terça-feira, 31 de março de 2009

ALUSÕES CIENTÍFICAS NA ESCRITURA

Sempre que pensamos em "ciência", pensamos no personagem do laboratório, com óculos enormes, vestido de bata e com tubo de ensaio nas mãos. Há, porém, um conhecimento científico que não passa pelo laboratório necessariamente. Ciência (scientia) é conhecimento de mundo, inclusive pela observação. A sistematização dos dados observados é outro processo por saber científico. Isto quer dizer que o conhecimento adiquirido via observação pode, a depender da dos dados pesquisados, ser mais ou menos sistemáticos.


Assim, observar um pôr do Sol pode ter diferente sistematização: para o camponês, um simples pôr do sol, onde o sol sai de um canto do horizonte para outro. Verdade ou mentira?


É claro que, mesmo com poucos dados pesquisados e pouca sistematização, isto não será uma mentira. O camponês terá ciência dos eventos observados, mas será diferente do astrônomo. O sol do camponês é o mesmo do astrônomo, mas ambas sistematizam as informações que têm em perspectivas diferentes. O problema do método científico é desacambar-se para o cientificismo, ou seja, afirmar a superioridade da ciência sobre todas e quaisquer formas de compreender a realidade humana expressa em outras disciplinas, tais como, a religião, a filosofia etc. (HOUAISS). Em outras palavras, é a completa rejeição da linguagem fenomenológica como inadequada para expressar a realidade.


Isto é visto na polarização do debate Bíblia x Ciência, como se esta se opussese à aquela. Na verdade, a linguagem bíblica é fenomonológica, descrevendo a experiência dos observadores. Assim, tentar encontrar erros científicos na Bíblia é como dizer ao camponês que ele não sabe nada sobre o tempo de plantio porque não é metereólogo.


Mas, no mínimo, é estranho encontrar certas afirmações nas Escrituras. É o que o artigo abaixo, escrito por Henry Morris, fundador do Institute for Creation Research, descreve. Mesmo as observações dos escritores bíblicos sendo fenomenológica, tais descrições são a realidade observada por eles.


Decerto que os autores bíblicos não estavam pensando na classificação feita por Morris, nem tampouco tais escritos foram registrados para falar de fenômenos naturais. Antes, como disse Paulo, foram escritos para nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das Escrituras tenhamos esperança. Neste aspecto, não tenho dúvidas que é ver demais.
Fique com o artigo. Leia, comente e divulgue. _____________________________________________________________


Dr. Henry M. Morris [1]

A Bíblia está repleta com referências ao universo e processos naturais, e assim, freqüentemente ensina sobre várias ciências. Aqueles que dizem que a Bíblia não é um livro de ciência não a tem lido cuidadosamente. Os escritores, é claro, não intentaram formular estas declarações na terminologia de um químico moderno ou de um tratado biólogo moderno. Eles usaram a linguagem comum, compreensível a todos os leitores, descrevendo os fenômenos em termos simples. Todavia, eles sempre são surpreendentemente exatos, mesmo quando testados pelas mais rigorosas exigências científicas. Os tão chamados “erros” científicos da Bíblia não são erros de nenhuma maneira, nem eles precisam ser alegorizados ou interpretados como acomodação cultural ou por conveniências [culturais].


Temos visto anteriormente os alegados erros, porém, deixe-nos apontar algumas [notas] dos discernimentos científicos na Escritura. Certamente tomaria um livro inteiro para examiná-las em detalhes, assim, será listado cada uma com uma frase chave e com as referências bíblicas pertinentes [2]. Certamente, então, a lista é apenas uma amostra das muitas passagens que podem ser citadas.

Ciência

Fenômeno ou Processo

Escritura

Hidrologia

Ciclo Hidrológico

Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.(Ecl. 1. 7); Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come(Isa. 55. 10); Faz subir os vapores das extremidades da terra; faz os relâmpagos para a chuva; tira os ventos dos seus tesouros. (Sal 135. 7)

Evaporação

Fazendo ele soar a sua voz, logo há rumor de águas no céu, e faz subir os vapores da extremidade da terra; faz os relâmpagos para a chuva, e dos seus tesouros faz sair o vento.(Jer. 10. 13)

Condensação Nucléica

Ainda ele não tinha feito a terra, nem os campos, nem o princípio do pó do mundo.(Prov. 8.26)

Condensação

Prende as águas nas suas nuvens, todavia a nuvem não se rasga debaixo delas.(Jó 26. 8); Também de umidade carrega as grossas nuvens, e esparge as nuvens com a sua luz.(Jó 37. 11); Tens tu notícia do equilíbrio das grossas nuvens e das maravilhas daquele que é perfeito nos conhecimentos?(Jó 37. 16)

Precipitação

Porque faz miúdas as gotas das águas que, do seu vapor, derramam a chuva, A qual as nuvens destilam e gotejam sobre o homem abundantemente. (Jó 36. 27, 28)

Escoamento

Dos rochedos faz sair rios, e o seu olho vê tudo o que há de precioso.(Jó 28.10)

Depósito Oceânico

Ele ajunta as águas do mar como num montão; põe os abismos em depósitos.(Sal 33.7)

Neve

Ou entraste tu até aos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva... (Jó 38.22); O que dá a neve como lã; esparge a geada como cinza.(Sal 147.16)

Equilíbrio Hidrológico

Porque ele vê as extremidades da terra; e vê tudo o que há debaixo dos céus. Quando deu peso ao vento, e tomou a medida das águas; Quando prescreveu leis para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões; (Jó 28. 24-26); Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças? (Is 40.12)

Geologia

Princípio da Isostasia

Quem mediu na concha da sua mão as águas, e tomou a medida dos céus aos palmos, e recolheu numa medida o pó da terra e pesou os montes com peso e os outeiros em balanças? (Is 40.12); Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum. Tu a cobriste com o abismo, como com um vestido; as águas estavam sobre os montes. À tua repreensão fugiram; à voz do teu trovão se apressaram. Subiram aos montes, desceram aos vales, até ao lugar que para elas fundaste. Termo lhes puseste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra. (Sal 104. 5-9)

Forma da Terra

Pois assim como o céu está elevado acima da terra, assim é grande a sua misericórdia para com os que o temem. Assim como está longe o oriente do ocidente, assim afasta de nós as nossas transgressões. (Sal 103. 11, 12); Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar (Is 40. 22)

Rotação da Terra

Ou desde os teus dias deste ordem à madrugada, ou mostraste à alva o seu lugar; Para que pegasse nas extremidades da terra, e os ímpios fossem sacudidos dela; E se transformasse como o barro sob o selo, e se pusessem como vestidos;(Jó 38. 12-14)

Gravitação

Onde estavas tu, quando eu fundava a terra? Faze-mo saber, se tens inteligência. Quem lhe pôs as medidas, se é que o sabes? Ou quem estendeu sobre ela o cordel? Sobre que estão fundadas as suas bases, ou quem assentou a sua pedra de esquina(Jó 38. 4-6 ); O norte estende sobre o vazio; e suspende a terra sobre o nada.(Jó 26.7)

Erosão Rochosa

E, na verdade, caindo a montanha, desfaz-se; e a rocha se remove do seu lugar. As águas gastam as pedras, as cheias afogam o pó da terra; e tu fazes perecer a esperança do homem;(Jó 14. 18, 19)

