usando uma enxada em casa. Ele será indicado por homicídio doloso e ocultação de cadáver.

A polícia não vê o caso como um crime de homofobia, já que testemunhas afirmaram que o rapaz se relacionava com pessoas do mesmo sexo. O crime foi cometido na casa de Leonardo. A polícia constatou que o acusado usou o cartão de débito dele, sábado, na Lapa.


Fonte: Folha de Pernambuco

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Vida artificial ou jornalismo fantástico?

por Michelson Borges

Os principais jornais brasileiros entram na onda de espetacularizar a notícia e anunciam que o ser humano acaba de criar a vida. O Globo é o mais enfático: "Criada vida artificial", diz a manchete do jornal carioca. A Folha de S. Paulo vai na mesma linha e apregoa: "Ciência cria primeira célula sintética". O Estado de S. Paulo, mais comedido, informa que "Cientistas anunciam ter criado forma `sintética´ de vida". No interior dos jornais, logo após os textos explicativos fornecidos por agências internacionais a partir de artigo publicado na revista Science, alguns especialistas reduzem o impacto das manchetes.

A rigor, segundo especialistas citados pelos jornais, os cientistas financiados pela empresa americana Synthetic Genomics não criaram vida a partir do nada. O que eles fizeram foi mapear rigorosamente o DNA de uma bactéria, guardar essas informações em um computador e depois introduzi-las em uma célula de uma bactéria de outra espécie "esvaziada" de material genético.

Reativada com as informações armazenadas no computador, a bactéria que estava inativa voltou à vida e suas células se reproduziram, replicando as características impressas pelos pesquisadores.

Trata-se, segundo alguns especialistas citados pelos jornais, de uma espetacular façanha técnica, mas não de uma revolução científica, como fazem crer as manchetes.

O líder da equipe de pesquisadores é o geneticista americano James Craig Venter, um dos autores do projeto Genoma e também dono da empresa que irá se beneficiar da patente gerada pelo projeto, o que pode contaminar sua avaliação científica.

Mesmo com sua enorme importância para o conhecimento humano, a proeza dos cientistas da Synthetic Genomics ainda não significa, como dão a entender os jornais, a criação sintética de vida – o que remete a certo vício da imprensa.

Seja em relação à ciência, à economia ou à política, os jornais seguem mapeando a história a partir de fatos espetaculosos, como se coubesse à imprensa determinar onde devam se situar os grandes eventos da humanidade.

Talvez seja mesmo mais fácil criar vida sintética nas páginas do jornal do que encontrar vida inteligente no mundo real.

(Luciano Martins Costa, Observatório da Imprensa)

Nota: Eu estava pesquisando sobre o assunto para escrever um texto a respeito, quando me deparei com esse artigo do Luciano Costa. Não tem o que tirar e (quase) nem pôr. Tirou as palavras do meu teclado. Curiosamente, essa notícia exagerada uniu na comemoração ateus, darwinistas e criacionistas, afinal, a vida foi criada![MB]

William Dembski também comentou: "A retórica é interessante. O que eles fizeram foi enfiar um genoma sintético dentro de uma célula não sintética. No entanto, eles falharam ao falar de 'síntese de célula bacteriana'. De fato, uma manchete diz: 'A primeira célula sintética Auto-Replicante'. Isto é enganador. Se alguma coisa vai ser chamada de 'sintética', não devia a totalidade dessa coisa ser sintetizada, e não apenas uma parcela minúscula da mesma? E não sabemos que essa célula evidencia design e, em caso afirmativo, por que não haveriam as células que não foram tocadas pela Synthetic Genomics fazer o mesmo, ou seja, implicar design?"

Fonte: Criacionismo (Michelson Borges, jornalista)

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O Método Científico é uma filosofia?

por Matt Slick

Filosofia é o estudo de e a tentativa de obter conhecimento e verdade. É uma maneira de olhar as coisas. É uma coleção de idéias e pressuposições que são usadas para interpretar a realidade. É “a investigação racional das verdades e princípios do ser, conhecer ou conduzir”. Se percebermos que o método científico é um modo de alcançar a verdade, então ele encaixa-se na definição de filosofia. Mas vamos parar por aqui. Para que o método científico opere, diversas pressuposições filosóficas precisam ser feitas.