Período Glacial

De que ventre procedeu o gelo? E quem gerou a geada do céu? Como debaixo de pedra as águas se endurecem, e a superfície do abismo se congela.(Jó 38. 29, 30)



Uniformitarismo

E dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? porque desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação. (II Ped 3. 4)

Tamanho do Universo

Porque assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos do que os vossos pensamentos. (Is 55.9); Assim disse o SENHOR: Se puderem ser medidos os céus lá em cima, e sondados os fundamentos da terra cá em baixo, também eu rejeitarei toda a descendência de Israel, por tudo quanto fizeram, diz o SENHOR. (Jer. 31. 37); Porventura Deus não está na altura dos céus? Olha para a altura das estrelas; quão elevadas estão. (Jó 22. 12)

Números de Estrelas

Como não se pode contar o exército dos céus, nem medir-se a areia do mar, assim multiplicarei a descendência de Davi, meu servo, e os levitas que ministram diante de mim.(Jer. 33. 22); Que deveras te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua descendência como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar; e a tua descendência possuirá a porta dos seus inimigos; (Gn 22. 17); Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência. (Gn 15. 5)

Variedade de Estrelas

E há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres. Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela. (I Cor. 15. 40, 41)

Precisão das Órbitas

Assim diz o SENHOR, que dá o sol para luz do dia, e as ordenanças da lua e das estrelas para luz da noite, que agita o mar, bramando as suas ondas; o SENHOR dos Exércitos é o seu nome. Se falharem estas ordenanças de diante de mim, diz o SENHOR, deixará também a descendência de Israel de ser uma nação diante de mim para sempre. (Jer. 31. 35, 36)

Circulação da Atmosfera

O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.(Ecl. 1. 6)

Efeito Protetor da Atmosfera

Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar (Is 40. 22)

Origem Oceânica da Chuva

Todos os rios vão para o mar, e contudo o mar não se enche; ao lugar para onde os rios vão, para ali tornam eles a correr. (Ecl. 1. 7)

Relação da Eletricidade (raios) com a Chuva

Fazendo ele soar a sua voz, logo há rumor de águas no céu, e faz subir os vapores da extremidade da terra; faz os relâmpagos para a chuva, e dos seus tesouros faz sair o vento. (Jer. 10. 13)

Circulação Sanguínea

Porque a vida da carne está no sangue(Lev. 17. 11)

Saúde Emocional

As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma, e saúde para os ossos.(Prov. 16. 24); O coração alegre é como o bom remédio, mas o espírito abatido seca até os ossos.(Prov. 17. 22)

Biogêneses e Estabilidade

E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi. E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. (Gen. 1. 11, 21, 25)

Singularidade do Homem (ser humano)

E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. (Gen 1. 26)

Natureza Química do Corpo

E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi. E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra. E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.(Gen. 1. 11, 24-27); No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. (Gen 3. 19); Porque Toda a carne é como a erva, E toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor; Mas a palavra do SENHOR permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada. (I Ped. 1. 24, 25)

Massa-Energia Equivalentes

O qual, sendo o resplendor da sua glória, e a expressa imagem da sua pessoa, e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da majestade nas alturas(Heb. 1. 3); E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele.(Col. 1. 17)

Fonte da Energia da Terra

A sua[do sol] saída é desde uma extremidade dos céus, e o seu curso até à outra extremidade, e nada se esconde ao seu calor. (Sal. 19. 6); E disse Deus: Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos. E sejam para luminares na expansão dos céus, para iluminar a terra; e assim foi. E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas. E Deus os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, E para governar o dia e a noite, e para fazer separação entre a luz e as trevas; e viu Deus que era bom. (Gn. 1. 14-18)

Desintegração Atômica

Mas o dia do Senhor virá como o ladrão de noite; no qual os céus passarão com grande estrondo, e os elementos, ardendo, se desfarão, e a terra, e as obras que nela há, se queimarão. (II Ped. 3. 10)

Ondas de Rádio

Ou mandarás aos raios para que saiam, e te digam: Eis-nos aqui? (Jó 38. 35)

___________________________________________________________________



Traduzido e adaptado por Gaspar de Souza do livro “Many Infallible Proofs – Evidences for the Christian Faith”, Master Books, el Cajon, Califórnia, 1990, pp. 241-243.
“Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente” (Isaías. 40. 8)“A Lei do Senhor é Perfeita” (Salmos 19. 7)
[1] O Dr. Henry M. Morris é autor de diversos livros que ensinam a verdade e autoridade da Palavra de Deus. É presidente do Institute for Creation Research um instituto formado por cientistas criacionistas. Entre os livros por ele escrito podemos citar a magnífica obra The Gênesis Flood escrito em co-autoria com John Whitcomb; o outro livro, em português, é O Enigma das Origens - A Resposta publicado pela Associação Brasileira de Pesquisa da Criação. Este último é uma exposição do Criacionismo Científico cuja leitura recomendo.

[2] Embora o texto original não possua as citações por extenso na nossa tradução disporemos as citações bíblicas por extenso para fim de leitura. Todas as referências bíblicas são única e exclusivamente da Almeida Corrigida e Fiel (ARC)
[3] O autor não defende a teoria dias-eras ou intervalo (lacuna) em Gn 1.1, mas o princípio bíblico-literal de dias de 24 horas em Gênesis. Diz ele: “sempre que o escritor bíblico realmente pretendia a idéia de um período de tempo bastante prolongado, ele normalmente usou uma outra palavra, como olam (que significa ‘era’ ou ‘longo período’ ) ou então faria yom [N.E – dia em hebraico] ser seguido de um adjetivo com rab (que significa ‘longo’), de forma que as duas palavras juntas, yom rab, então significaria ‘um longo período’. Contudo, não se pode provar a existência de um único caso em que yom tenha, por si mesmo, o significado de longo período de tempo e certamente nenhuma de sua aplicações sugere um era geológica.” Embora Dr. Morris admita que haja possibilidade de yom significar um longo período diz ele ainda: “não obstante, o escritor de primeiro capítulo de Gênesis guardou-se cuidadosamente contra essa noção, tanto ao modificar o substantivo com um adjetivo ordinal (‘primeiro dia’, ‘segundo dia’, etc) com ao indicar os limites do período de tempo em cada caso: ‘tarde e manhã’. Mesmo um destes artifícios seria suficiente para limitar o significado de yom ao de um dia solar, e quando ambos os artifícios são usados, não poderia haver maneira melhor ou mais segura para que o escritor expressasse o significado pretendido de um dia solar literal [itálico meu nesse ponto]” (MORRIS. Henry M. O Enigma das Origens – A Resposta, editora Origens – Associação Brasileira de Pesquisa da Criação, Belo Horizonte – MG, 1974, p. 223
Postado por Gaspar de Souza

LOUVOR À DEMOCRACIA

A Nação de Israel está cercada por países islâmico. Em meio aquela região, Israel é a única verdadeiramente democrática. Pessoas com religiões diferentes (mulçumanos, cristãos e judeus ortodoxos ou não), comportamentos diferentes e posições políticas diferentes residem em Israel com residiriam se estivessem no Ocidente. Para aqueles que odeia a Israel, tenho um conselho: mude-se para o Irã. Lá, no Irã, você poderá ser até gay! Ops!
É fácil ser Ateu, Gay, Anticristão no Brasil. É fácil tripudiar sobre o nome de Deus aqui. Mas vá fazer isso lá nos países islâmicos.
Por isso, meu votos ao povo de Israel, a única democracia naquela região:
larfy l[ ~wlv $yyx ymy lk ~Ølvwry bwjb harw !ycm hwhy $krby

yvmh [wvy wnynda ~wlv
Abaixo alguns vídeos musicais de que tenho grande apreço.








Postado por Gaspar de Souza

CAI, CAI, BALÃO....

O nosso "santo milagreiro", com "síndrome messiânica", profetizou que a Crise aqui não passaria de uma "marolinha". As ondas não atingiriam o Brasil, pois a palavra do "Cristo de Caetés" acalmaria o Mar e os discípulos ficariam incólumes e bestificados dentro do barquinho brasileiro, boquiabertos com a onipotência lulesca.

Quando o mar se revoltou, culpou-se os "olhinhos azuis", "us-zamericano", FHC, o DEM(ônio?), o PSDB, eu, você, eles.....

Ó sapientíssimo milagreiro da marolinha, faze teus milagres e impede-nos de sucumbir às Ondas bravias deste mar econômico revoltoso que assolam os "olhos azuis"! Mantém-te em pé sobre o pedestal da autosuficiência.

Com a ironia acima não estou (nem sou) no time do "quanto pior, melhor". São "eles" quem gostam disso. Torço para que encontremos logo uma saída. Mas não é possível tratar a crise econômica com tanta leviandade como tratou nosso Presidente. A Crise não se resolverá com blá-blá-blá. Na vida real as pessoas sabem aonde o sapato aperta e tendem a não dar ouvidos aos discursos sofísticos de nosso representante.

O resultado já começa a aparecer. E a queda da popularidade do presidente é reflexo de que o "povo" pode ser bem volúvel. Fiquem com a matéria do Estadão Online
__________________________________________________



No Estadão Online.

A aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu dez pontos porcentuais desde janeiro, segundo a pesquisa CNT/Sensus.


O índice passou de 72,5% para 62,4%, o menor desde abril de 2008. Também tem queda significativa a aprovação pessoal de Lula, passou de 84% em janeiro para 76,2% em março.


Os números em abril do ano passado foram 57,5% de aprovação ao governo e 69,3% de aprovação pessoal.


Essa é o terceiro levantamento em dez dias que apresenta queda na avaliação do governo e na aprovação de Lula. Segundo o instituto, o resultado deve-se à piora no emprego e renda desde o início da crise.

A pesquisa revela que a taxa dos que sentiram a piora no emprego nos últimos seis meses subiu de 38,5% para 54,5%.
Na pesquisa anterior, de janeiro, essa taxa era de 38,5%. Já os que avaliam que houve melhora no mercado de trabalho foram apenas 20,9% em março, ante 32,7% em janeiro.

Apesar das quedas registradas, os patamares ainda são bem superiores aos verificados pela pesquisa no governo Fernando Henrique Cardoso, no mesmo mês de um ano pré-eleitoral.

Em março de 2001, a avaliação positiva do governo FHC era de 33,3% e a avaliação positiva do presidente era de 45,6%.

Sobre a sucessão em 2010, o destaque da pesquisa é para a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, candidata preferencial de Lula. Pela 1ª vez, ela passou o governador de Minas Gerais, Aécio Neves na sondagem. O governador de São Paulo, José Serra, segue liderando as intenções de voto em todos os cenários.

No primeiro turno, Serra teria 45,7% e Dilma, 16,3%.

Pesquisa entrevistou 2 mil pessoas, em 24 Estados.CNI/Ibope.

A blindagem da popularidade do presidente Lula sofreu o primeiro solavanco há dez dias com a última rodada da pesquisa trimestral CNI/Ibope.

A sondagem revelou que, pela primeira vez desde setembro de 2007, a avaliação positiva do governo recuou: de 73%, em dezembro, para 64%. E apontou a vilã: vários indicadores mostram impactos reais da crise econômica global.

O índice de "péssimo" cresceu de 6% para 10% e o de regular, de 20% para 25%.

Segundo o instituto, a aprovação ao governo recuou de 84% para 78% (seis pontos), enquanto a desaprovação foi de 14% para 19%.

Apesar da reviravolta, cabe lembrar que os números, isoladamente, continuam favoráveis: o saldo é positivo em todos os segmentos analisados. A nota média atribuída à administração foi de 7,4 - pouca variação em relação ao 7,8 anterior.

A popularidade crescente de Lula, que bateu recorde em dezembro, foi estancada: a confiança no presidente caiu de 80% para 74%. A desconfiança subiu de 18% para 23%. Sobre o segundo mandato, 41% (eram 49%) veem avanço em relação ao primeiro e 18% (11% em dezembro) avaliam que houve piora.O Ibope ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios, entre os dias 11 e 15 de março. A margem de erro é de dois pontos.

Pesquisa Datafolha também divulgada no último dia 20 apontou queda similar à do Ibope, mas menos acentuada - a aprovação ao governo encolheu de 70%, em novembro de 2008, para 65%.


Postado por Gaspar de Souza

OS NOVOS SACERDOTES

Pastor diz ao casal: "Seu filho precisa de acompanhamento profissional. Esta baixa estima dele só pode ser por alguma causa ou distúrbio. A desobediência constante a vocês é claro sinal de que ele está com algum problema. Não se preocupem, tenho aqui no meu gabinete um cartão de minha clínica. Leve-o até lá para que ele possa falar comigo. Deixo claro que não sou freudiano; estou mais para corrente que estuda o comportamento, mas não separada dos símbolos que irão, depois de hipnotizá-lo, aflorar do inconsciente do menino. Até seria bom se estivéssemos todos e, holisticamente, faríamos uma sessão terápica de restauração."
Dave Hunt diz que "seria tolice falar de química cristã ou medicina cristã, e no entanto a expressão psicologia cristã é comumente aceita. Por quê? Dá-se a impressão de que a psicologia lida legitimamente com as mesmas areas com que a Bíblia se ocupa, e pode, portanto, ser unida ao cristianismo".


Normalmente, tem-se a impressão que a psicologia tem a resposta para todas as perguntas e problemas: depressão, relacionamento, rebeldia, infidelidade, baixa estima, ira, ansiedade etc.

Jay Adams (The Biblical View of Self-Esteem, Self-love and Self-Image), tratando da psicoterapia afirma que "qualquer sistema que se proponha a resolver problemas humanos à parte das Escrituras e do poder do Espírito Santo (como fazem todos os sistemas pagãos, inclusive o sistema do valor pessoal) é automaticamente condenado pela própria Escritura".

Não é que não haja valor naquele saber. Por exemplo, é de imensa ajuda as teorias do aprendizado e das resoluções de problemas, percepção, distúrbios etc. Porém, ao tratar daquilo que é reconhecidamente moral, o campo é outro. Veja, por exemplo, uma aplicação do humanista Maslow. Na hierarquia das necessidades, o alimento, vestuário, abrigo e outras coisas estão na base da pirâmide humana. Por outro lado, Jesus ensinou que "vida de qualquer não consiste na abundância do que possui"(Lc 12.15) e que devemos buscar em primeiro lugar o Reino de Deus e sua justiça e estas outras coisas nos serão acrescentadas (Mt 6. 30). Assim, o próprio Jesus não está sendo contra as coisas apresentadas por Maslow, mas apenas põe as coisas na hierarquia correta. A necessidade de depender do Criador para todas as outras coisas.