Em primeiro lugar, aqueles que empregam o método científico devem pressupor a estabilidade e previsibilidade do universo. Eles devem presumir o a natureza axiomática da lógica. Eles devem pressupor que os cientistas vão apresentar seus resultados com honestidade e objetividade. E, os cientistas dever estar dispostos a ter suas idéias desafiadas e testadas. Cada uma dessas áreas subjacentes são aspectos que devem estar estabelecidas para o método científico ser válido, mas o método científico não pode validá-los.

O Problema com o Método Científico

Mas há um problema. O método científico pressupõe o naturalismo e/ou o materialismo porque se baseia em testes e repetibilidade, coisas que são necessariamente focada apenas no mundo material. O naturalismo é a crença de que o mundo pode ser compreendido em termos científicos. O materialismo é a crença de que a matéria (e energia) é tudo que existe. Se estas pressuposições estão corretas, então, por definição, Deus não pode ser conhecido e deve ser dispensado do domínio do conhecimento, e assim estabelecido pelo método científico. Se os cientistas e crentes na suficiência do método científico mantivessem suas perguntas teológicas fora de cogitação, então, isso seria ótimo. Mas não mantêm. Eles promovem a evolução como a verdade de como o homem chegou aqui e, muitas vezes, afirmam que a crença em Deus é irracional – porque não pode ser testada pelo método cientifico. Mas isto equivale a usar um par de óculos vermelhos e proclamar que o verde não existe, porque todos os seus testes usando óculos vermelhos não mostram o verde. O problema, claro, é que quando uma pressuposição filosófica é feita para que o conhecimento e verdade sejam julgados, o que é aprendido é limitado por estes pressupostos – especialmente se esses pressupostos são o naturalismo e o materialismo.

Se o método científico fosse restrito aos fenômenos materialisticos e se ele não se pronunciasse sobre a existência de Deus, então não seria problema. Mas cada vez mais, cientistas (Dawkins, Hitchens et al.) fazem afirmações sobre domínios não abrangidos pela ciência. Eles adotaram a visão filosófica de que a ciência é a única maneira de aprendizagem real e o que não se pode testar no laboratório, não existe. Esta é uma idéia sem fundamento, com suas próprias armadilhas. Pense um pouco. Como os cientistas testam e quantificam a moralidade, o amor, a misericórdia, a justiça, a compaixão etc e tudo, dos quais, são realidades que não residem no reino da matéria e do movimento?

Então, o método científico é uma filosofia? Claro que sim.

Fonte: CARM (Christian Apologetics & Research Ministry)

Traduzido por Gaspar de Souza

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Pinoquioteca

As informações abaixo são lá do blog gente que mente. Dê uma olhada lá no blog, pois "nunca antes neste país" se mentiu tanto!!!