Tenho visto exatamente isso. Conselheiro que são capazes de citar Freud, Jung, Rogers, de aplicar o Behaviorismo, Gestaltismo, a Psicanálise etc., mas incapaz de detectar a rebelião da natureza humana contra o Criador.

De fato, parece-me que para ser ministro do Evangelho é preciso, entre tantos saberes, ser psicólogo. Pastores que tenham sólida formação nas Escrituras, mas não são psicólogos, são vistos como incompetentes para aconselhar. Não se percebe que estas teorias vão ganhando espaço e autoridade sobre as Escrituras. Leia o que escreve Hunt sobre isso:

Os pastores começam a crer que não são competentes para aconselhar a partir das Escrituras sem voltarem ao seminário [ou Faculdade - NA] para um curso avançado de psicologia. São competentes para pregar ou ensinar a Palavra de Deus se têm um diploma de teologia, mas incompetentes para aconselhar usando a Palavra de Deus sem um diploma de psicologia.

Os "novos sacerdotes" temem chamar pelo nome correto aquilo que as psicologias chamam por outro.

Skinner reconhece o problema ao dizer que: "se o pecado é o problema, então:

1) não existe remédio humano para o pecado e;


2) a única cura para o pecado é Cristo"(apud Psychopathology or Sin? Dr. Ab Abercrombie)

Enfim, como diz o Dr. Abercrombie, "como conselheiro bíblico devemos começar com o núcleo da verdade, definida na Escritura, e não permitir a nós mesmos ser mal orientados nas águas da especulação psicológica. Existe bastante desconhecimento sobre os elementos orgânicos e mental da vida. Mas, biblicamente conhecemos bastante acerca dos pecados humanos e o poder redentivo de Cristo, a purificação, a misericórdia, a restauração. Em qualquer outro debate científico, o assunto está encerrado"

Não deixe de ver o vídeo abaixo e comentar o post.


Postado por Gaspar de Souza

sexta-feira, 27 de março de 2009

REPRESENTANTES TEOLÓGICOS ATÉ 1919

Em post anterior vimos um esboço panorâmico dos movimentos que influenciram a Teologia do Século XX. Neste breve novo post veremos os alguns dos principais representantes do Racionalismo e do Iluminismo que influenciaram direta ou indiretamente a Teologia do Século XX.

Lembremos que muitos eram filósofos e teólogos. As grandes doutrinas do Cristianismo passaram a ser avaliadas pela Razão. O surgimento do criticismo bíblico e de novos conceitos sobre Deus e Cristianismo foram resultados deste período. Citemos alguns dos que influenciaram a Teologia do Século XX.


Pedro Bayle(1647-1705), professor em Roterdam, influenciado por Descartes, publica a sua principal obra Dictionaire Historique et Critique (Dicionário Histórico-Crítico, 1696/7). Todas as doutrinas da fé são postas a severas críticas nesta obra. Bayle tenta conciliar as doutrinas da fé com a ciência, mas demonstra a irreconciliabidade de ambas. “Dogmas como o da Trindade, o da presença de Cristo na Eucaristia, o pecado original, etc., não são compreensíveis pela razão, nem tampouco, ‘ultra-racionais’, mas simplesmente anti-racionais”(MESSER, S.d., p. 257) “Quem pretenda inventar uma religião filosófica” dizia Bayle, “elimine dela todas as doutrinas difíceis de compreender; mas, então, não alimente a vã ilusão de que a multidão o siga.”(idem, p. 257).

Baruch Spinoza(1632-1677) foi o pioneiro da “Crítica Bíblica”. Em seu Tratactus Theologico-Politicus, “defende a liberdade de pensamento e o direito de criticar livremente a Bíblia.”(idem, 259) Ali ele ousadamente combate a data aceita do Pentateuco, atribuído a Moisés, e atribui a origem a Esdras ou algum outro escritor posterior, alegando a diferença pronominal entre a 3.ª pessoa (ele) e a 1.ª pessoa (eu), bem como o registro da morte de Moisés em Deuteronômio 34(ARCHER, 2000, p. 465). Nas palavras de Hague: “Spinoza foi realmente o mentor do movimento”.


Joham Semler(1725 – 91), foi um dos primeiros críticos bíblicos a aplicar o “método crítico da pesquisa histórica à Escritura”(HAGGLUND, 1981, p. 302) e sugere que o Novo Testamento foi editado por escribas antigos e não copiado por alguns dos Apóstolos. Semler acreditava que o capítulo nove da segunda epistola aos Coríntios foi inserida por escribas e não era da pena paulina; também alegou que o capítulo dezesseis de Romanos foi originalmente uma carta aos Coríntios, mas foi posta ali por engano (HILL, 1956, p. 53). Semler admitia que os ensinos de Jesus e dos Apóstolos eram meramente de valor local e temporal. Pode-se perceber que a maioria das abordagens feita pelos críticos do Novo Testamento é de tendência racionalista com a aplicação do método histórico-crítico. Negando-se os milagres e a historicidade do Cristo da Bíblia busca-se o “Jesus Histórico”, pois o “Jesus da fé” é fruto de uma comunidade criativa.


Mas ninguém influenciou tanto como Immanuel Kant (1724 – 1804) cujo lema “Sapere Aude!”(Ouse Pensar!) veio a ser o lema do Iluminismo e Kant reconhecido como “o príncipe do Iluminismo”(CONN, S.d., p. 9). Para ele o Iluminismo era a chegada o homem a maioridade(ELWELL, 1990, vol. II, p.306), pois livra-o da imaturidade que o faz confiar nas autoridades externas, tais como a Bíblia, a Igreja e o Estado para ditar-lhes as normas do pensar(idem, p. 306). “Nenhuma geração devia estar presa aos credos e costumes das eras do passado”, dizia Kant(KANT, apud ELWELL, p. 306). Considerava o Cristianismo como um modo de ensinar ética para os que não tinham sofisticação filosófica. Sendo assim, Jesus nada mais era do que um mestre que ensinava uma nova filosofia, cuja vida podia ser seguida. Sua obra Crítica da Razão Pura revela a influência de David Hume (CONN, S.d., p. 12) sob Kant “na qual procurara propor uma abordagem iluminista ao conhecimento humano”(BROWN, 1999, p. 62). É estranho Kant ser o último filósofo do Iluminismo se, com esta obra, ele procura também, destruir o excesso de confiança do programa Iluminista de buscar todo conhecimento através do uso da Razão (SAWYER, 1998, p. 3). Apesar de não ser ateu (idem, p. 3), Kant “investiu contra as chamadas ‘provas da existência de Deus’”(HORDEN, 1979, p. 45). Isto porque, segundo ele, a Razão não podia certificar-se da existência de Deus, o que era possível apenas através da conduta moral(idem, p. 45; SAWYER, 1998, p.3).

Os dois "Mundos" de Kant: Kant dividiu o mundo em o mundo dos fenômenos, percebido pela Razão através dos cinco sentidos e o mundo dos noumenos, o mundo de Deus, da liberdade e imortalidade, onde a Razão não pode perceber, “mas que devem ocupar um lugar na vida como se fossem objetos reais ao alcance da Razão”(CONN, S.d., p. 12). Assim, Deus é aprisionado em um muro a provas de sons. A idéia de Deus passa a ser apenas uma necessidade do homem aplicável à ética, pois, Deus não pode mais ser conhecido. Tal posição Kantiana foi chamada de “Revolução Copernicana de Kant”. O seu tema de um Deus que não é conhecido pela Razão ou Sentidos, mas apenas idealisticamente é primordial para a Teologia Contemporânea, pois é um dos pilares da mesma. O que ele nos diz é que nós não podemos conhecer as coisas como elas são em si, mas apenas suas aparências em nossa experiência humana. Sua filosofia é chamada, portanto, de Idealismo Transcendental.

Friedrich D. E. Schleiermacher(1768 – 1834) é “considerado o pai do protestantismo liberal”(MONDIN, 1980, p. 9) e o “pai da Moderna Teologia Liberal”(SAWYER, 1998, p. 5). Foi o primeiro a elabora uma teologia a partir dos pressupostos kantianos. Sua abordagem é conhecida como Idealismo Romantismo e surge contra a aridez do Racionalismo do século XVIII.
Schleiermacher foi educado no Pietismo dos Irmãos Morávios. Era piedoso e, devido à influência pietista, desenvolveu um forte sentimento religioso. Foi enquanto estudava em Herrnhut[1](Abrigo do Senhor), Schleiermacher leu a crítica aos protestantes ortodoxos feito pelos Neólogos(SAWYER, 1998, p. 5). Schleiermacher ficou impressionado com os argumentos racionalistas usados pelos Neólogos e abandonou os Moravianos aos 19 anos de idade(HAGGLUND, 1981, p. 307). Foi para Halle, centro do ensino Neologista. Embora aceite a crítica Neologista ao luteranismo, Schleiermacher rejeitou o racionalismo dos Neólogos. Por este tempo Schleiermacher é arrastado para dentro do movimento Romantista que surgia como reação ao Racionalismo crítico e cético do séc. XVIII (SAWYER, 1998, p. 5). Com mais esta filosofia em seu “currículo” Schleiermacher desenvolve a sua teologia em cima de três premissas:


1. A crítica Iluminista tem validade para os dogmas do protestantismo ortodoxo;

2. A filosofia do Idealismo Romântico oferece uma melhor qualidade de fé cristã do que a moral superficial do racionalismo iluminista;

3. A teologia cristã pode ser interpretada em termos do Idealismo Romântico e assim possibilitar ao gênero humano ser os dois: Cristão e moderno enquanto estar sendo intelectualmente honesto.(idem, p. 5)

Schleiermacher encontrou uma nova base para a religião e a teologia – o Sentimento. Este Sentimento (Intuição) não deve ser confundido como mera emoção, mas um profundo sentido interno que faz com que o homem exista em uma relação de absoluta dependência de Deus.(idem, p.5). August Messer discorrendo sobre a filosofia da religião em Schleiermacher diz:


O sentimento religioso fundamental consiste em todo o finito nos parecer expressão do infinito, e em nos sentirmos absolutamente dependentes nos nossos atos, em toda a nossa vida, desse fundo absoluto (incognoscível) do mundo. No conhecimento, vamos de percepção em percepção, de pensamento em pensamento; na conduta, vamos de tarefa em tarefa; mas no sentimento ‘piedoso’ comportamo-nos passivamente, descansamos, por assim dizer, da agitação incansável da vida. Por isso o sentimento não é humilhante, mas animador(MESSER, S.d., p. 456, 457).
Esta experiência descrita por Schleiermacher é superior aos dogmas, doutrinas, que nada mais são “que a expressão simbólica de sentimentos íntimos que não podem exprimir-se, inteiramente, pela palavra, mas constituem o essencial de toda religião.”(idem, p. 457).


Constituem, assim, a autoridade final na religião. O que Schleiermacher quer atingir com isto? Aquilo que era tido como autoridade final em matéria de fé: As Escrituras. Veja o que ele escreveu em sua obra Monólogos: “não é religioso aquele que crê numa sagrada escritura, mas que não precisa de nenhuma, e inclusive podia fazer uma ele próprio” (SCHLEIERMACHER apud MESSER, S.d., 458). Observe que o que constitui, portanto, a essência da religião é o Sentimento, tornando-se ela a fonte da verdade, superior aos credos da religião.




George F. W. Hegel (1770 – 1831), contemporâneo de Kant e de Schleiermacher, faz críticas tanto a um quanto ao outro, buscando reconduzir a Religião aos limites da Razão. Hegel é o filósofo da História e da religião propondo que “tudo da realidade é a realização do trabalho de Espírito / Mente (Geist)”(SAWYER, 1998, p. 4). A isto Hegel chama de Objetificação do Espírito.


Esse Espírito não é nada pessoal, mas expressão do conflito dialético entre um período (Tese) com outro período (Antítese) gerando uma nova era (Síntese). Diz Brown que “Hegel via em tudo a Dialética do Espírito”(1999, p. 85). Ora, se há um processo histórico dinâmico e os seres humanos são partes deste processo, sugere que a Síntese seja melhor do que as duas anteriores.


O processo evolutivo aponta para um aperfeiçoamento do homem. A isto chama-se “Otimismo Hegeliano”, gerando “autoconfiança” no próprio homem. O slogan do Otimismo Hegeliano era: “cada dia em cada maneira nós estamos nos tornando melhores e melhores”(SAWYER, 1998, p. 4). Qual o efeito disto na Religião? O Homem não precisa de Deus, Dogmas, pois, se há “uma Mente” processando a História, então, a Religião é apenas símbolo, Jesus torna-se apenas um bom moralista que progrediu. Ou seja, o Hegelianismo leva a secularização (MONDIN, 1980, p. 10).


A Filosofia Hegeliana influenciou muitos após a morte de Hegel. Entre os Hegelianos podemos destacar:

David Straus (1808 – 74), com a publicação de seu famoso trabalho A Vida de Jesus (1835), claramente influenciado pelo ceticismo racionalista, “insiste que as narrativas de milagres, são simplesmente mitos. Eles eram expressões fixas das idéias religiosas, nas quais tinham sido despertados nas mentes dos antigos cristãos pelo impacto da vida de Jesus”. Tal conceito era a “forma de superar o impasse entre a abordagem supernaturalista e a racionalista de compreender a vida de Jesus”(GRENZ & OLSON, 2003, p. 39). Isto era o “mito evangélico”.


Outro influenciado por Hegel foi Ludwig Feuerbach (1804 – 1872), “discípulo de Hegel em Berlin”(MACKINTOSH, 1964, p. 115) o qual procura demolir toda religião, principalmente a idéia de Deus, acreditando que todo discurso sobre Deus é, na verdade, um discurso antropológico. Ou seja, “o homem não é produto de Deus, mas sim Deus um produto do homem”(MONDIN, 1980, p. 10). Não é à toa que Friedrich Nietzsche (1844 – 1900) pôde exclamar: “Deus está morto”.

Karl Marx(1818 – 1883) também sofreu a influência de Hegel elaborando sua filosofia conhecida como Materialismo Dialético entendendo a História como luta de classes(Manifesto Comunista). A síntese esperada pelo Comunismo Marxista, e, diga-se de passagem, de todos os Comunismo, é a “abolição de todas as propriedades e terras, a centralização do crédito, das comunicações, da indústria, da agricultura e da educação”(BROWN, 1999, p. 93).