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Lula

  • Lula anunciou a recuperação das rodovias federais, mas fez apenas uma operação tapa-buraco.
  • Lula disse que nunca se combateu tanto a corrupção e o crime organizado, mas sua campanha teve caixa 2 de R$ 55 milhões.
  • Lula previu que não haveria reajuste das tarifas de eletricidade em 2006, mas os aumentos para residências chegaram a 11,86%, e para a indústria, a 32,14%.
  • Lula atacou a política de combate à dengue de FHC, mas foi contra concurso para contratar “mata-mosquitos”.
  • Lula prometeu instalar 30 usinas de biodiesel, mas até agora apenas três estão em funcionamento.
  • Lula anunciou em 2006 recursos novos de R$ 18,7 bilhões para casa própria, mas R$ 18,15 bilhões já estavam previstos anteriormente nos orçamentos da União e do FGTS.
  • Lula foi duro crítico de denúncias de corrupção, mas sobre os escândalos capitaneados por petistas disse que “errar é humano”.
  • Lula criticava a remessa de lucros ao exterior, mas entre 2003 e 2006 de cada US$ 10 que entraram no país, US$ 6 foram remetidos às matrizes. No governo FHC, eram US$ 2 para cada US$ 10.
  • Lula inaugurou em 2006 o Aeroporto Internacional de Recife, mas a obra já tinha sido inaugurada dois anos antes.
  • Lula disse que repassou a Alagoas mais recursos que FHC, mas tinha repassado 72% do que FHC.
  • Lula disse que o assassinato do prefeito de Santo André (SP) Celso Daniel foi político e não era investigado porque envolvia gente graúda, mas não investigou e ainda afirmou que o crime era comum.
  • Lula disse que Sarney era um dos maiores latifundiários do Maranhão, mas fez dele um dos seus principais conselheiros.
  • Lula disse que Sarney perdeu totalmente a representatividade interna e externa, mas apoiou a eleição e permanência dele na presidência do Senado.
  • Lula disse que Sarney governava como um moleque, mas, nos escândalos do Senado, disse que era preciso respeitar a biografia dele.
  • Lula disse que não fazia falsas promessas, mas anunciou o plano de desenvolvimento sustentável da BR-163 pela terceira vez.
  • Lula criou em 2006 a Universidade Federal do Grande ABC (UFABC), mas até hoje as obras estão prontas.
  • Lula prometeu levar água para os moradores da zona rural de Caetés (PE), mas não levou.
  • Lula defendia a ética, mas admitiu que o PT fez caixa 2.
  • Lula defendia a ética, mas tentou abafar o “mensalão”.
  • Lula disse que José Dirceu pediu afastamento do comando da Casa Civil, mas afirmou que o demitiu por causa do mensalão.
  • Lula disse ter criado a Controladoria Geral da União, mas ela foi criada por FHC.
  • Lula afirmou que era plenamente responsável pelo o que acontecia na Presidência, mas negou responsabilidade no “mensalão.”
  • Lula prometeu reduzir o déficit da Previdência, mas o rombo das contas do INSS subiu de R$ 17 bilhões para R$ 37,5 bilhões entre 2003 e 2006.
  • Lula prometeu o “espetáculo de crescimento”, mas o Brasil foi o país emergente que menos cresceu.
  • Lula disse que existiam 300 picaretas no Congresso, mas apoia os senadores Renan Calheiros, José Sarney e Fernando Collor.
  • Lula disse que a imprensa tinha um papel muito importante na conquista da democracia, mas agiu para expulsar do Brasil o jornalista Larry Rohter, correspondente do The New York Times no país.
  • Lula criticou as privatizações, mas implantou o regime de concessão de no setor energético.
  • Lula criticou as privatizações, mas privatizou 2.600 quilômetros de rodovias federais.
  • Lula criticou as privatizações, mas concedeu à iniciativa privada a exploração de florestas no Pará.
Fonte: Gente que Mente

terça-feira, 18 de maio de 2010

Por Um Brasil Não Heterofóbico!


Conceitos e Preceitos Não São Preconceitos -

Recife (PE), 19 de março de 2007.

Exmo(a)s. Sr(as). Senadore(a)s

Senado Federal

Brasília – DF

Excelentíssimo(a)s Senhore(a)s,

Em nome da Diocese do Recife – Comunhão Anglicana, das jurisdições eclesiásticas integrantes do Movimento Anglicano por Uma Causa Comum, e certo de que também expressamos a posição de milhares de brasileiros, particularmente integrantes das igrejas e organizações evangélicas, gostaria de expressar as nossas congratulações pela retirada de pauta do PL 5003/2001 – PLC 122/2006, a pedido da própria relatora, Senadora Fátima Cleide, aprovada unanimemente pelo plenário da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa, presidida pelo eminente senador Paulo Paim, e a criação de um Grupo de Trabalho para estudar a matéria. Com essa sábia e sensata decisão, esperamos que seja assegurado o elementar Princípio do Contraditório, e que sejam ouvidos os setores da Sociedade Civil, que poderão ser afetados pela aprovação do referido projeto, se mantida a redação atual.

Vale recordar que Documentos Sociais emanados das Igrejas Cristãs, na Idade Contemporânea – consentâneos com as Sagradas Escrituras e a Tradição Apostólica – têm afirmado a dignidade de toda pessoa humana, criada à imagem e semelhança de Deus, detentora de iguais direitos e deveres. Os mesmos Documentos afirmam o Princípio da Isonomia, pelo qual todos os cidadãos são iguais perante a Lei, princípio norteador da nossa Constituição Federal e de todo o nosso Ordenamento Jurídico.