Sören Aabye Kierkegaard (1813-1855) é considerado por muitos o “maior pensador cristão do século XIX”(MACKINTOSH, 1964, p. 198). Ficou conhecido por sua filosofia Existencialista. A sua filosofia surge contra o hegelianismo(MONDIN, 1980, p.12) e os pensamentos abstratos da religião e da filosofia (HORDEN, 1979, p. 124). A principal pressuposição de Kierkegaard é a subjetividade (MACKINTOSH, 1964, p. 203). Tem como proposta a crítica ao áspero racionalismo filosófico e teológico. Com respeito a Deus, Kierkegaard diz que só podemos compreende-lo através da nossa existência. Deus não pode ser tomado como objeto acessível ao homem, pois Ele é infinito e nós finitos; Ele não é objeto, é sujeito(HORDEN, 1979, P. 124). Mas, então, como ter acesso a Deus? Através do “Salto da Fé”. Não há preocupação com o Racional, pelo contrário, “a fé e a razão são opostos mutuamente exclusivos”(BROWN, 1999, p. 90). É exatamente porque Deus se revela a nós desafiando a nossa razão que encontramos a solução para os “paradoxos[2] na fé”. Isto significa que “a crença deve ser proporcionada na proporção inversa à evidência. Quanto menos evidência, tanto melhor”(idem, p. 90). Para Kierkegaard, a fé é um risco, pois “sem risco não há fé e quanto maior o risco tanto maior a fé”(KIERKEGAARD apud MONDIN, 1980, p. 12). O ataque aos dogmas é sutil, pois, sendo proposicional e objetivo podem apelar a ratio, mas não tem “paixão”. A verdade torna-se, então, apenas questão de existência. A filosofia kierkegaardiana enfatiza a dicotomia Fé x Razão, onde a primeira (Universais) é alcançada pela Existência e a segunda (Particulares) resulta no pessimismo!



Albrecht Ritschl (1822 – 1899) afirmava que “Cristianismo é o monoteísmo, religião completamente espiritual e ética, na qual, sobre a base da vida de seu fundador como redentor e fundador do Reino de Deus, consiste na liberdade dos filhos de Deus, abrange o estímulo padrão que motiva a razão de viver, o plano pela qual é a organização moral do gênero humano, e a relação filial para Deus tanto quanto no Reino de Deus.(RITSCHL apud SAWYER, 1998, p. 6). Com esta assertiva Ritschl reduz “a fé cristã a um puro empenho moral”(MONDIN, 1980, p. 14).



Adolf von Harnack (1851 – 1930) foi considerado um dos maiores historiadores do Cristianismo (MONDIN, 1980, p. 11, 12). Sua obra História dos Dogmas “tem sido a obra definitiva sobre o assunto desde sua publicação”(SAWYER, 1998, p. 9). Considerava o método histórico–crítico como a ferramenta para se investigar o Cristianismo e considerava não haver interpretação séria das Escrituras Sagrada e da Tradição fora da interpretação científica. Por esse caminho Harnack, à semelhança de Strauss e Ritschl, eliminou todo caráter sobrenatural de Jesus bem como de Seus milagres. Os Dogmas foram frutos da helenização do cristianismo ao passo que “os milagres seriam produto da mentalidade mágica e supersticiosa dos primeiros discípulos”(MONDIN, 1980, p. 12).
O acima exposto foi o cenário montado para o Século XX. As Teologias do Século XX surgiram fundamentadas nos pressupostos acima. Desde Schleiermacher até 1919 foi caracterizado o período conhecido como “Protestantismo Liberal” devido ser a maioria destes pensadores ligados ao Protestantismo. O resultado foi o Liberalismo Teológico no início do Século XX e será visto num próximo post.

[1] Acampamento Moraviano cedido pelo Conde de Zinzerdoff para o estabelecimento dos luteranos.

[2] palavra usada pelo próprio Kierkegaard para expressar os opostos aparentemente contraditórios: Eternidade de Deus X finitude do Homem; Santidade Divina X pecaminosidade humana.

Postado por Gaspar de Souza(autorizado a reprodução, desde que citada a fonte)

O PROTESTANTISMO CALVINISTA NA REVISTA TIME

Li a matéria na Revista Time e, com grande alegria encontrei a tradução feita pelo Teólogo Batista Reformado Franklin Ferreira, autor, juntamente com Alan Myatt, da excelente obra Teologia Sistemática - uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. Escrita para nós, tupiniquins, em nossa língua, avalianda o contexto religiosos brasileiro. Enfim, uma teologia sistemática legitimamente produzida no Brasil. Volto ao ponto. Franklin traduziu o artigo da revista. O título é sobre as 10 principais ideias que estão mudando o mundo extamente agora. Entre estas ideias, o Calvinismo (ou Neo-Calvinismo), com destaque ao seu crescimento na Ásia. Bom, deixem que a leitura vos embeveçam em como o Senhor Deus está vivo e operante. Soli Deo Gloria!
_____________________________________________________________________


Se você quer realmente seguir o desenvolvimento do cristianismo conservador, rastreie as suas músicas de sucesso. No início do século xx, você ouviria “Rude Cruz”, uma celebração da expiação. Nos anos 1980, você teria compartilhado a intimidade do tipo “Jesus é meu amigo”, expressada na canção “Brilha, Jesus”. Hoje, as músicas de sucesso retratam cada vez mais um Deus que é muito grande, enquanto nós… bem, ouça a banda de David Crowder: “Estou cheio de terra/ Tu és o tesouro do céu/ Estou sujo de lama/ Inclinado à depravação”.

O calvinismo está de volta, e não apenas no âmbito da música. A resposta de João Calvino, no século xvi, aos excessos do catolicismo na forma de “compre o seu livramento do purgatório” é a mais recente história de sucesso do evangelicalismo [americano], uma história completa: com uma Deidade totalmente soberana que administra as coisas mínimas, uma humanidade pecaminosa e incapaz e, a combinação da conseqüência lógica, a predestinação: a crença de que, antes de o tempo surgir, Deus resolveu a quem salvaria (ou não), sem influenciar-se por qualquer ação ou decisão humana subseqüente.

O calvinismo, primo de outro pilar da Reforma, o luteranismo, é bem menos rígido do que os seus críticos afirmam. O calvinismo oferece uma Deidade firme que orquestra absolutamente tudo, incluindo a enfermidade (ou o arresto da casa!), por meio de uma lógica que talvez não entendamos, mas não temos de criticar depois que vemos os resultados. Nossa satisfação — e nosso propósito — se realiza apenas ao glorificá-Lo. No século xviii, o pregador puritano Jonathan Edwards revestiu o calvinismo de um misticismo quase extasiante. Mas logo o calvinismo foi vencido nos Estados Unidos por movimentos como o metodismo, que eram mais impressionados com a vontade humana. Grupos liberais descendentes dos calvinistas, como a Igreja Presbiteriana (EUA) [PCUSA], descobriram outra ênfase, enquanto o evangelicalismo perdia o interesse por uma doutrina consistente (havia o triunfo daquele Jesus amável e impreciso) e parecia relegar a pregação reformada fiel (a palavra reformado é um sinônimo de calvinista) a algumas poucas igrejas persistentes do sul [dos EUA].

Isso não acontece mais. Os ministros e autores neo-calvinistas não agem numa escala como Rick Warren. Contudo, ouça Ted Olsen, editor-chefe da revista Cristianity Today: “Todos sabem onde estão a energia e a paixão no mundo evangélico” — com o neo-calvinista pioneiro John Piper, de Minneapolis, com Mark Discroll, o brigão de Seattle, e Albert Mohler, presidente do Southern [Theological Baptist] Seminary, da grande Convenção Batista do Sul [dos EUA]. A Bíblia de Estudo ESV, com sabor calvinista, esgotou a sua primeira tiragem; blogs reformados como Between Two Worlds estão entre os links mais populares do ciberespaço cristão.

À semelhança dos calvinistas, os evangélicos mais moderados estão explorando curas para o desvio doutrinário do movimento, mas não podem oferecer a mesma segurança coletiva. “Muitos jovens cresceram em cultura de destruição, divórcio, drogas e tentação sexual”, disse Collin Hansen, autor de Young, Restless, Reformed: A Journalist’s Journey with the New Calvinists. “Eles têm muitos amigos; o que precisam é de um Deus.” Mohler disse: “No momento em que alguém começa a definir o ser ou os atos de Deus biblicamente, essa pessoa é levada a conclusões que são tradicionalmente classificadas como calvinistas”. De fato, essa presunção de inevitabilidade tem atraído acusações de arrogância e divisionismo desde a época de Calvino. Na verdade, alguns dos entusiastas de hoje sugerem que os não-calvinistas podem não ser cristãos. Pequenas disputas entre os batistas do sul [dos EUA] (que têm um grupamento concorrente de não-calvinistas) e trocas de ameaças on-line são um mau presságio.

Em julho próximo, se dará o 500º aniversário de nascimento de Calvino. Será interessante observar se o último legado de Calvino será a difamação protestante clássica ou se, durante estes tempos difíceis, mais cristãos que buscam segurança sujeitarão a sua vontade ao Deus severamente exigente dos primórdios de seu país.

A MENTIRA POR TRÁS DAS CÂMERAS

Júlio Severo é escritor. Quem ainda não o leu, precisa ler. Já há muito que leio seus comentários, artigos e publicações traduzidas por ele. Evangélico, Júlio tem se dedicado a combater o anticristianismo no Brasil, principalmente no que diz respeitos aos projetos esquerdistas do Movimento Gay. Fortes argumentos são apresentados em seus artigos. Este não poderia ser diferente. Sabe-se que a TV, principalmente a Globo, muito contribui para a degradação moral da sociedade. "Ah, e os programas educativos? Você não considera?" Decerto que sim. Mas, quantas crianças estão acordadas entre 4h - 6h da manhã? Não. O interesse da Globo não é pôr um programa como "Telecursos" no horário nobre, porque não dá IBOPE. Neste horário o que dá audiência é sexo (aliás, a qualquer hora), violência, crimes de ódios, baixaria (BIG B....). Programas instrutivos como alguns documentários do Globo Repórter? Depois das 22h. Hora de criança dormir. A Globo quer atingir extamente este público, pois são o futuro - do crime, do relativismo, do gayzismo, da sodomia, dos sexualmente prosmícuo etc. Ah, e tudo em nome da cidadania. Bom seria que cada brasileiro tivesse acesso à TV fechada. Mas, enfim, como não é possível, é bom lembrar que você "tem o controle nas mãos". Fiquem com o brilhante artigo do Júlio Severo. Passem a lê-lo. Recomendo.

___________________________________________________________________


Gay brasileiro, alegando “perseguição” no Brasil pró-sodomia, pede asilo nos EUA pró-sodomia


Aguinaldo Silva, escritor de novelas da Rede Globo, inventou na sua novela “Duas Caras” cenários onde evangélicos são violentos, irracionais e perigosos contra quem pratica o homossexualismo. E os homossexuais são pintados como anjinhos inocentes…

Diante de cenários desse tipo, qualquer país deveria dar asilo às “vítimas”. O grande problema é que as verdadeiras vítimas das novelas de Aguinaldo Silva — e da Rede Globo em geral — são os evangélicos, que sofrem todos os tipos de caracterizações preconceituosas.

Aguinaldo Silva tem desculpa para o seu trabalho sujo. Ele sempre foi militante esquerdista e homossexual. Tal é o trabalho da esquerda contra os cristãos e seus valores: difamá-los, sujá-los, maltratá-los e, na fase final, chegar ao nível da tortura e martírio.

A Rede Globo tem a obsessão homossexual do governo Lula. Enquanto o governo Lula tem um programa oficial chamado “Brasil Sem Homofobia” — que doutrina a população brasileira a amar a sodomia acima de Deus e da Bíblia —, a política não-oficial da Globo é “Globo Sem Homofobia” e “Globo Sem Deus”, igualmente doutrinando, através de novelas e outros programas, a população brasileira a amar a sodomia acima de Deus e da Bíblia.

Imagine se fosse o contrário. Imagine se a Globo tivesse uma política não oficial “Globo Sem Gays”. Os militantes gays demonstrariam a mesma educação e civilidade que os evangélicos mostram quando as novelas globais retratam os evangélicos como neandertais briguentos cujo único desejo na vida é bater e matar montões de homossexuais?

Eles não fariam manifestações furiosas, exigindo o fechamento do império global e o fim de toda “ajuda” estatal a Globo?

Quanto aos cristãos em geral e aos evangélicos em particular, a Globo sabe que pode pisoteá-los à vontade, pois a reação máxima da população evangélica é manifestar algum leve protesto passageiro e depois esquecer o caso. Em resposta, a Globo boceja.

Ao contrário dos cristãos, ativista homossexual nenhum leva desaforo para casa.
Contudo, fora das novelas a realidade é dura com os evangélicos. Desde que chegaram ao Brasil, eles enfrentaram hostilidades, preconceitos e — sim — martírios. Tudo isso por amor ao Evangelho.

No mundo inteiro, por ano são martirizados 200 mil cristãos: evangélicos, católicos, etc. Eles são mortos por amor ao Evangelho.

Nunca na história humana 200 mil homossexuais foram mortos por ano, por amor a sodomia. Afinal, vale a pena morrer pelo sexo anal?

Literalmente milhões de outros cristãos vivem hoje sob ameaça e violência direta diária de governos totalitários, quer comunistas ou muçulmanos.

A ONU debate a situação lamentável dessas vítimas silenciosas? Nem em novelas esses cristãos perseguidos são lembrados.

Enquanto as novelas do planeta global se ocupam com cenários de “vítimas” de mentira para ajudar as políticas pró-homossexualismo do governo Lula e da própria ONU, as vítimas reais padecem sofrimentos, torturas e mortes.

A “novela” mais recente do planeta global é a notícia do G1 com o título: ‘Estamos sendo injustiçados’, diz gay brasileiro que pede asilo nos EUA.

Se brasileiro sabe criar as mentiras mais mirabolantes para obter um visto americano, imagine os gays. O que um gay brasileiro poderia alegar para conquistar o asilo dos EUA?

O gay brasileiro Genesio Januario Oliveira Junior acusa o Brasil de ser “perseguidor” de gays, sendo que o Brasil tem hoje o governo mais pró-homossexualismo da história nacional e mundial. Ele pede asilo na hora certa e no lugar certo, pois Barack Obama tem a mesma obsessão pró-homossexualismo de Lula.

Se o gay noveleiro reclama de perseguição no Brasil, para que ir para os EUA? Em matéria de apoio político e legal ao homossexualismo, o Brasil hoje está anos adiante dos EUA.
O irônico é que os EUA, para onde quer ir o gay “perseguido”, foram fundados por cristãos evangélicos realmente perseguidos. Eles fundaram os EUA como um país onde as pessoas tivessem liberdade de adorar a Deus.