Preocupa-nos, por outro lado, a questionável tendência de se estabelecer diplomas legais para setores particulares do conjunto dos cidadãos, que poderá, em decorrência, resultar em limitações de direitos para outros segmentos. É tanto mais preocupante quando tais diplomas incorrem em sanções penais, notadamente penas restritivas da liberdade. Estudiosos do Direito já têm denunciado uma tendência do atual estágio do Estado ao que denominam de “pan-penalismo” ou “tirania penal”, como um desnecessário e danoso furor normatisante-penalisante sobre o comportamento de cidadãos e segmentos sociais.

Os avanços práticos do Princípio da Isonomia e da Dignidade da Pessoa não podem, nem devem incorrer em riscos de tiranias nem de maiorias sobre minorias, nem de minorias sobre maiorias. Os povos têm uma História, uma Cultura e Costumes, este último também uma fonte de Direito. A História já nos tem ensinado que fúrias iconoclastas têm, quase sempre, resultado em despotismos esclarecidos, de grupos auto-proclamados de iluminados e de vanguarda, com a pretensão de “civilizar” aqueles por eles considerados “atrasados”, e que tem sido uma das mais nefastas facetas negativas da herança do Iluminismo. As mais graves violações dos Direitos Humanos, em nosso tempo, têm sido decorrentes dessa distorcida abordagem.

Bem sabem Vossas Excelências que, dentre os Direitos Civis emanados da nossa Carta Magna está a Liberdade Religiosa, não apenas em um sentido individualista, subjetivista, mas de crença e profissão da fé, que forma a visão de mundo dos seguidores das diversas religiões, seus valores, seus usos e costumes, sua contribuição para a Cultura e o seu exercício da Cidadania responsável, dentro da Lei, dos parâmetros do Pacto Social típico de um Estado Democrático de Direito, como prescreve a Declaração Universal dos Direitos do Homem e do Cidadão, da Organização das Nações Unidas, subscrito por nosso País.

Como a sabedoria popular nos ensina que “não se pode cobrir a cabeça para descobrir os pés”. Devemos sempre estar advertidos para que a afirmação dos direitos de uns não implique na negação dos direitos de outros, em atos de injustiça, geradores de tensões sociais.

A presença do Cristianismo, e de outras expressões religiosas, é um fato histórico no Brasil, e a religião uma variável social que não se pode negar, desprezar ou agredir. A separação entre Igreja e Estado não significa uma dicotomia radical, não comunicante, entre a Sociedade Política e a Sociedade Religiosa, como parte da Sociedade Civil. O Estado Laico, que todos nós prezamos, tem sido, muitas vezes, em nossa época, transformado em Estado Ateu ou em Estado Confessional, com Ideologias Materialistas fazendo às vezes de uma religião intolerante e excludente. O que aconteceu com o Nazismo e o Marxismo, de trágica memória, está hoje se manifestando, de forma mais sutil, porém cada vez mais crescente, no Ocidente Pós-Cristão, onde a Secularização está dando lugar a uma nova e perniciosa ideologia, o Secularismo, que tem a pretensão de tutelar e de se impor à Sociedade, ocupando o aparelho de Estado, em uma atitude agressivamente negadora do papel das religiões, particularmente das monoteístas, notadamente o Cristianismo. Esse, lamentavelmente, é o atual contexto preocupante de mudança cultural, do qual o Brasil não está isolado, nem isento de sua influência.

A União Européia, recentemente, recusou reconhecer o papel Histórico do Cristianismo no Preâmbulo da sua proposta de Constituição. Símbolos religiosos têm sido proibidos em vários países do Velho Continente. Grupos cristãos, operando há mais de um século, estão sendo proibidos de se reunir em Universidades britânicas, em cujo país projetos de leis ora em debate no Parlamento pretendem obrigar os orfanatos religiosos a permitir a adoção de crianças por pares homossexuais e proibir os Colégios religiosos de ensinarem os posicionamentos de suas igrejas sobre a Sexualidade Humana. A comemoração do Natal, ou a presença das Tábuas das Leis nos Tribunais, estão sendo atacados nos Estados Unidos da América. Um pastor luterano escandinavo foi detido por trinta dias por pregar, em sua Paróquia, um sermão contrário à opção pela prática homossexual.

São apenas alguns exemplos, dentre tantos, de uma Pós-Modernidade, que torna relativo os absolutos e torna absoluto o relativo (Relativismo), de um Multiculturalismo extremado, que não respeita a cultura das maiorias, e de um Secularismo ideológico, que tem como um dos seus alvos o ataque às religiões, em particular as monoteístas de revelação, em virtude dos seus ensinos normativos sobre Ética, Moral e padrões de comportamento. Não é exagero reconhecermos que estamos tendo, no Ocidente, mais um ciclo de sistemática perseguição religiosa, procurando-se forçar a sua irrelevância.

As religiões monoteístas semíticas de revelação escrita – o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo – têm estabelecido conceitos multisseculares, desde cinco mil anos, que consideram como valores a serem livre e publicamente expressados em sua vida social, cultural e política, e que são preceitos para os seus seguidores. Conceitos que muitas vezes se chocam com aqueles defendidos hoje pelo Secularismo, e com os estilos de vida emanados dessa ideologia em crescente processo de hegemonia. Objetivamente, sabemos que Conceitos e Preceitos não são Preconceitos.

Não há, então, apenas a possibilidade de um “Choque de Civilizações” entre o Ocidente e o Oriente, mas já se está dando um “Choque dentro da Civilização”, no Ocidente, entre os adeptos da ideologia Secularista e as religiões monoteístas históricas. Choque esse que se evidencia na Academia, nas Artes, na Mídia e no interior do aparelho do Estado.

Com o colapso do modelo soviético, as esquerdas abdicaram de elaborar uma atualizada crítica ao Capitalismo como modo de produção, e a sua eventual superação, substituindo o seu núcleo ideológico pelo chamado “Politicamente Correto”: uma original união de Socialismo e Puritanismo, ou, como já foi denominado, um “puritanismo de esquerda”, com todas as intolerâncias dos seus co-irmãos conservadores. A denominada “Agenda Homossexual” decorre desse movimento cultural.

É importante, particularmente, denunciar a agressividade contra a minoria dos ex-homossexuais e, no Brasil, a criminalização pelo Conselho Federal de Psicologia, do direito de livre exercício profissional, vedado o trabalho terapêutico de apoio àqueles que, não se sentindo confortáveis com sua atual orientação, procuram o apoio de profissionais para a busca de alternativas que lhe tragam bem estar pessoal e sanidade. Psicoterapeutas e clientes, como cidadãos e como pessoas, são vítimas da violência dogmática e intolerante, pretensamente em nome da “Ciência”, privados do inalienável direito ao exercício da liberdade. Corremos o risco de uma “Inquisição às Avessas”, com a ideologia Secularista lançando mão do braço do Estado para impor normas e sanções, criminalizando e penalizando os que pensam, se manifestam e agem de modo divergente.

Alertamos para o risco de que o programa “Por Um Brasil Não Homofóbico” termine se transformando, na prática, na promoção “Por um Brasil Heterofóbico”: do desrespeito ao direito (de religiosos e não religiosos) de se afirmar a normatividade dos padrões da estabilidade das uniões heterossexuais, ou do celibato voluntário.

A Comunhão Anglicana, e outras igrejas e religiões, afirmam a dignidade da pessoa humana, mas afirmam, também, a realidade do pecado (ao contrário da “bondade natural” defendida pelas ideologias seculares modernas) como um distanciamento físico, intelectual, emocional e moral dos seres humanos dos ideais do seu Criador. Afirmam, também, os direitos humanos e os deveres humanos. Afirmam, ainda, a acolhida, a escuta, o amor, a solidariedade e o respeito; mas, afirmam, igualmente, que a Graça de Deus em Cristo, pelo poder do Espírito Santo, alimentada pela Palavra e pelos Sacramentos, é capaz de transformar o que cada um de nós é – com nossas limitações, ambigüidades e negatividades – no que Deus pretende que sejamos, no processo permanente e dinâmico que a Teologia denomina de Santificação.