Mas ninguém imaginaria que tal liberdade seria futuramente distorcida para favorecer a adoração à sodomia. E ninguém nunca imaginaria que um dia a própria sodomia seria usada como desculpa para difamar, sujar e maltratar cristãos. De abrigo para cristãos perseguidos, os EUA estão se tornando abrigo para o homossexualismo e lugar perigoso para os cristãos.

Enquanto milhões de cristãos ao redor do mundo sofrem por amor a Jesus, os EUA de Obama e principalmente o Brasil de Lula lutam para que todos tenham acesso privilegiado à sodomia de todas as formas possíveis, com direito à doutrinação pró-homossexualismo compulsória para os cristãos e para todos os que não enxergam a “beleza” e “normalidade” da relação anal.

Entre os gays “perseguidos” fabricados pelas novelas e noticiários noveleiros e entre os cristãos perseguidos da vida real, os Obamas e os Lulas preferem sentar num sofá aconchegante para prestigiar as novelas.

Com as políticas pró-sodomia do Brasil e dos EUA, é de estranhar que um gay brasileiro acabaria usando a novela de “perseguição” para ganhar asilo nos EUA?

Genuinamente cercado por tal febre pró-sodomia, um cristão dos EUA e principalmente do Brasil pode facilmente acabar sendo acusado de “homofobia”, por simplesmente declarar o que Deus declara na Bíblia sobre o homossexualismo.



A diferença é que ele não tem direito de usar novelas para pedir asilo. Mas ele tem a vida real como testemunha: por amor a sodomia, os EUA de Obama e o Brasil de Lula (e na fila vem a ONU) decidiram que aqueles que amam a Deus e a Bíblia acima da sodomia não têm direito de viver uma vida sem perseguição.

Mesmo com direito privilegiado de oprimir cristãos, os ativistas gays ainda têm o direito de se apresentarem como “vítimas” necessitadas de asilo. Bem-vindo à era das vítimas opressoras!


Postado por Gaspar de Souza

quinta-feira, 26 de março de 2009

A DOUTRINAÇÃO ESTUDANTIL

O artigo abaixo é, sem dúvida, um ponto para o debate. Parece-me que a Educação em qualquer nível não passa de doutrinação. Estudantes não têm acesso aos livros que contestam o status quo e, por vezes quando são bem informados acerca dos principais temas em debates, são logo anulados por ad hominem de seus "mestres". Tente, por exemplo, contrariar a Cota Racial dentro de uma Universidade ou discordar da forma quadrúpede de governar atualmente; faça-se uma crítica ao programa Bolsa Família como sustentador e prolongador da miséria (deveria-se criar frentes de trabalhos; ser um paliativo, não uma provisão permantente com fins eleitorais) e programa coronelista de sustentação de votos e, pronto, você é contra o programa. Infelizmente, num país em que a massa (?) ignora a realidade, possui a síndrome de Gabriela e não vê esperança a não ser nas promessas políticas, os doutrinadores continuarão a seduzir em seus "Jardins Edênicos" universitários. Como diria certa clichê: "Desligue a TV e vá ler um livro". Thomas Sowell tem excelentes indicações. Não deixem de ler os seus artigos. Depois, vá para sala de aula.

___________________________________________________________________

Des-programando os estudantes

Não há necessidade de discutir coisas específicas de questões particulares. Você pode dizer a seu ultra-confiante jovem estudante que você ficará contente em discutir aquela questão particular depois que ele dê o passo elementar de ler algo escrito por alguém do outro lado.

Alguns pais me escrevem reclamando, freqüentemente, de certa sensação de futilidade quando tentam discutir com seus próprios filhos, que se alimentam de uma dieta permanente de visão politicamente correta do mundo, da escola fundamental à universidade.

Pedem sugestões de livros que possam abalar a atitude de sabichões de certos jovens que, durante toda sua vida, ouviram somente um lado da história nas salas de aulas.

Esta é uma forma de tentar des-programar os jovens. Há, por exemplo, alguns bons livros que mostram o que existe de errado com os agitadores do “aquecimento global” ou por que diferenças de renda ou ocupação entre homens e mulheres não são, automaticamente, discriminação.

Vários autores têm escrito muitos bons livros que demolem o que é atualmente crido – e ensinado aos estudantes – numa ampla faixa de questões. Alguns desses livros estão listados, como leitura sugerida, em meu site (http://www.tsowell.com/).

Mesmo assim, desfazer a propaganda que se passa por educação em tantas escolas e faculdades, uma questão por vez, pode não ser sempre a melhor estratégia. Há um número excessivo de questões em que o politicamente correto parece ser a única forma de ver as coisas.

Dada a ampla faixa de questões em que os estudantes são doutrinados, em vez de educados, tentar desfazer todo o novelo exigirá uma estante cheia de livros – e, exigirá também que os façamos ler todos eles.

Outro caminho pode ser responder à dogmática certeza de um jovem, talvez seu próprio filho, perguntando: “Você já leu um único livro que tivesse opinião diferente sobre essa questão?

Muito provavelmente, depois de anos de “estudos”, mesmo nas mais caras escolas e faculdades, eles nunca leram.

Quando a resposta inevitável à sua questão é “Não”, você pode simplesmente observar quão ilógico é estar tão certo sobre algo, quando você ouviu apenas um lado da história – não importa quão freqüentemente tenham repetido esse lado para você.

Faria sentido para um júri chegar a um veredicto depois de ter ouvido apenas o promotor, ou apenas o advogado de defesa, mas não a ambos?

Não há necessidade de discutir coisas específicas de questões particulares. Você pode dizer a seu ultra-confiante jovem estudante que você ficará contente em discutir aquela questão particular depois que ele dê o passo elementar de ler algo escrito por alguém do outro lado.

Por mais elementar que isso pareça, devemos ouvir ambos os lados de uma questão antes de nos decidir, o que raramente acontece, hoje, nas questões politicamente corretas em nossas escolas e faculdades. O maior argumento da esquerda é que não há argumento – seja na questão o aquecimento global, seja sobre as leis de preservação ambiental, seja em qualquer outro assunto similar.

Alguns estudantes imaginam até que já ouviram o outro lado, pois seus professores podem ter lhes dado a sua versão dos argumentos ou motivos das outras pessoas.

Mas um júri nunca ficaria impressionado pelo que o promotor pudesse dizê-lo sobre qual seria a defesa do advogado de defesa. O júri desejaria ouvir a apresentação do caso diretamente do advogado de defesa.

Mesmo assim a maioria dos estudantes que leu ou ouviu repetidamente sobre catástrofes que se aproximam, a menos que tentemos interromper o “aquecimento global”, nunca leu um livro, um artigo ou mesmo uma única palavra de nenhum das centenas de climatologistas, em vários países do mundo, que têm se oposto a essa visão.

Esses estudantes podem ter assistido na escola ao filme de Al Gore “Uma verdade inconveniente”, mas é muito pouco provável que a escola tenha mostrado o documentário do Canal 4 britânico “A grande farsa do aquecimento global”.

Mesmo que suponhamos, em termos de argumentação, que os estudantes estejam sendo doutrinados com as conclusões corretas das questões atuais, isso ainda seria irrelevante educacionalmente. Ouvir apenas um lado não dá aos estudantes a experiência de saber como distinguir os lados opostos de outras questões que eles enfrentarão no futuro, depois de deixarem a escola e precisarem chegar às suas próprias conclusões.

Seja como for, eles serão o júri que decidirá, em última instância, o destino desta nação.


Publicado por Townhall.com
Tradução de Antônio Emílio Angueth de Araújo.