A tentação ou a prática homoerótica é apenas uma manifestação dentre tantas – nem maior, nem menor – do estado pecaminoso da humanidade, e essa prática, para os cristãos, é incompatível com os ensinos das Sagradas Escrituras. É dever dos cristãos amar os pecadores e rejeitar o pecado.

Anunciar a consciência do pecado e a possibilidade da Graça transformadora não deve ser entendido como uma atitude de agressividade, mas, sim, de amor pelo próximo.

Aqui, senhores Senadores e senhoras Senadoras, chegamos ao âmago da questão: a humanidade, nem o Brasil, terão experimentado grande progresso, se, em um movimento de cento e oitenta graus, apenas substituirmos a penalização dos homossexuais pela penalização dos anti-homossexuais; a penalização de uma minoria pela penalização de amplas maiorias.

Cremos que a Constituição Federal e todo o nosso Ordenamento Jurídico já são suficientemente claros na afirmação da dignidade de toda pessoa humana e na igualdade de direitos de todos os cidadãos. Preocupa-nos o fenômeno do pan-penalismo. Afirmamos os valores culturais morais que marcam a formação da nossa nacionalidade. Defendemos a Liberdade Religiosa, de clérigos e leigos, no interior de seus templos e lares, no seu trabalho e nas várias formas de inserção social, inclusive com suas doutrinas sobre a Sexualidade Humana, sem riscos de sofrerem processos penais, que poderão privá-los da sua liberdade.

Não se constrói um Brasil justo e solidário mandando para a cadeia os homossexuais ou os anti-homossexuais.

Que o Deus invocado no Preâmbulo da nossa Carta Magna vos ilumine como pessoas, como cidadãos e como legisladores, na construção do Bem-Comum.

Atenciosamente,

W Dom Robinson Cavalcanti, ose

Bispo Diocesano

Diocese do Recife – Comunhão Anglicana

segunda-feira, 17 de maio de 2010

CRISTIANISMO X ATEÍSMO: O CASO CONTRA A LÓGICA


Cristianismo Explica a Lógica
por Glenn Hendrickson

Tem havido muitas tentativas de provar a existência de Deus, a validade do Cristianismo, a ressurreição ou divindade de Cristo, etc. etc. Todas estas tentativas são incluídas sob a denominação geral da Apologética Cristã. Vários métodos e dados são empregados nesta tarefa, todas com o objetivo de justificar parte de, ou o todo, da Cosmovisão Cristã. Eu espero demonstrar, em meu breve ensaio, que a Cosmovisão Cristã é justificada sobre e contra a cosmovisão ateísta com base no uso diário da lógica. (MP3 Audio | RSS | iTunes)

O Argumento pode ser assim apresentado:
1. Nossa experiência é fundamentada nas leis da lógica
2. A cosmovisão cristã é a única que adequadamente explica satisfatoriamente as leis da lógica
3. Então, nossas experiências não podem ser explicadas satisfatoriamente a parte da cosmovisão cristã.

O ponto 1 é pouco controverso. Consciente ou inconscientemente, todos os seres humanos usam a lógica. Nós evitamos contradições, mentiras, evitando escolhas pobremente informadas etc. porque (entre outras coisas) não são lógicas. As pessoas lutam com a coerência do pensamento e de vida, procurando por padrões, tomada de decisões com base no passado, alterando o comportamento que produziu resultados indesejáveis. Para evitar gastar demais quando o orçamento financeiro das pessoas está apertado, elas usam a lógica. Quando planejam as aulas, reuniões, festas etc. elas usam a lógica. Embora grande parte da lógica do que eu escrevo não é imediatamente reconhecida como a lógica, é uma inegável experiência partilhada por todos.

O ponto 2 é uma afirmação ousada que, talvez, necessite de mais justificativa. Claro, os seres humanos de todas as classes usam algum tipo de lógica para passar o dia. Mas como isso é possível? Se os humanos em todos os lugares podem reconhecer padrões, contagem, comunicarem-se (mesmo no nível básicos), adquirir conhecimento, e assim por diante, então como nós explicamos isto? Talvez se a lógica fosse apenas perceptível nas sociedades com melhores escolas e melhor sistema educacional nós poderíamos dizer que isto é aprendido. Mas este não é evidentemente o caso. Grupos de povos primitivos têm sido observados contando e re-contando histórias, realizando cerimônias religiosas, transmitindo crenças e conhecimentos de uma geração à outra. Seu modo de vida é notavelmente diferente do das muitas pessoas que acessarão este arquivo online. Todavia, apesar disso, eles exibem lógica em seu cotidiano.

A alegação de que a Cosmovisão Cristã sozinha explica e esclarece adequadamente as leis da lógica é uma declaração que precisa ser esclarecida. A Cosmovisão Cristã é a perspectiva e interpretação da vida, de Deus, do Homem, do Mundo etc. que é apresentada nas Escrituras do Antigo Testamento e Novo Testamento, a Bíblia. Esta Cosmovisão está em oposição a todas as cosmovisões concorrentes, quer sejam religiosas ou de natureza secular. A Bíblia descreve o Homem como um ser criado por Deus à sua imagem e semelhança (Gen. 1. 26, 27; Tiago 3.9). O Deus Triúno, então, nos criou com a capacidade de raciocinar logicamente, refletindo a maneira como ele pensa e raciocina. O comportamento lógico da humanidade é reflexo da lógica inerente de Deus.

Uma cosmovisão evolucionária, por exemplo, desenvolve a idéia que a humanidade tem evoluído a partir de formas mais baixas em processo puramente naturalista. Se supusermos, por causa deste argumento, que esta é a causa neste caso, poderíamos perguntar como a lógica pode ser encontrada em todas as pessoas? Vemos os mesmos processos básicos de atividades em civilizações e culturas completamente diferentes e afastadas uma das outras; é difícil aceitar a afirmação de que o processo de evolução poderia produzir a lógica e o raciocínio da pessoa inteiramente.

Ao contrário da Cosmovisão Ateísta, que é forçada a assumir algum tipo de processo evolucionário para explicar a existência de seres inteligentes e racionais, a Cosmovisão Cristã explica, convincentemente, que toda a humanidade faz uso da lógica porque Deus nos criou para isto. A presença da lógica no dia a dia é facilmente explicada pela Cosmovisão Cristã; ela se encaixa como uma luva com sua explicação da natureza de Deus (com um ser lógico) e do homem (isto é, de todos homens e mulheres como criaturas feitas à imagem de Deus)

Dos pontos 1 e 2, conclui-se no ponto 3, que tudo o que nós experimentamos não pode ser explicado ou esclarecido fora da Cosmovisão Cristã [e] como somente ela pode explicar, adequadamente, a universalidade das leis da lógica. O ateu está em desvantagem, sem uma explicação satisfatória para a existência da lógica no homem. A Cosmovisão bíblica dá sentido à lógica, raciocínio e assim por diante – mas o ateu não tem nenhuma boa explicação para o fenômeno da lógica ou seu uso (se for admitidos os pressupostos ateus). É quase cômico que, para um ateu apresentar um argumento contra a existência de Deus, ele deve primeiro achegar-se à Cosmovisão Cristã e apropriar-se de suas ferramentas – lógica, raciocínio, ética, moralidade etc.

Este argumento a favor do Cristianismo é mais bem entendido, não como começando a raciocinar a partir do zero (isto é, movendo-se autonomamente a partir de premissas neutras para uma definição ou provável conclusão), mas como um reconhecimento de que o Cristianismo deve ser assumido como verdade no nível dos pressupostos a fim de usar a lógica em tudo. O mesmo também deveria ser dito para ética, estética, conhecimento, raciocínio, o conceito de verdade absoluta, julgamento de valores, indignação moral na presença do mal, o problema do mal, o amor, a honra etc.

Com base nas premissas ateístas, o homem é a mais alta corte de apelação. Os temas acima se tornam mais relativos e sem sentido sem a presença do Deus bíblico no quadro geral.

Resumindo, o fato de que existe um quadro geral para começar, prova a Cosmovisão Bíblica.

Fonte: Apologetics 315

Traduzido por Gaspar de Souza